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“Não há cura para o NASCER e o MORRER, a não ser SABOREAR o intervalo”.
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domingo, 2 de janeiro de 2011
Fatos Extraordinários Sobre Os Sonhos.
Vitamina A – Retinol.
- Combate a cegueira noturna e vista cansada.
- Cria resistência a infecções respiratórias.
- Tem excelente ação antioxidante, imunoestimulante e coadjuvante na terapia anti-câncer.
- Nas imunodeficiências potencializa a blastogênese dos linfócitos e a atividade dos fagócitos.
- Promove crescimento e formação de ossos, dentes, cabelos, pele e gengiva.
- Indicada localmente no tratamento de acne e rugas superficiais.
- Indicada também no tratamento de enfisema e de hipertiroidismo.
- Pele seca, com descamação e unhas quebradiças
- Fadiga
- Cabelos secos e quebradiços
- Perda do olfato
- Unhas grossas e espessas
- Olhos secos
- Diminuição do paladar
- Fotofobia
- Xeroftalmia, cegueira noturna
- Acne
- Ingerir acima de 50.000 UI/dia por muitos meses pode produzir efeitos tóxicos e teratogênicos. Em tratamento mais prolongado recomenda-se o uso do beta-caroteno.
- Sintomas de Intoxicação – náuseas, vômitos, diarréia, vista turva, queda de cabelo, menstruação irregular, escamação da pele, fadiga, dores de cabeça.
VITAMINAS.
Hanseníase.
Com período de incubação que varia entre três e cinco anos, sua primeira manifestação consiste no aparecimento de manchas dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada, em qualquer região do corpo. Placas, caroços, inchaço, fraqueza muscular e dor nas articulações podem ser outros sintomas.
Com o avanço da doença, o número de manchas ou o tamanho das já existentes aumentam e os nervos ficam comprometidos, podendo causar deformações em regiões, como nariz e dedos, e impedir determinados movimentos, como abrir e fechar as mãos. Além disso, pode permitir com que determinados acidentes ocorram em razão da falta de sensibilidade nessas regiões.
O diagnóstico consiste, principalmente, na avaliação clínica: aplicação de testes de sensibilidade, força motora e palpação dos nervos dos braços, pernas e olhos. Exames laboratoriais, como biópsia, podem ser necessários.
Esta doença é capaz de contaminar outras pessoas pelas vias respiratórias, caso o portador não esteja sendo tratado. Entretanto, segundo a organização Mundial de Saúde, a maioria das pessoas é resistente ao bacilo e não a desenvolve. Aproximadamente 95% dos parasitas são eliminados na primeira dose do tratamento, já sendo incapaz de transmiti-los a outras pessoas. Este dura até aproximadamente um ano e o paciente pode ser completamente curado, desde que siga corretamente os cuidados necessários. Assim, buscar auxílio médico é a melhor forma de evitar a evolução da doença e a contaminação de outras pessoas.
O tratamento e distribuição de remédios são gratuitos e, ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, em face do estigma que esta doença tem, não é necessário o isolamento do paciente. Aliás, a presença de amigos e familiares é fundamental para sua cura.
Durante este tempo, o hanseniano pode desenvolver suas atividades normais, sem restrições. Entretanto, reações adversas ao medicamento podem ocorrer e, nestes casos, é necessário buscar auxílio médico.
Importante saber:
Segundo a OMS, nosso país é líder mundial em prevalência da hanseníase. Em 1991, foi assinado pelo governo brasileiro um termo de compromisso mundial, se comprometendo a eliminar esta doença até 2010. Entretanto, a cada ano, há mais de quarenta mil novos casos tendo, entre eles, vários indivíduos em situação de deformidade irreversível.
Nos dias 24, 26 e 27 de janeiro são comemorados, respectivamente, o Dia do Hanseniano, o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Estadual de Combate à Hanseníase.
“Lepra”, designação antiga desta doença, era o nome dado a doenças da pele em geral, como psoríase, eczema e a própria hanseníase. Devido ao estigma dado a esta denominação e também ao fato de que hoje, com o avanço da medicina, há nomes apropriados para cada uma destas dermatoses, este termo deixou de ser utilizado (ou, pelo menos, deveria ter sido).
A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.
Doenças isentam aposentados do Imposto de Renda.
Portugal já reconhece, ou não, a doença de Fibromialgia como incapacitante? Tudo sobre Fibromialgia. A Fibromialgia e a OMS(Organização Mundial de Saúde). A Fibromialgia é uma doença incapacitante. Fibromialgia no dia-a-dia da medicina ocupacional, FIBROMIALGIA. CAUSAS, SINTOMAS, TRATAMENTO. A Fibromialgia agora tem remédio.
Uma pesquisa realizada no Hospital Nove de Julho,
1- O médico assiste, diagnostica e trata. Não lhe cabe averiguar a veracidade dos fatos narrados pelo paciente, e sim acreditar (esta é a base da relação médico-paciente), fazendo então o diagnóstico nosológico e propondo o tratamento que considere mais indicado. Caso considere o paciente incapacitado para o trabalho, deve emitir um atestado médico; caso haja suspeita de causa ocupacional, deverá constar: "possível causa ocupacional", "solicito avaliação de causa ocupacional". Mesmo sem perda da capacidade laborativa, deverá ser prontamente emitido um atestado pela avaliação causal.
2- O médico do trabalho caracteriza o nexo técnico. De posse do atestado, far-se-á a perícia ocupacional, onde uma causa específica no trabalho deverá ser encontrada. Somente com isto o diagnóstico nosológico (tendinite, tenossinovite, síndrome do túnel do carpo, etc.) poderá ser denominado DORT, pois, por definição, ela é ocupacional. Deve-se então emitir prontamente a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho).
3- O médico perito do INSS homologa o nexo técnico e avalia a capacidade laborativa do paciente. Se o afastamento indicado pelo médico assistente ultrapassar 15 dias, a partir do 16º dia torna-se necessária a perícia junto ao INSS, que irá homologar administrativamente o afastamento, assim como o nexo ocupacional, com todos os direitos e deveres decorrentes.
Sem esta separação de funções, certamente haverá ingerências no diagnóstico, tratamento e evolução do quadro clínico, que acabarão por cronificar a sintomatologia, o que poderá provocar no paciente desconfiança e insegurança, sentimentos que o levarão a buscar soluções milagrosas ou mesmo o caminho da justiça para reparação daquilo que não compreendem muito bem.
Não haveria dificuldade se todos os casos fossem de diagnóstico comprovável, como tendinite, tenossinovite, etc., onde um exame complementar demonstraria a lesão ou a doença.
No entanto, se analisarmos os trabalhos de Helfenstein e de Batista (figuras 1 e 2) veremos que o porcentual de pacientes com lesões/doenças "verdadeiras" não chega a 20%, ou seja, existe uma multidão de "doentes de LER" que necessita de melhor avaliação médica, não só para um tratamento específico, mas sobretudo para evitarmos o crescimento desta "epidemia".
Não podemos esquecer que mesmo os doentes com lesões também padecem de sintomatologia dolorosa crônica, que não melhoram simplesmente com afastamento do trabalho e fisioterapia, ou seja, dependem de uma visão mais ampla de seu problema.
Com isto, os diagnósticos de síndrome da fibromialgia e miofascial se sobrepõem, acarretando uma série de complicações pela existência de uma doença crônica preexistente, não ocupacional. Será que o simples diagnóstico afasta qualquer possibilidade de nexo técnico? Com perda de direitos trabalhistas, instauração de possível processo judicial e demissão?
Na verdade, acreditamos que não. Se avaliarmos todas as possibilidades veremos que o fato de existir uma doença de base, facilitadora de dor, irá, na verdade, facilitar ou perpetuar um quadro iniciado por uma causa ocupacional, ou seja, a crise pode ter um fator precipitante específico, devendo assim ser aberta a CAT se for o caso, tal qual um acidente de trabalho. Da mesma forma, o fato de o trabalho piorar uma dor preexistente também dever ser considerado ocupacional e, portanto, também aberta a CAT.
Estes fatores de precipitação da síndrome dolorosa freqüentemente não são muito visíveis, nem para o paciente tampouco para o médico, como um esforço físico, trauma, etc. Devemos considerar uma conjunção de causas, principalmente as psicológicas.
Normalmente o paciente estará sob estresse psíquico, o que manterá acesa a possibilidade de sofrer dor. Todo o ambiente de trabalho estará contra ele: os colegas não acreditam, a chefia prioriza o nível de produção, e com isso o doente se sente coagido a manter seu ritmo de trabalho, sob pena de agravar seu estado de saúde, pois, não havendo lesão visível, não tem como comprovar a todos - nem a si mesmo! - a sua debilidade física.
Cria-se então um círculo vicioso, onde doente com dor a esconde de todos (estigma?!), provocando mais dor para manter seu posto de trabalho (medo?!), aumentando o estresse (tensão muscular?!), piorando sua qualidade de vida, de sono, causando-lhe ainda mais dor.
Por isto a função do médico assistente é fundamental. A relação médico-paciente forte fará com que o doente acredite em sua doença, veja a necessidade de fazer parte do tratamento, assim como sua parcela de culpa nas crises.
A interação com o médico do trabalho terá sua importância se ela realmente existir, pois na maioria das vezes essa comunicação não ocorre, prejudicando toda a programação de tratamento e retorno ao trabalho.
Assim, o conhecimento destas patologias - fibromialgia e miofascial - para a medicina ocupacional torna-se de suma importância, pois está no dia-a-dia do médico do trabalho. Saber identificá-las é a ordem do dia.
Conclusivamente, o médico do trabalho deve ter em mente que:
1- nenhuma dor deve ser ignorada;
2- a perícia ocupacional é fundamental para a caracterização do nexo técnico;
3- a existência de doença de base não invalida a causa ocupacional da crise;
4- o grau de incapacidade do trabalhador deve ser avaliado, para que a falta de restrição não provoque uma reinjúria;
5- a avaliação para o retorno deve ser feita o mais precocemente possível. A auto-estima é preponderante no seu tratamento;
6- se houver mais de um caso naquele setor medidas de avaliação e prevenção devem ser tomadas;
7- nunca deve negar a abordagem multidisciplinar para os casos mais rebeldes;
8- acima de tudo, o paciente "portador de LER/DORT" não é um "incapaz ou inválido". Deve, sim, ser orientado a adequar seu ritmo, tipo e forma de trabalho à sua capacidade física.
Pessoas com fibromialgia também têm outros sintomas como:
* Problema para dormir.
* Falta de flexibilidade pela manhã.
* Dor de cabeça.
* Ciclos menstruais doloridos.
* Formigamento ou falta de sensibilidade nas mãos e pés.
* Problemas de raciocínio e memória.
O que causa a fibromialgia?
As causas da fibromialgia são desconhecidas. Há vários fatores envolvidos. Fibromialgia tem sido relacionada a:
* Eventos estressantes ou traumáticos, como acidente de carro.
* Lesões repetitivas.
* Certas doenças.
Quem é afetado pela fibromialgia?
Fibromialgia afeta até 1 em cada 50 americanos. A maioria das pessoas com fibromialgia são mulheres. Porém, homens e crianças também podem ter essa desordem. A maioria das pessoas é diagnosticada durante a meia idade.
Pessoas com certas doenças podem ter maior probabilidade de ter fibromialgia. Essas doenças incluem:
* Artrite reumatóide.
* Lupus eritematoso sistêmico.
* Artrite espinal
Mulheres que têm algum membro da família com fibromialgia possuem maior probabilidade de também sofrerem essa desordem.
Tratamento
Há muitas coisas que você pode fazer para sentir-se melhor, incluindo:
* Tomar os remédios como prescrito.
* Ter sono suficiente.
* Praticar exercícios físicos.
* Alimentar-se bem.
* Fazer mudanças no seu trabalho, se necessário.
Que pesquisas estão sendo feita sobre a fibromialgia?
A NIAMS (National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases) patrocina pesquisas sobre a fibromialgia para melhor compreende-la e encontrar melhores formas de tratamento, prevenção e diagnóstico. Os pesquisadores estão estudando:
* Por que pessoas com fibromialgia têm maior sensibilidade à dor.
* O papel dos hormônios de estresse no organismo.
* Tratamentos médicos e de comportamento.
* Se há um gene, ou genes, que tornam a pessoas mais susceptível à fibromialgia.
A Fibromialgia agora tem remédio.
Portugal já reconhece a doença de Fibromialgia como incapacitante?
Enviada: quarta-feira, 12 de maio de 2010 11:43:44
Para: benedictxvi@vatican.va
Exmo e Meretissimo Santo PADRE,
Sua Santidade vai por certo me perdoar esta minha ausadia de lhe escrever, mas o meu desespero é tanto e muito, que me leva a vir desabafar com sua Santidade, porque Sofro muito com uma doença chamada Fibromialgia, e aqui em Portugal, pais que sua Santidade está a visitar neste momento é completamente ignorada.
É por essa razão que lhe estou a escrever, porque não conseguia chegar a sua Santidade de outra forma. O que lhe vou contar é um desabafo de uma sofredora e espero que entenda e que me ouça já que ninguém mais o faz. O meu portugues escrito não é o melhor, mas acho que sua Santidade me vai perdoar, porque não sou formada nem doutorada apenas sou uma pessoa do povo com grande devoção á fé cristã.
Chamo-me Isabel Ferreirinha tenho 42 anos e moro no Porto cidade que sua Santidade vai visitar dia 14 de Maio de 2010, sou católica e pertenco ao escutismo catolico portugues, sofro de Fibromialgia há 9 anos e venho contar a minha história em jeito de confissão e pedir a sua Santidade que intreçeda aos nossos governantes por nós que sofremos muito com esta doença.
Vou lhe relatar aqui algumas partes da minha vida e uma delas é a carta que escrevi aos nossos governantes.
Escrevi ao Presidente da República e ao Primeiro-Ministro, para que tomassem consciência de que a Fibromialgia era uma doença que me impunha limitações, tanto na vida profissional como na vida privada. Pedi para que a doença fosse reconhecida como incapacitante, assim como era nos outros países da União Europeia, à qual nós pertencemos.
Esta carta consistia no meu testemunho, como doente crónica e na descrição de como era vivido o meu dia-a-dia.
Escrevi com emoção e com revolta para que os nossos Governantes pudessem ter consciência da falta de apoio que sentia por parte deles.
Carta ao Presidente da República e ao Primeiro-Ministro no dia 13/07/2007
Testemunho de uma Doente Crónica que Sofre em Silêncio.
Chamo-me Isabel Cristina Pereira de Sousa Ferreirinha, tenho 39 anos e foi-me diagnosticado há 3 anos o Síndrome Fibromiálgico, embora esteja convencida, que existe a possibilidade de sofrer desta doença há muito mais tempo.
A dor e o desespero levaram-me a consultas médicas e depois de muitos exames (alguns bastante dolorosos), foi me diagnosticado a Fibromialgia.
Luto diariamente contra dores insustentáveis, que tantas vezes me tiram a vontade de viver e me deixam a pensar: Porque eu? Porque me tiraram as coisas mais bonitas que a vida tinha para me oferecer? Porque que já não consigo fazer parte delas?
Para que possam ter consciência do meu sofrimento, gostaria que soubessem um pouco do meu dia-a-dia.
Por vezes as dores são generalizadas, outras vezes localizadas, como por exemplo, costas, ombros, pescoço, rosto, cabeça, ancas, pernas joelhos, mãos e peito. São dores que me provocam um mau estar e incapacidade geral, como que de uma gripe com elevada temperatura se tratasse. Tantas vezes penso que estou a ser picada, ferrada por uma tremenda fera, ruída por vermes internos, queimada, um tractor suportado em cima do meu corpo, carne retirada a sangue frio. Tantas e tantas vezes pensei que estava a entrar na menopausa, tantos eram os calores que sentia, a dormência e o formigueiro que invadiam o meu corpo e logo a seguir um frio de arrepiar que nada me consegue aquecer. Tantas e tantas vezes me apetece gritar e chorar, pois não aguento me levantar e nem se querer poder ir trabalhar. O sono não reparador que tenho diariamente é um sintoma que faz com que me canse e que logo pela manhã, me levante fatigada, esgotada e as tarefas do meu dia-a-dia, tornam-se penosas. Por vezes até um simples sorriso é para mim difícil de efectuar. Quando tento fazer uma simples tarefa que para qualquer um de vocês é normal, a mim deixa-me aos dois dias de cama.
Alguém pode imaginar como uma mulher com 39 anos se sente, quando não consegue executar as tarefas que mais gosta e que sempre e em toda a sua vida as fez com prazer?
Hoje vivo com limitações, que fazem com que de tente adaptar a minha vida pessoal e social, já que a laboral ainda não tenho condições para a fazer.
Toda a medicação que é muita para acalmar a dor, fisioterapia adequada e relaxamento, tudo é pago do meu bolso, pois estas são despesas que o nosso Estado ainda não oferece de livre e espontânea vontade e aos quais todos os doentes Fibromialgicos deveriam ter direito. Já que é o único Pais da União Europeia que não reconhece a doença como incapacitante.
Além do apoio de pessoas conhecidas e familiares que sempre me dão força, outros desacreditam das minhas dores e do estado deplorável a que cheguei, fazendo muitas vezes chacota do meu estado como se de uma louca se tratasse.
Hoje em dia vão-se aproximando aos poucos sem saber se estão informados da doença em causa ou se voltaram a ver em mim a pessoa amiga, humilde, responsável, sincera e honesta que sempre fui e que continuo a ser.
Deixo neste testemunho, partes importantes da minha vida, com a esperança de que algo possa ser feito para ajudar todos os doentes Fibromialgicos que assim como eu sofrem em silêncio.
Em tom de despedida deixo-vos este pequeno texto.
“Lembrem-se que ao longo da nossa vida temos que ultrapassar vários obstáculos e várias mudanças. Só o amor e afecto que sentimos e que nos dão fazem com que viver ainda valha a pena.”
Isabel Ferreirinha 13/07/2007
É certo que recebi a resposta dos nossos governantes, mas não fizeram nada, e em nada alteraram a lei.
Em Maio de 2008, sou chamada pela quarta vez consecutiva á Junta Médica, onde volto a ser avaliada. E desta vez sou mesmo mandada trabalhar. De nada adiantou levar comigo os relatórios médicos, e a circular informativa Nº. 27/DGCG de 03/06/2003 da Direcção Geral de Saúde Divisão das Doenças Genéticas, Crónicas e Geriátricas, em que esclarecia todos os médicos sobre a doença, o Síndrome Fibromialgico.
Como tinha que ir trabalhar, a medicação foi reduzida, porque se não fosse ia a literalmente a dormir para o emprego, e assim as dores voltaram, e ir trabalhar tornou-se um pesadelo diário.
Para voltar a ter direito a baixa médica renumerada, tinha que trabalhar seis meses consecutivos. Mas o certo é, que somando o global dos dias que trabalhei não perfaziam dois meses. Passava muitos dias de cama.
O que me dava alento para continuar, era saber que tinha apoio de familiares e dos colegas de trabalho mesmo a nível hierárquico superior.
Um dos grandes problemas da Fibromialgia é que a maior parte das pessoas não compreendem a doença, dizem que somos malandros, que não queremos trabalhar e o que gostamos é de estar sem fazer nada. Bem, não imaginam como isto é doloroso, ainda dói mais do que a própria doença. A Fibromialgia é uma doença que não se vê por fora, mas quem a tem sabe o que ela nos faz por dentro.
Em Julho de 2009, fico sem emprego porque o nosso governo continua a insistir na teoria de que a Fibromialgia não é uma doença incapacitante e assim sendo não tenho direito a reforma, nem a baixa médica, sou “obrigada” a ficar no fundo de desemprego.
Sou Cidadã Portuguesa, cumpro com todos os meu deveres para com o Estado Português. No entanto o Estado Português, não cumpre na totalidade com as suas obrigações para comigo.
Neste momento, e este momento é Maio de 2010, não tenho emprego, não tenho consulta no hospital, e as crises agravam-se de dia para dia, estou a perder massa muscular, porque não consigo fazer nenhum tipo de exercício físico. Os meus dias são passados dentro de casa só, porque o marido vai trabalhar e a filha para o liceu, isto deixa-me muito tempo para pensar. As vezes entro mesmo em estado de desespero, porque sei que não posso arranjar um part-time porque sou nova para a sociedade mas velha para o mundo do trabalho. O fundo de desemprego acaba no fim do ano e eu penso como vou viver? Como vou pagar os medicamentos? Como vou sustentar uma casa e uma filha a estudar? Pois não sei. Mesmo com o marido a trabalhar e eu a receber o fundo de desemprego que nem ao ordenado mínimo chega, tenho que fazer uma grande ginástica para que o dinheiro chegue ate ao fim do mês, quando não tiver o subsidio então não sei como fazer. É nesta minhas andanças de solidão que penso nisto tudo e fico revoltada, triste sem alento nem esperança.
Só queria que o nosso Governo pensasse um pouco mais nesta doença e que dessem a reforma por incapacidade, para que possamos viver um dia de cada vez com um pouco mais de dignidade.
Obrigado Santo Padre por me ter ouvido, peço assim a sua benção já que não consigo andar neste momento para chegar até si, no Porto.
Um grande bem haja por me ter abençoada.
Isabel Ferreirinha.
sábado, 1 de janeiro de 2011
A atividade física e a qualidade de vida.
ANTENÇÃO!!!
Como desenvolver a autoestima, ganhar confiança e viver com mais entusiasmo.
Paixão, entusiasmo, alegria, esperança e tantas outras emoções positivas são o combustível para uma vida plena de EROS, essa energia magnífica que pode destruir, mas que principalmente pode ampliar.
Mais do que nunca se sabe que as doenças físicas e mentais estão profundamente associadas a fatores biológicos e psicossociais. Portanto, é importante aprender, ou melhor, reaprender a se conectar com o novo, como uma maneira de se atualizar sempre no seu desejo e na maneira de sentir e absorver o mundo que nos cerca.
Posso destacar aqui uma maneira muito simples e quase óbvia, mas que raramente usamos em nosso proveito que são nossos órgãos dos sentidos, pois é através dos órgãos sensoriais que as mensagens de prazer entram em nossa vida,estimulando o desejo.
Por que falar de desejo quando eu quero falar de autoestima, felicidade, estar de bem consigo mesmo ou mesma? Por que reconhecer o seu próprio desejo e satisfazê-lo é o alimento que a alma precisa para dar estrutura ao Ego para suportar os reveses da vida sem ser derrubada por eles.
Usar a visão para olhar o que é belo,ouvir uma música com o coração e a memória, saborear a vida e o bolo de chocolate sem culpas, acariciar e abraçar para se arrepiar; e dessa maneira abrir seus próprios canais de conexão com o mundo e com seus próprios desejos.
É necessário assumir seus prazeres e necessidades, entendendo e aceitando a diversidade em todos os sentidos, com respeito pela própria natureza e pela dos outros. Ser inteiro e a cada dia se reconhecer e se validar, hoje o gozo, amanhã choro, acerto e erro, tendo coragem e medo.
Luz e sombra fazem o todo e aceitar-se assim e se permitir sentir e viver todos os seus desejos e se encontrar com seu próprio EU, aquele que a gente muitas vezes esconde da gente mesma por conta das obrigações e responsabilidades.
Fazer a cada dia um novo dia, em anseios e respostas, abdicando das fórmulas prontas que muitas das vezes está calcada não nos desejos e experiências, atuais, mas sim em dificuldades e medos ultrapassados e sem sentido no hoje, no aqui e agora.
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Os Imprescindíveis.
Há homens que lutam por um dia e são bons.
Há outros que lutam por um ano e são melhores.
Há outros, ainda, que lutam por muitos anos e são muito bons.
Há, porém, os que lutam por toda a vida,
Estes são os imprescindíveis.
Bertolt Brecht.