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sábado, 2 de fevereiro de 2013

MICROCIRURGIA NA COLUNA. APÓS MICROCIRURGIA NA COLUNA, PACIENTES SAEM NO MESMO DIA ANDANDO E SEM DOR

Elizabeth Aparecida da Silva mal consegue andar. Ricardo do Prado Silva também não aguenta mais. Eles estão sentindo dor. Muita dor na coluna. Há muito tempo. Mas esse sofrimento está com os dias contados.
Daqui a menos de uma semana, eles vão passar por uma cirurgia no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Vamos conhecê-los um pouco melhor.
Elizabeth mora com a mãe e a irmã. Não trabalha fora. Mas, em casa, ajuda na limpeza. E alimenta os animais de estimação. Seis cachorros. Quatro gatos. Uma pata e uma perua.
“Quando essas dores começaram?”, perguntou a repórter Tatiana Nascimento.
“Já faz uns 6 anos”, respondeu Elizabeth Aparecida da Silva, dona de casa.
“Você está apostando todas as cartas nessa cirurgia de agora?”, questionou a repórter.
“Estou”, respondeu
“Eu estou apavorada de ver você assim, travada e se mexendo”, disse Tatiana.
“Não, essa dor dói. Mas isso passa, se Deus quiser, se Deus quiser”, explicou Elizabeth.
http://g1.globo.com/globo-reporter/videos/t/edicoes/v/apos-cirurgia-na-coluna-pacientes-deixam-hospital-sem-dores-e-conseguem-andar/2382053
Ricardo caminha na mesma direção. Nós o encontramos logo depois da fisioterapia. Apesar de já ter passado por uma cirurgia, a coluna voltou a incomodar.
“Se você estivesse sem o medicamento. Você conseguiria caminhar?”, perguntou Tatiana Nascimento.
“Sem condições. Sairia lágrimas dos olhos”, respondeu Ricardo do Prado Silva, instrumentador cirúrgico.
Ricardo é instrumentador cirúrgico. “Eu fico de frente pra mesa do paciente, pra mesa operatória e aí eu fico, na realidade, um mau hábito, com o torso virado”, contou.

“Você não vira o corpo inteiro? Você fica assim pra ganhar tempo ali no centro cirúrgico?”, perguntou a repórter.
“Exatamente”, respondeu Ricardo.
Os exercícios ajudam Ricardo a aguentar firme, até a cirurgia.
“Eu andei caindo umas duas vezes, porque eu perdi a movimentação da perna. Parei de sentir a perna e caí”, contou Ricardo.
“Bom, Ricardo, a gente vai estar ali, torcendo pra você sair faceiro, contente do hospital. Você torcer pra que você saia leve, livre e solto do hospital”, disse a repórter Tatiana Nascimento.
Nosso próximo encontro vai ser no Hospital das Clínicas, daqui a quatro dias. Dor na coluna leva muita gente pro hospital. Passo a passo, estas pessoas tem experimentado um tratamento diferente.
Estamos em São Mateus, na periferia de São Paulo. Em 2008, em parceria com a Universidade Federal de São Paulo, o Hospital Geral de São Mateus passou a formar grupos de meditação para a terceira idade. E quem reclamava de dor nas costas, agora, não quer saber de outra vida.
O médico gerontólogo Fernando Bignardi, da Unifesp, veio conduzir a meditação. Dona Nilza é paciente antiga.
“Quando eu fiz a primeira vez, já senti o resultado. Aí, eu falei: não vou parar. Vou fazer. Aí, com três meses eu já estava quase 80% ótima”, disse Nilza de Souza Silva, de 73 anos.
“Ela tem uma grande qualidade. Ela foi disciplinada. Acompanhou todos os encontros e passou a fazer a meditação diariamente na casa dela. E os resultados vieram”, contou Maridite de Oliveira, diretora do Hospital Geral de São Mateus.
“É que nem estação de rádio. Às vezes você está na estação que está dando notícia ruim, que matou um, matou outro, não sei o que. Daí, você fala ‘não quero saber disso’. Daí você muda a estação do rádio. A meditação é uma forma voluntária de mudar a estação do rádio. Que rádio? O rádio da nossa mente”, explicou Fernando Bignardi, médico gerontólogo da Ufifesp.
Dona Nilza mudou a postura diante da vida. Aprendendo a meditar, ela conquistou o direito de poder andar com as próprias pernas.
“A única coisa que eu não faço é limpar o teto. No mais, tudo eu faço. Faço compra, cuido das minhas plantas. Tem planta lá pra baixo. Aqui sou eu e eu mesmo”, contou Nilza.
“Dor a senhora não tem mais?”, perguntou Tatiana Nascimento.
“Não, não tenho. Tenho artrose e bico de papagaio, mas só que se você ficar parada, o que vai acontecer? Os ossos vão travando. É a mesma coisa que você ter uma mola e deixa aquela mola lá, parada. Ela vai enferrujar e trava e não vai mais. Se você lubrificar aquela mola. Ela está sempre”, respondeu Nilza.
A coluna melhorou tanto que ela já consegue fazer exercícios em casa.
“Dez minutos desse exercício vale por uma hora de caminhada”, disse Nilza.
A filha da dona Nilza ficou impressionada.
“O negócio é quando você começar, você não parar. Eu não paro mais, porque foi o que me deu vida, me deu saúde, me deu paciência e hoje eu sou completamente feliz”, ressaltou Nilza.
Não é milagre. É preciso arrumar tempo para os exercícios. Mas, quem tem dor, tem pressa. Hora de reencontrar Elizabeth e Ricardo.
“Agora, são 5h50 de uma segunda-feira. A gente está em frente ao Hospital das Clínicas em São Paulo. A Elizabeth e o Ricardo vão ser operados hoje. Ou melhor: daqui a pouco. A Elizabeth chegou agora”, disse a repórter Tatiana Nascimento.
“Estou com dores ainda”, contou Elizabeth.
“A gente se encontrou cinco dias atrás. A coluna não parou de doer?”, quis saber Tatiana.
“Não, porque essa dor. Não sei se é de mau jeito. Mas ela me perturba demais”, contou Elizabeth.
Dava pra ver a dor de Elizabeth.
Ricardo tem hérnia de disco e vai receber uma injeção de corticoides e analgésicos pra acabar com a dor. Um ano e meio depois, sofrendo. Em menos de 10 minutos a dor foi embora.
“Esses procedimentos menos invasivos, eles são tão efetivos quanto os habituais, os mais consagrados na literatura. E com cirurgias em que o corte é menor. Porque daí, em vez de fazer um corte muito maior e lesar músculos e outras estruturas de forma muito mais importante a gente consegue fazer isso com cortes menores e com lesões menores na musculatura”, afirmou Alexandre Fogaça, médico ortopedista do IOT-HCFMUSP.
Depois, foi a vez da Elizabeth.
“Esse é o eletrodo, vai por dentro da agulha e a pontinha dele na agulha é que vai causar a lesão do nervo. É uma lesão térmica, então, lesão causada por calor. A gente eleva a temperatura da ponta da agulha até 90°C durante um minuto. Isso é suficiente pra causar uma pequena lesão somente naquele nervo, sem afetar as estruturas em volta. É como se vocês fizessem um desligamento provisório de todos os nervinhos que estão relacionados à sensibilidade dessas articulações”, explicou Ivan Rocha, médico ortopedista do IOT-HCFMUSP.
“Esse desligamento. Ele é por quanto tempo?”, perguntou Tatiana.
“Em geral de um ano, um ano e meio, a pessoa aumenta o processo de reabilitação, ou seja, ela consegue fazer mais atividades de fortalecimento muscular que auxiliam também na manutenção dessa melhora e esse efeito pode ser mais duradouro”, respondeu Ivan.
“Duas horas e meia depois do procedimento, Elizabeth já recebeu alta, prontinha pra ir embora”, disse Tatiana.
“Sem dor, graças a deus”, contou Elizabeth.
Ricardo também já vai pra casa. Agora é com eles.
Um mês depois, Elizabeth se queixou da coluna.
“Talvez se você tivesse feito um repouso maior, você estaria quase sem dor. Esse tipo de cirurgia gera um processo infamatório Elizabeth. Não pode ficar abaixando, levantando, lavando quintal, lavando louça”, explicou o médico.
“Eu pisei na bola”, concluiu Elizabeth.
Ricardo também voltou a sentir dores e os médicos decidiram fazer uma nova cirurgia.
“A gente pode repetir esse procedimento até 3 vezes. Se não der certo, aí gente tem que subir um degrau e partir para tratamentos mais invasivos”, afirmou o médico.
Ricardo, agora fica na torcida.
Dante Boaretto deu mais sorte. Foram dezenove meses com dor até operar a coluna há dois anos.
“A dor não voltou?”, perguntou a repórter.
“Não. Nunca mais”, respondeu.
A técnica escolhida pro caso dele é chamada spine jet.
“Você remove parte do disco, isso tira a pressão do disco, tira a pressão do nervo”, explicou o médico.
“E você faz isso com um jato d’água?”, quis saber a repórter.
“Com um jato d`água”, confirmou.
“Na tua rotina diária, quanto tempo você costuma ficar dirigindo?”, perguntou a repórter para o Dante.
“De 5 a seis horas. Trajeto de casa trabalho, trabalho casa, é uma situação que antes pra mim era impossível”, respondeu.
Em casa a rotina também voltou ao normal.
“Assistir uma televisão, por exemplo, sentado normalmente eu não conseguia. Eu tinha que assistir TV recostado. Era a única postura que eu conseguia assistir televisão”, contou Dante.
“E como é que foi a cirurgia? O tempo que durou?”, perguntou Tatiana.
“Meia hora. Depois eu acho que de duas a três horas eu tive alta. Saí andando e dirigindo sem dor”, respondeu Dante.
“Então pra você deu cero?”, questionou a repórter.
“Perfeito. Pra mim foi perfeito”, concluiu.

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Como desenvolver a autoestima, ganhar confiança e viver com mais entusiasmo.

Paixão, entusiasmo, alegria, esperança e tantas outras emoções positivas são o combustível para uma vida plena de EROS, essa energia magnífica que pode destruir, mas que principalmente pode ampliar.

Mais do que nunca se sabe que as doenças físicas e mentais estão profundamente associadas a fatores biológicos e psicossociais. Portanto, é importante aprender, ou melhor, reaprender a se conectar com o novo, como uma maneira de se atualizar sempre no seu desejo e na maneira de sentir e absorver o mundo que nos cerca.

Posso destacar aqui uma maneira muito simples e quase óbvia, mas que raramente usamos em nosso proveito que são nossos órgãos dos sentidos, pois é através dos órgãos sensoriais que as mensagens de prazer entram em nossa vida,estimulando o desejo.

Por que falar de desejo quando eu quero falar de autoestima, felicidade, estar de bem consigo mesmo ou mesma? Por que reconhecer o seu próprio desejo e satisfazê-lo é o alimento que a alma precisa para dar estrutura ao Ego para suportar os reveses da vida sem ser derrubada por eles.

Usar a visão para olhar o que é belo,ouvir uma música com o coração e a memória, saborear a vida e o bolo de chocolate sem culpas, acariciar e abraçar para se arrepiar; e dessa maneira abrir seus próprios canais de conexão com o mundo e com seus próprios desejos.

É necessário assumir seus prazeres e necessidades, entendendo e aceitando a diversidade em todos os sentidos, com respeito pela própria natureza e pela dos outros. Ser inteiro e a cada dia se reconhecer e se validar, hoje o gozo, amanhã choro, acerto e erro, tendo coragem e medo.

Luz e sombra fazem o todo e aceitar-se assim e se permitir sentir e viver todos os seus desejos e se encontrar com seu próprio EU, aquele que a gente muitas vezes esconde da gente mesma por conta das obrigações e responsabilidades.

Fazer a cada dia um novo dia, em anseios e respostas, abdicando das fórmulas prontas que muitas das vezes está calcada não nos desejos e experiências, atuais, mas sim em dificuldades e medos ultrapassados e sem sentido no hoje, no aqui e agora.



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Há homens que lutam por um dia e são bons.

Há outros que lutam por um ano e são melhores.
Há outros, ainda, que lutam por muitos anos e são muito bons.
Há, porém, os que lutam por toda a vida,
Estes são os imprescindíveis.

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