Busque! GANHE E BUSQUE AQUI! TEMAS SOBRE SAÚDE E PREVENÇÃO.

Não há cura para o NASCER e o MORRER, a não ser SABOREAR o intervalo”.


ATENÇÃO!!!

IMPORTANTE: AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE SITE TEM CARÁTER INFORMATIVO
E NÃO SUBSTITUEM AS OPINIÕES, CONDUTAS E DISCUSSÕES ESTABELECIDAS ENTRE MÉDICO E PACIENTE.

OLÁ! SEJAM BEM VINDOS! VOLTEM SEMPRE!

Pesquisar este blog

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Frisium atrapalha desempenho sexual.

FRISIUM
Tópicos desta bula
FRISIUM® - Clobazam

Comprimidos 10 mg - embalagens com 20 comprimidos
Comprimidos 20 mg - embalagens com 20 comprimidos
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO - FRISIUM
Frisium 10 mg
Cada comprimido contém:
Clobazam .................... 10 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido
(amido de milho, lactose, talco, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal)
Frisium 20 mg
Cada comprimido contém:
Clobazam .................... 20 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido
(lactose, talco, estearato de magnésio, amido de milho, dioxido de silício coloidal)
                                                                                                              

INFORMAÇÃO AO PACIENTE - FRISIUM

Ação esperada do medicamento: FRISIUM tem ação ansiolítica e tranqüilizante e o início da ação ocorre cerca de 30 minutos após sua administração.
Cuidados de armazenamento: na sua embalagem original, FRISIUM deve ser conservado ao abrigo da luz, calor e umidade.
Prazo de validade: vide cartucho. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. Nenhum medicamento deve ser utilizado após o término do seu prazo de validade, pois pode ser ineficaz e prejudicial para sua saúde.
Gravidez e lactação: informar ao médico ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. FRISIUM não deve ser utilizado no primeiro trimestre da gestação, bem como durante o  período deamamentação.
Cuidados de administração: o uso de FRISIUM deve ser avaliado periodicamente pelo médico. Não aumente a dose caso a medicação se torne ineficaz, sem orientação médica. O uso prolongado ou de doses maiores que as recomendadas pode levar à dependência física ou psíquica. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Cuidados na interrupção do tratamento: Não interromper ou modificar o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Após uso prolongado, deve- se retirar o medicamento gradualmente para evitar sintomas de abstinência.
Reações adversas: informar ao médico ocorrência de reações desagradáveis tais como: sensação de cansaço, sono, dor de cabeça, tontura, enjôos, perda de apetite, prisão de ventre e secura na boca.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: deve ser evitada a ingestão concomitante de bebidas alcoólicas ou de outras substâncias depressoras do Sistema Nervoso Central. Para maiores informações, consulte o item Interações medicamentosas.
Contra- indicações e Precauções: Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja utilizando antes do início, ou durante o tratamento. Informe também caso você tenha problemas respiratórios,miastenia grave e problemas de rim ou fígado.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.
INFORMAÇÃO TÉCNICA - FRISIUM
FRISIUM (Clobazam) é o 7- cloro 1-metil 5-fenil 1H-1,5 benzodiazepina 2,4 (3H, 5H)-dione. Contém como princípio ativo o clobazam, um tranqüilizante do grupo dos benzodiazepínicos com efeito ansiolítico nitidamente predominante. Deste modo, não interfere no rendimento psicomotor, permitindo o desempenho das atividades normais do paciente.
FRISIUM está indicado nos estados agudos e crônicos de ansiedade, que podem manifestar- se do seguinte modo: ansiedade, tensão, agitação, excitação, irritabilidade, insônia de origem emocional, transtornos psicovegetativos e psicossomáticos (por exemplo no sistema cardiovascular ou no trato gastrintestinal), assim como instabilidade emocional.
A indicação em casos de transtornos psicovegetativos e psicossomáticos restringe- se aos casos em que não haja causas orgânicas. Antes de iniciar o tratamento dos estados de ansiedade associados com instabilidade emocional, deve ser determinado se o paciente sofre de depressões que requeiram tratamento especial ou adicional.
FRISIUM está também indicado para terapia complementar nos casos de epilepsia, não adequadamente controlados com o uso de  anticonvulsivantes clássicos.
                                                                                                    

INDICAÇÕES - FRISIUM

Ansiolítico e sedativo.
CONTRA-INDICAÇÕES - FRISIUM
Hipersensibilidade ao clobazam ou a qualquer componente da fórmula; 
Histórico de dependência a drogas ou ao álcool (aumento do risco de desenvolver dependência); 
Doença muscular progressiva crônica - Miastenia grave (risco de agravamento da doença); 
Insuficiência respiratória grave (risco de degeneração); 
Síndrome da apnéia do sono (risco de degeneração); 
Insuficiência hepática grave (risco de encefalopatia); 
Frisium está contra- indicado no primeiro trimestre da gestação e durante a lactação.
FRISIUM não deve ser administrado normalmente a crianças de 6 meses a 3 anos de idade. Entretanto em casos excepcionais, onde há indicações obrigatórias, pode ser usado para tratamento convulsivante.
Os pacientes não devem ingerir álcool durante o tratamento, porque há risco aumentado de sedação e outros efeitos adversos.
                                                                                                         

PRECAUÇÕES - FRISIUM

A administração de Frisium em altas doses, pode causar depressão respiratória. Portanto, os pacientes cominsuficiência respiratória crônica ou aguda devem ter a sua função respiratória monitorada e redução da dose pode ser necessária.
O clobazam pode causar fraqueza muscular. Portanto, em pacientes com fraqueza muscular pré- existente ou com oscilação de movimentos e no modo de andar devido a doenças da medula espinhal e do cerebelo (ataxia espinhal ou cerebelar), recomenda-se observação especial e possível redução na dose do paciente.
Lapsos de memória para eventos que ocorram após um evento "causador da doença" (amnésia anterógrada) podem ocorrer mesmo quando os benzodiazepínicos são utilizados em uma variação de dose normal, mas especialmente quando se utilizam doses mais altas.
Pacientes com insuficiência na função renal ou hepática apresentam uma resposta aumentada ao clobazam e maior suscetibilidade aos seus efeitos adversos, portanto, em tais pacientes uma redução da dose pode ser necessária. Em tratamento prolongado, a função renal e hepática devem ser avaliadas regularmente.
Os benzodiazepínicos, incluindo o Clobazam, podem levar à dependência física e psicológica. O risco de dependência aumenta com a dose e a duração do tratamento. Entretanto, o risco está presente mesmo com a ingestão diária de clobazam durante períodos de somente algumas semanas, e se aplica não somente ao possível abuso com altas doses, mas também com a variação da dose terapêutica. O risco de dependência está aumentado em pacientes com histórico de abuso de drogas ou álcool. O benefício terapêutico deve ser avaliado contra o risco de dependência durante o uso prolongado.
Na retirada dos benzodiazepínicos, especialmente se abrupta, um fenômeno rebote ou síndrome de retirada podem ocorrer.
Fenômeno rebote: O fenômeno rebote é caracterizado pela recorrência, de forma acentuada, dos sintomasque originalmente levaram ao tratamento com clobazam (por exemplo: ansiedade, convulsões). Isto pode estar acompanhado por outras reações incluindo alterações de humor, ansiedade ou distúrbio do sono ou agitação.
Síndrome da retirada: Após o desenvolvimento da dependência física, a interrupção abrupta do tratamento com clobazam pode levar a sintomas de abstinência. Isto pode incluir cefaléias, distúrbios do sono, aumento dos sonhos, ansiedade extrema, tensão, agitação, confusão e excitabilidade, alteração na percepção ambiental, perda de sentimento de identidade em relação aos outros ou do seu próprio senso de realidade (despersonalização), alucinações e psicoses sintomáticas (delírio de abstinência), sensações de entorpecimento e formigamento das extremidades, dor muscular, tremor, sudorese, náusea, vômito, agudeza anormal da audição (hiperacusia), hipersensibilidade à luz, barulhos e contato físico, bem como convulsões epilépticas. A síndrome de abstinência também pode ocorrer na troca abrupta do benzodiazepínico de ação prolongada (por exemplo, Frisium) para um de ação de curta duração.
No tratamento de epilepsia com benzodiazepínicos, incluindo Frisium, deve- se considerar a possibilidade de uma diminuição na eficácia (desenvolvimento de tolerância) durante o tratamento.
FRISIUM pode causar sedação ou efeitos adversos similares, assim como fraqueza muscular. Estes efeitos podem prejudicar a habilidade de concentração e reação e, portanto, constituem risco em situações onde estas habilidades são de particular importância (dirigir ou operar máquinas).
Uso durante a Gravidez e lactação: - FRISIUM
FRISIUM está contra- indicado no primeiro trimestre da gestação e durante a lactação.
Após o primeiro trimestre da gestação, FRISIUM somente deve ser utilizado se houver indicação precisa e estrito controle médico. A utilização de Frisium, em altas doses imediatamente antes ou durante o nascimento da criança pode provocar hipotermia, hipotonia, depressão respiratória e dificuldade em beber nos recém- nascidos. Adicionalmente pode ocorrer dependência física aos benzodiazepínicos em recém-nascidos de mães que tomaram o medicamento por longos períodos até o final da gravidez. No período após o nascimento, estes recém-nascidos podem apresentar risco de desenvolver a Síndrome de Abstinência.
O clobazam é excretado no leite materno, portanto, uma decisão deve ser tomada quanto a interrupção dalactação ou do tratamento da mãe, levando em conta a importância da droga para a mesma.
                                                                                                              

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - FRISIUM

O uso concomitante de FRISIUM, especialmente quando utilizado em altas doses, com drogas depressoras do Sistema Nervoso Central, tais como analgésicos narcóticos, antihistamínicos sedativos, hipnóticos, ansiolíticos, alguns antidepressivos, anticonvulsivantes, anestésicos, antipsicóticos ou outros sedativos potencializa o efeito mutuamente. O mesmo efeito ocorre com o uso concomitante de bebidas alcoólicas. Deve- se tomar extremo cuidado, quando FRISIUM é utilizado nos casos de superdosagem com Lítio ou com as substâncias acima.
O uso concomitante de álcool poderá aumentar em 50 % a biodisponibilidade de FRISIUM no organismo, aumentando assim seus efeitos.
O uso concomitante de FRISIUM com analgésicos narcóticos poderá intensificar a euforia, podendo levar ao aumento da dependência psicológica.
Nos casos em que FRISIUM é administrado como terapia auxiliar no tratamento da epilepsia com outros anticonvulsivantes, a dose deve ser ajustada sob estrita supervisão médica, (monitoração do EEG), uma vez que podem ocorrer interações com a medicação básica do paciente.
Nos pacientes que recebem tratamento simultâneo de ácido valpróico e FRISIUM, pode haver um aumento leve a moderado na concentração plasmática de ácido valpróico. No tratamento concomitante com Frisium, os níveis plasmáticos da fenitoína podem aumentar. Se possível, os níveis sanguíneos do ácido valpróico ou da fenitoína devem ser monitorados. Carbamazepina e fenitoína podem causar um aumento na conversão metabólica do clobazam para N- desmetil clobazam.
Os efeitos dos relaxantes musculares, analgésicos e óxido nitroso podem aumentar.
O tratamento concomitante com substâncias que inibem o sistema da monooxigenase, como por exemplo cimetidina ou eritromicina, pode aumentar e prolongar a ação de clobazam. 
                                                                                                                

REAÇÕES ADVERSAS - FRISIUM
Sedação, levando ao cansaço e sonolência, poderá ocorrer, especialmente no início do tratamento comFRISIUM ou na administração de altas doses. Podem também ocorrer diminuição do tempo de reação, sonolência, paralisação das emoções, confusão, cefaléia, secura da boca, constipação, perda do apetite,náusea, vertigens, fraqueza muscular, ataxia, ou leve tremor nos dedos.
Especialmente em pacientes que receberam tratamento com altas doses ou a longo prazo, pode haver anormalidades reversíveis tais como diminuição ou indistinção da fala (distúrbios de articulação), oscilação do movimento e do modo de andar, distúrbios da visão (visão dupla, nistagmo), ganho de peso ou perda da libido.
Foram relatados casos muito raros de perturbação da consciência, algumas vezes combinada com distúrbios respiratórios, após uso prolongado de benzodiazepínicos, particularmente em pacientes idosos, que algumas vezes persiste durante algum tempo.
Podem ocorrer casos isolados de reações cutâneas, tais como exantema, e erupções como urticária.
Especialmente em idosos e crianças podem ocorrer reações paradoxais como excitação, irritabilidade, agressividade, delírio, alucinações, estado agudo de agitação, pesadelos, acessos de raiva, reações psicóticas, ansiedade, tendências suicidas, espasmos musculares freqüentes, dificuldade em adormecer e em adormecer profundamente. Na ocorrência de tais reações, o tratamento com FRISIUM deve ser interrompido.
Tolerância e dependência poderão ocorrer, especialmente durante o uso prolongado.
Amnésia anterógrada pode ocorrer mesmo quando os benzodiazepínicos são usados em doses normais, mas especialmente em doses elevadas. Efeitos amnésicos podem estar associados com atitudes inapropriadas.
Depressão respiratória pode ocorrer especialmente na administração de elevadas doses de FRISIUM. Portanto, particularmente em pacientes com insuficiência da função respiratória pré- existente (por exemplo em pacientes com asma brônquica), ou naqueles com dano cerebral podem ocorrer insuficiência respiratóriaou degeneração.
Uma depressão pré- existente pode ser mascarada durante o tratamento com benzodiazepínicos.
Informe ao seu médico se você perceber qualquer um desses efeitos adversos listados acima ou qualquer outros efeitos indesejados ou alterações inesperadas. Tendo em vista que alguns efeitos adversos, por exemplo depressão respiratória, podem sob certas circunstâncias tornarem risco à vida, é essencial que, caso reações repentinas ou graves ocorram, o médico seja informado imediatamente.
                                                                                                         

POSOLOGIA - FRISIUM
                         
A dose inicial recomendada para adultos é de 20 mg/dia. Caso seja necessário, esta pode ser aumentada a critério médico.
Nos casos de tratamento de ansiedade a dose inicial usual é de 20 mg/dia. Se houver necessidade a dose pode ser aumentada para 30 mg/dia.
Em pacientes idosos, a dose usualmente empregada é de 10 a 15 mg/dia. Após a obtenção do efeito desejado, esta deve ser reduzida, ficando a dose de manutenção a critério médico.
Para crianças com idade entre 3 e 15 anos a dose diária de 5 a 10 mg é geralmente suficiente. Para administração de FRISIUM para crianças de 6 meses a 3 anos de idade, vide Precauções.
                                                                                                                
TRATAMENTO DA EPILESIA
Assim como outros benzodiazepínicos, existe a possibilidade da diminuição da eficácia de anticonvulsivantes quando usados concomitantemente com FRISIUM.
. Dose em adultos e adolescentes acima de 15 anos: recomenda- se iniciar com doses pequenas (5 a 15 mg/dia) aumentando-a gradualmente até um máximo de 80 mg/dia. Por outro lado, tanto o tratamento contínuo, por exemplo com 20 mg/dia, quanto o intermitente (interrupção do tratamento e prescrição novamente logo a seguir) provaram ser eficazes.
. Tratamento combinado com um ou mais anticonvulsivantes em crianças com idade entre 3 e 15 anos: recomenda- se iniciar com dose de 5 mg e uma dose de manutenção de 0,3 a 1 mg/kg é geralmente suficiente.
Em pacientes com comprometimento hepático ou renal a dose deve ser reduzida.
Os comprimidos devem ser ingeridos com líquidos.
A dose diária pode ser administrada como dose única à noite, ao deitar, ou dividida durante o dia, porém com concentração maior desta no período noturno.
A dose e duração do tratamento deve ser ajustada à resposta clínica individual de cada paciente e orientada pelo médico assistente, principalmente quando for maior que 4 semanas.
O tratamento com FRISIUM deve ser utilizado sempre com a menor dose possível.
O tratamento com FRISIUM por períodos prolongados não deve ser interrompido bruscamente. Recomenda- se a redução gradual da dose sob supervisão médica, com a finalidade de se evitar a ocorrência de sintomasde síndrome de abstinência tais como cansaço, ansiedade e insônia.
SUPERDOSAGEM - FRISIUM

Superdosagem e intoxicação com benzodiazepínicos, incluindo Clobazam, podem conduzir a depressão doSistema Nervoso Central, associado a sonolência, confusão e apatia, possivelmente levando à ataxia, depressão respiratória, hipotensão e, raramente coma. O risco de fatalidade aumenta em casos de envenenamento combinado com outros depressores do Sistema Nervoso Central, incluindo o álcool.
No tratamento por intoxicação deve ser levado em consideração o possível envolvimento de múltiplos agentes.
Lavagem gástrica, reposição de fluidos intravenosos e medidas de suporte podem ser indicadas adicionalmente a monitorização da consciência, respiração, pulso e pressão sangüínea. Equipamentos para lidar nos casos de complicações como obstrução das vias aéreas ou insuficiência respiratória devem estar disponíveis. Casos de hipotensão podem ser tratados com substitutos do plasma e, se necessário, com agentes simpatomiméticos.
A eliminação secundária de FRISIUM (por diurese forçada ou hemodiálise) é ineficaz. A eficácia da administração suplementar de fisostigmina (um agente colinérgico) ou de flumazenil (um antagonista dos benzodiazepínicos) não deve ser utilizada devido a experiência existente insuficiente.
                                                                                                         
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
ATENÇÃO - O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA

FRISIUM - Laboratório

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

SONAMBOLISMO.

Manifesta-se quando se caminha ou se fala dormindo. Três por cento dos adultos, sem distinção de sexo, caminham dormindo regularmente. Quinze por cento das crianças entre 6 e 12 anos (a maioria delas do sexo masculino) caminharam ao menos uma vez quando dormiam e 6% delas o fazem uma vez por semana. Este distúrbio apresenta-se durante a fase de sono mais profundo e um mal-funcionamento cerebral leva o indivíduo de um estado de inconsciência a uma zona de despertar psicológico parcial. Está demonstrado que o sonambulismo tem causa genética, assim como os pesadelos noturnos e a transpiração copiosa. Uma em cada cinco pessoas fala dormindo e isto produz-se durante a fase mais leve do sono. Não se produz uma conversa com sentido, mas sim palavras soltas e respostas sem sentido.
Movimentos ou atividades anormais
Nas perguntas sobre movimentos ou atividades anormais durante o sono deve-se, além de registrar os achados esclarecer a história e detalhá-la. Valoriza-se esses sintomas, pois o sono, por definição, é um estado de quiescência. Diversos distúrbios, porém, tornam o sono inquieto. A sensação de pernas inquietas antes de adormecer deve ser valorizada como causa de dificuldade de iniciar o sono.
Sintomas relacionados
• dormir melhor fora de casa;
 
• problemas do local em que dorme no que se refere à temperatura, ao ruído, etc;
 
• cama desfeita;
 
• movimentos isolados ou complexos durante o sono;
 
• sono agitado;
 
• sensação desagradável nas pernas que obrigue a movimentá-las;
 
• falar ou gemer durante o sono;
 
• sonhos cansativos que se desenrolam sem cessar;
 
• cãibras;
 
• acordar pela manhã com cefaléia;
 
• sudorese, mesmo em noites que outras pessoas não suam;
 
• acordar com boca seca;
 
• noctúria;
O sonambulismo consiste em uma série de comportamentos considerados problemáticos e se relacionam com transtornos do sono sendo mais comum na infância e adolescência, porém com certa insidência na população adulta.
A pessoa com esse transtorno pode apresentar os seguintes comportamentos:
Sentar-se na cama, andar pelo quarto ou corredores, arrumar roupas, mexer em objetos, procurar por comida, ir ao banheiro, falar com alguém, tentar sair de casa, etc.
O tempo de duração do sonambulismo pode varias de 1 minuto até meia hora, em geral até 15% da população apresenta algum tipo de sonambulismo.´Sua incidência é maior em crianças com idade de 4 a 8 anos. Caso persista após os 10 anos e na vida adulta esse transtorno é sugestivo de um transtorno de personalidade.
A pessoa que apresenta esse sonambulismo se for acordada durante o evento apresenta-se confusa, desorientada e pode até ficar agressiva. Após o episódio é também comum a amnésia e a pessoa não se lembrar do que fez ou falou.
Uma das causas do sonambulismo está relacionada com a privação do sono (ficar muito tempo sem dormir) e também com algumas doenças e febre alta. O uso de remédios e drogas aumentam a chance de desencadear os sintomas principalmente drogas psiquiátricas como litio, desipramina, alterações tireóide, etc.
O tratamento envolve uma boa anamnese inclusive com interrogatório de familiares que presenciam os eventos, uso de medicação (quando necessária), aconselhamento e psicoterapia, não se esquecendo de medidas de precaução, para que a pessoa não corra riscos durante os eventos, até que haja controle do distúrbio.
A psicoterapia comportamental e cognitiva-comportamental são as abordagens mais utilizadas e eficazes tanto para adultos quanto para crianças.

Linfoma.

O linfoma é um tipo de câncer que afeta o sistema linfático. Os linfomas podem ocorrer em pessoas de qualquer idade; entretanto o linfoma atinge adolescentes de 15 a 19 anos mais do que qualquer outro câncer. É o quinto tipo de câncer mais frequente no mundo.
“Ainda não se sabe como prevenir o linfoma, mas a doença já pode ser tratada e curada em um grande número de pacientes. Hoje, os tratamentos mais modernos oferecem esperança às pessoas que apresentam linfoma”, esclarece Doutora Ana Lúcia Cornacchioni, oncologista do Instituto de Tratamento do Câncer Infantil (Itaci-ICR-FMUSP) e membro do Comitê Científico da ABRALE.
O linfoma é um tipo de câncer sanguíneo que se desenvolve nos linfonodos (gânglios) do sistema linfático, responsáveis pela defesa do organismo contra infecções. Ele pode se desenvolver em qualquer parte do organismo.
Sintomas e causas do linfoma
O primeiro sintoma deste câncer é o aumento dos gânglios, principalmente nas regiões do pescoço, das axilas e da virilha; seguido de febre, suor noturno, cansaço e dores no corpo. Estima-se que, em média, 44 mil brasileiros contraem linfoma a cada ano. A taxa de incidência do linfoma está aumentando e a taxa de mortalidade também continua a crescer.
As causas do linfoma ainda não são conhecidas, entretanto, já há pesquisas em andamento que definem algumas causas, como por exemplo:
1.    Condições de saúde
O risco pode ser maior em pessoas que:
• apresentam alguma doença que enfraqueça seu sistema imunológico (exemplo: infecção pelo HIV, o vírus que causa a AIDS).
• receberam transplantes de órgãos e necessitam de medicamentos para evitar a rejeição.
2.    Idade e sexo
O linfoma é um pouco mais comum entre homens e em certas faixas etárias, como a adolescência, entre 15 e 19 anos.
3.    Atividades de risco
O trabalho com produtos químicos, inseticidas, herbicidas e madeira pode aumentar o risco de linfoma não-Hodgkin. Mas a maioria dessas pessoas não desenvolve a doença.
4.    Hereditariedade
Os cientistas estão continuamente procurando descobrir se fatores genéticos também podem influenciar o desenvolvimento de linfomas, mas isso ainda não foi comprovado.
Tratamento para Linfoma
O tratamento vai depender principalmente do tipo e do estágio do linfoma diagnosticado.
“A quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea podem ser modalidades de tratamento a serem utilizadas em conjunto ou não, dependendo do tipo de linfoma”, esclarece doutora Cornacchioni.
A cura do linfoma é uma realidade em torno de 80% dos pacientes com a doença de Hodgkin. Cerca de 70% dos pacientes de linfoma não-Hodgkin podem ser curadas da sua doença.
“Para muitos pacientes, novos tratamentos significam novas chances de sobrevivência e uma maior qualidade de vida”, conclui Doutora Ana.
Novos Tratamento para Linfoma
Estão sendo pesquisados novos tratamentos como:
•    Anticorpos monoclonais.
•    Medicamentos mais efetivos e seguros que matem as células acometidas pelo linfoma com danos mínimos às células normais.
A oncologista explica que manter alguns hábitos saudáveis ajudam na prevenção da doença como:
•    Consumir grande variedade de alimentos saudáveis diariamente. “É preferível fazê-lo em várias refeições menores”, explica.
•    Não fumar; “se você for fumante, procure auxilio para parar”.
•    Praticar exercícios e descansar adequadamente, “é essencial conversar com o seu médico antes de começar um programa de exercícios”.
•    “Vá a todas as consultas de acompanhamento”, e
•    “Siga o que for recomendado pelo seu médico com o objetivo de prevenir infecções”, conclui.

AIDS, cura em breve? – Cientistas provocam ‘autodestruição’ de células de HIV; Cura da AIDS – Homem é oficialmente curado da doença.

19.08.20101
Promissora pesquisa com o HIV consegue fazer células infectadas se autodestruírem, o que seria uma esperança de cura para as mais de 33 milhões de pessoas portadoras do vírusno mundo.
Atualmente, os tratamentos existentes não erradicam o vírus das células hospedeiras, mas sim impedem que ele se replique e atrasam o aparecimento dos sintomas da AIDS.
No entanto, esta nova pesquisa publicada no periódico AIDS Research & Therapy descreve uma abordagem nova para eliminar o vírus: destruir todas as células infectadas.
O HIV se espalha pelo corpo humano quando o DNA do vírus é incorporado ao genoma do hospedeiro. Isso porque, por ser um vírus, o HIV precisa usar a estrutura das células de seu hospedeiro para se replicar. Ele se integra ao genoma humano apenas inserindo um pedaço de seu DNA que seja o suficiente para se replicar – mas não o bastante para causar instabilidade no genoma de seu hospedeiro e levar à morte programada da célula infectada.
Basicamente, se o corpo do hospedeiro sentir algo muito estranho, ele mesmo irá auto-destruir a célula.
As terapias atuais funcionam bloqueando essa replicação em diferentes níveis, mas não eliminam as células infectadas.
Foi buscando uma forma justamente de eliminar estas células que os professores Abraham Loyter e Assaf Friedler, na Hebrew University, em Jerusalém, montaram uma equipe de pesquisa. O objetivo era tentar induzir um aumento da integração do DNA do HIV no genoma humano, levando à destruição da célula.
Para isso, eles desenvolveram peptídeos (chamados de “mix”) que podem penetrar nas células infectadas e simular a atividade da integração viral. A simulação resultou em um aumento no número de moléculas do DNA do vírus integradas nas células. Isso fez com que essas entrassem no “modo pânico”, o que causou sua autodestruição.
Apesar de resultados promissores, esta ainda é uma pesquisa preliminar. Os experimentos só foram capazes de “curar” o HIV em pequenas porções de células cultivadas em laboratório. Mesmo assim, os pesquisadores estão otimistas com a possibilidade de esses estudos levarem a uma cura definitiva.
Fonte Info
15.12.20101
Pela primeira vez, um homem foi oficialmente declarado curado da infecção por HIV. A cura quase o matou, mas abre uma porta – um vislumbre – de esperança para o que pode, um dia, acabar com o problema de vez.
Estranhamente, o diagnóstico que mais preocupou Timothy Ray Brown em 2007 foi leucemia mieloide aguda. A AIDS é considerada desde 2007 como uma doença crônica tratável, mas com certeza é um problema muito difícil de se lidar. O que levou Brown, de 42 anos, aos cuidados do hospital Charité, em Berlim, Alemanha, foi a ameaça mais imediata que seu câncer representava.
O tratamento pelo qual Brown passou foi agressivo: quimioterapia que destruiu a maior parte de suas células imunes. Irradiação total do corpo. E depois, um transplante arriscado de células-tronco no qual cerca de um terço dos pacientes não sobrevivem – mas que parece ter curado Brown completamente da AIDS.
Os médicos foram espertos ao escolher um doador de células-tronco para Brown. O homem cuja medula óssea eles usaram tem uma mutação genética especial, presente em um número incrivelmente pequeno de pessoas no mundo, que o torna quase que invulnerável ao HIV. Com as defesas do organismo de Brown dizimadas pelos tratamentos, as células saudáveis e resistentes ao HIV do doador repovoaram o sistema imunológico dele. Os primeiros sinais de que o vírus havia sido abatido foram promissores. Mas só agora, sem tomar remédios antirretrovirais desde o transplante, e passar por testes completos que não mostraram qualquer sinal do HIV, os médicos puderam declarar oficialmente:
Ele está curado.
O que isto significa para o futuro do tratamento da AIDS? Não é qualquer paciente com HIV que pode ou quer passar pelo sofrimento enorme necessário para a cura de Brown, nem é qualquer um que pode ou quer pagar pelo procedimento. Mas pela primeira vez, descobrimos que a AIDS pode ser curada, não só tratada. Isto abre novos caminhos de pesquisa – terapia genética, tratamentos com células-tronco – que poderiam ter sido desconsiderados antes.
Fonte Gizmodo Brasil

Hemiparesia cronica cansaço.

Fortalecimento Muscular em Hemiparéticos Crônicos
Fortalecimento Muscular em Hemiparéticos Crônicos:
Fazer ou não fazer?
Em primeiro lugar devemos nos fazer duas perguntas: existe influência do exercício resistido sobre o tônus muscular dos pacientes hemiparéticos crônicos que, na maioria das vezes, possuem um componente espástico? E ainda, existe influência do mesmo tipo de exercício sobre a funcionalidade destes pacientes?
Sabemos hoje que a Doença Encéfalo-Vascular (DEV), também conhecida como Acidente Vascular Encefálico (AVE), é uma patologia de importância mundial na saúde pública, sendo responsável no Brasil por cerca de 80% do total de internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É uma patologia de causas muitas vezes preveníveis, pela conscientização da população sobre seus fatores de risco, como a hipertensão arterial sistêmica, a diabetes melitus e as cardiopatias em geral. No entanto, a DEV é classificada hoje como uma causa comum de morbi-mortalidade em todo o mundo.
A DEV traz consigo seqüelas variáveis que incluem diversas alterações no campo sensorial, perceptual, cognitivo e motor, sendo sua seqüela mais comum a hemiplegia/hemiparesia, que é a presença de déficit de controle motor de um lado do corpo (total/parcial). Outras disfunções motoras encontradas são a fraqueza muscular global, espasticidade, padrões anormais de movimento e falta de condicionamento físico. Estas seqüelas podem reduzir a capacidade de realizar tarefas funcionais, limitando a independência e a qualidade de vida do indivíduo, contribuindo para uma pobre auto-estima, depressão, isolamento social e maior deterioração física.
Tradicionalmente, sabe-se que a espasticidade é uma seqüela importante no que se refere à recuperação da função motora. Além disso, pelo fato de ter sido observado clinicamente que o esforço físico exacerba a espasticidade, atividades terapêuticas envolvendo contrações musculares resistidas tornaram-se estritamente contra-indicadas para pessoas com lesão no sistema nervoso.
É consenso na literatura atual que a fraqueza muscular, presente tanto no lado hemiparético quanto no lado comumente denominado “não-acometido”, é uma séria limitação à função e à reabilitação, atrasando muitas vezes o ganho funcional do paciente hemiparético crônico ao longo da terapia, agravando ainda mais sua dependência funcional.
Então por quê não realizar o fortalecimento muscular para minimizar os efeitos da seqüela motora sobre a função dos pacientes hemiparéticos crônicos? Atualmente, novos estudos têm sido feitos para investigar os efeitos do treinamento de força muscular nestes pacientes. Historicamente, esta terapêutica não tem sido amplamente utilizada na reabilitação dos pacientes hemiparéticos crônicos em razão do receio, não comprovado cientificamente, de exacerbação da restrição imposta pelo músculo espástico e de reforço dos padrões anormais de movimento através da interferência do exercício na coordenação e no timing do controle motor. Entretanto, estudos recentes vêm demonstrando que é possível obter ganhos no desempenho motor e funcional sem alterar o tônus muscular dos pacientes hemiparéticos crônicos após a realização dos exercícios de fortalecimento muscular, mesmo através da utilização de aparelhos de musculação comuns.
Muitos estudos recentes demonstram associação significativa entre o ganho de força muscular de membros inferiores e a melhora da performance funcional, verificadas através de mensurações como a velocidade da marcha, a habilidade de subir escadas e o teste de caminhada de seis minutos. Este ganho de força muscular associado ao ganho funcional influencia indiretamente na qualidade de vida dos pacientes com hemiparesia crônica após a DEV, pois estes indivíduos passam a realizar novamente atividades antes interrompidas, melhorando sua participação social e sua independência.
A maioria dessas pesquisas tende a associar o exercício resistido a algum tipo de atividade funcional, como por exemplo fortalecer membros inferiores utilizando esteira ergométrica e posteriormente testar a função da marcha. Isso nos leva a pensar se não seria a associação de função à atividade de fortalecimento que estaria levando a um ganho funcional associado ao ganho de força muscular. Sim, isso é possível! No entanto, alguns estudos vêm utilizando apenas o fortalecimento muscular sem associar a nenhum tipo de função, com a utilização de aparelhos de musculação encontrados em qualquer academia, como o leg-press e as caneleiras com pesos graduados. Estes estudos também encontraram associação significativa entre o ganho de força muscular e o ganho de função, mensurada através da velocidade da marcha e do teste de caminhada de seis minutos.
Agora já conhecemos a associação entre os exercícios de fortalecimento muscular e a função dos pacientes hemiparéticos crônicos. Mas e a associação entre os exercícios resistidos e o tônus muscular?
A utilização de programas de fortalecimento muscular em hemiparéticos sempre despertou preocupações a respeito de possíveis efeitos deletérios sobre o tônus muscular. No entanto, muitos estudos hoje vêm mostrando que não existe alteração significativa no tônus muscular após a aplicação de um programa de fortalecimento muscular em hemiparéticos crônicos; nem para melhor, nem para pior. Logo, se não há alteração no tônus muscular e existe uma melhora significativa na força muscular associada à função, por que não realizar os exercícios resistidos com mais frequência na reabilitação de hemiparéticos crônicos? Além das melhoras motoras evidentes, ainda verifica-se um maior aproveitamento por parte dos pacientes, reduzindo a quantidade de faltas dos programas e minimizando o estigma de “doente”, trazendo o indivíduo para mais perto da equipe de reabilitação, melhorando ainda mais sua qualidade de vida e participação social.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

DISTÚRBIO DA SONOLÊNCIA EXCESSIVA.

Os transtornos do sono são problemas que afetam muitas pessoas e podem estar relacionados a alguns fatores como hábitos, costumes e problemas respiratórios que prejudicam um dormir com sono reparador.
Um distúrbio do sono que acontece com muita freqüência e nem sempre as pessoas buscam atendimento médico ou tentam descobrir as causas e tratamento, refere-se ao distúrbio do sono que provoca sonolência excessiva.
A sonolência excessiva (SE) e os distúrbios do sono (DS) são prevalentes na nossa sociedade e os estudos apontam sérias conseqüências desses problemas, como acidentes de trabalho, acidentes de automóveis, atropelamentos, etc.
A sonolência é uma função biológica, definida como uma probabilidade aumentada para dormir. Já a sonolência excessiva (SE), ou hipersonia, refere-se a uma propensão aumentada ao sono com uma compulsão subjetiva para dormir, tirar cochilos involuntários e ataques de sono, quando o sono é inapropriado.
A Sonolência excessiva acomete 2 a 5% da população, tendo como conseqüências prejuízo no desempenho nos estudos, no trabalho, nas relações familiares e sociais, alterações neuropsicológicas e cognitivas e risco aumentado de acidentes.
A sonolência excessiva tem sido há muito tempo atribuída e associada à depressão e à apatia. No entanto, nenhuma condição causa sonolência excessiva, sem que haja ausência fisiológica de base.
A sonolência excessiva deve ser distinguida da fadiga e da apatia, já que estes sintomas estão mais associados com uma variedade de doenças médicas e psiquiátricas como: esclerose múltipla, lúpus, câncer, infecções, doença de Parkinson, acidentes vasculares cerebrais, síndrome da fadiga crônica, fibromialgia, depressão,entre outras.
A fadiga é referida como cansaço, falta de energia e exaustão. É geralmente induzida por excesso de atividade e aliviada pelo repouso.
Já a sonolência excessiva é caracterizada como uma diminuição da capacidade de trabalho físico e/ou mental e tem, muitas vezes, alívio incompleto com o repouso ou sono e está geralmente associada a distúrbios do sono.
As principais causas de sonolência excessiva estão relacionadas à privação crônico de sono, ou seja, sono insuficiente, a apnéia, hipopnéia, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas, distúrbio do ritmo circadiano, hipersonia idiopática, uso de drogas e medicações.
E importante identificar as possíveis causas isoladas ou combinadas que provocam o distúrbio de sonolência excessiva, para que se aplique uma terapia adequada na recuperação do equilíbrio homeostático de forma que o sono possa ser recuperador para o paciente.
Causa fadiga N º 1: não dormir o suficiente
Pode parecer óbvio, mas você poderia ter dormido muito pouco. Isso pode afetar negativamente a sua concentração e da saúde. Os adultos devem ficar de sete a oito horas por noite.
Correção: Faça o sono uma prioridade e manter uma programação regular. Nada de laptops, telefones celulares e PDAs do seu quarto. Ainda tem problemas? Procure ajuda de um médico. Você pode ter um distúrbio do sono.
Fadiga Causa n º 2: a apnéia do sono
Algumas pessoas pensam que eles estão dormindo o suficiente, mas a apnéia do sono fica no caminho. Ele brevemente pára a sua respiração durante a noite. Cada interrupção acorda-lo para um momento, mas você pode não estar ciente disso. O resultado: você está privado de sono, apesar de passar oito horas na cama.
Correção: Perca peso se estiver acima do peso, parar de fumar, e dormir com um dispositivo de CPAP para ajudar a manter as passagens das vias aéreas abertas durante a noite.
Fadiga Causa n º 3: Não combustível suficiente
Comer muito pouco causas da fadiga, mas comem os alimentos errados também pode ser um problema. Comer uma dieta equilibrada ajuda a manter o açúcar no sangue em uma escala normal e impede que o sentimento lento quando o açúcar no sangue cai.
Correção: Coma sempre o pequeno almoço e tente incluir proteínas e carboidratos complexos em cada refeição. Por exemplo, comer ovos com torradas de grãos integrais. Também as refeições e lanches ao longo do dia para sustentada a energia .
Fadiga Causa n º 4: Anemia
A anemia é uma das principais causas da fadiga em mulheres. Perda de sangue menstrual podem causar deficiência de ferro, colocando as mulheres em risco. Os glóbulos vermelhos são necessários porque eles transportam oxigênio para os tecidos e órgãos.
Correção: Para a anemia causada por deficiência de ferro, tomar suplementos de ferro e comer alimentos ricos em ferro, como carnes magras, fígado, marisco, feijão e cereais enriquecidos, pode ajudar.
Causa fadiga No. 5: Depressão
Você pode pensar que a depressão como um transtorno emocional, mas que contribui para muitos sintomas físicos também. Fadiga, dores de cabeça e perda de apetite são alguns dos sintomas mais comuns. Se você se sentir cansado e “para baixo” por mais de duas semanas, consulte o seu médico.
Correção: A depressão responde bem à psicoterapia e / ou medicação.
Fadiga Causa n º 6: O hipotireoidismo
A tireóide é uma pequena glândula na base do pescoço. Ele controla o seu metabolismo, a velocidade com que o corpo converte o combustível em energia. Quando a glândula está hipoativa e as funções do metabolismo muito lento, você pode se sentir lento e pesado.
Fadiga Causa n º 7: Sobrecarga de cafeína
A cafeína pode melhorar a atenção e concentração em doses moderadas. Mas em excesso pode aumentar a freqüência cardíaca, pressão arterial e tremores. E a pesquisa indica muito realmente provoca cansaço em algumas pessoas.
Correção: Aos poucos, cortar no café, chá, chocolate, refrigerantes e outros medicamentos que contenham cafeína. Parando de repente a retirada da cafeína pode causar mais cansaço.
Causa fadiga No. 8: ITU Hidden
Se você já teve uma infecção do trato urinário (ITU), você provavelmente está familiarizado com a dor em queimação e sensação de urgência. Mas a infecção, nem sempre se anunciar com tais sintomas óbvios. Em alguns casos, a fadiga pode ser o único sinal. Um teste de urina pode confirmar rapidamente uma UTI.
Correção: Os antibióticos são a cura para a UTIs, e à fadiga geralmente desaparecem em uma semana.
Causa fadiga No. 9: Diabetes
Em pessoas com diabetes, níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue permanecem em vez de digitar as células do corpo, onde seria convertida em energia. O resultado é um corpo que funciona fora do vapor, apesar de ter o suficiente para comer. Se você tiver inexplicável, fadiga persistente, pergunte ao seu médico que está sendo testado para o diabetes.
Correção: Os tratamentos para a diabetes podem incluir mudanças de estilo de vida como dieta e exercício, terapia com insulina e medicamentos para ajudar o corpo a processar o açúcar.
Fadiga Causa n º 10: Desidratação
Seu cansaço pode ser um sinal de desidratação. Se você está trabalhando fora ou trabalhando em um trabalho de escrivaninha, seu corpo precisa de água para funcionar bem e manter a calma. Se você está com sede, você já está desidratado.
Correção: Beba água durante todo o dia assim que sua urina ficará na cor clara. Beba pelo menos dois copos de água uma hora ou mais antes da atividade física. Beba, também durante o treino e depois beber mais dois copos.
Causa fadiga N º 11: Doenças do Coração
Quando ocorre a fadiga durante atividades diárias, como limpar a casa ou capinar o quintal, pode ser um sinal de que seu coração não está mais à altura da tarefa. Se você perceber que está se tornando cada vez mais difícil para terminar as tarefas que antes eram fáceis, converse com seu médico sobre a doença cardíaca.
Correção: Estilo de vida muda, os medicamentos e procedimentos terapêuticos podem ter doença de coração sob o controle e restaurar sua energia.
Fadiga Causa n º 12: Transtorno do Sono
Trabalhar à noite ou turnos rotativos pode perturbar o seu relógio interno. Você pode se sentir cansada, quando você precisa ser acordado. E você pode ter problemas para dormir durante o dia.
Correção: Limite a sua exposição à luz do dia quando você precisa descansar. Faça o seu quarto escuro, silencioso e fresco. Ainda com problemas de sono? Converse com seu médico. Suplementos e medicamentos podem ajudar.
Causa fadiga No. 13: Alergias Alimentares
Alguns médicos acreditam que as alergias alimentares escondidas podem fazer você sonolento. Se sua fadiga intensifica após as refeições, você poderia ter uma intolerância leve a algo que você está comendo – não o suficiente para causar prurido ou urticária, apenas o suficiente para torná-lo cansado.
Correção: Tente eliminar os alimentos um de cada vez para ver se melhora o seu cansaço. Você também pode perguntar ao seu médico sobre um teste de alergia alimentar.
Causa fadiga N º 14: CFS e fibromialgia
Se sua fadiga dura mais de seis meses e é tão grave que você não pode controlar suas atividades diárias, síndrome da fadiga crônica ou fibromialgia é uma possibilidade. Ambos podem ter vários sintomas, mas sem explicação, cansaço persistente é um principal.
Correção: Enquanto não há solução rápida para o CFS ou fibromialgia, os pacientes geralmente se beneficiam de mudar sua programação diária, aprendendo hábitos de sono melhor, e iniciar um programa de exercícios leves.
Reparo rápido para fadiga leve
Se você tem cansaço leve, que não está ligada a nenhuma condição médica, a solução pode ser o exercício. A pesquisa sugere, mas cansado adultos saudáveis podem receber um impulso de energia significativa a partir de um programa de exercícios modestos. Em um estudo, os participantes montaram uma bicicleta estacionária por 20 minutos em ritmo leve. Fazer isso apenas três vezes por semana é suficiente para combater a fadiga.

LYRICA ESTABILIZADOR HUMOR.

LYRICA ESTABILIZADOR HUMOR?
 Fibromialgia sintomas e tratamentos-Pregabalina - Lyrica - A Fibromialgia agora tem remédio.
A Fibromialgia, enfermidade que causa fadiga crônica, dores musculares difusas e rigidez, finalmente conta com um tratamento eficaz. A pregabalina, de nome comercial Lyrica, produzida pelo laboratório Pfizer, foi aprovada pelo Food and Drug Administrator nos Estados Unidos no meio de 2007 e trata-se da melhor opção existente na atualidade para o tratamento dos sintomas da Fibromialgia.

Sabidamente, a Fibromialgia é uma doença incapacitante que até o momento não possui cura ou tratamento definitivo.
Podemos ver que somente um terço dos pacientes que tomaram a medicação tiveram benefícios, mas é importante salientar que o tratamento da Fibromialgianão é feito somente com uma medicação. É necessário que os pacientes mantenham-se em um programa de reabilitação física, com acompanhamento psicológico ou psiquiátrico além de outras medicações para a dor.

Além do tratamento da Fibromialgia, o Lyrica também pode ser utilizado para o tratamento de dor neuropática periférica, como aquela que acontece em diabéticos ou secundária ao herpes zoster e da dor neuropática central, como aquela sentida por pacientes com lesão da medula espinhal. Ainda é passível de ser utilizado em pessoas com crises convulsivas parciais como complemento ao tratamento anti-epilético já em uso, quando este não está sendo eficaz. Ainda, é útil nos casos de ansiedade generalizada, já que trata-se também de um bom estabilizador do humor.
É importante ressaltar que é uma medicação de uso controlado e só pode ser obtida após consulta e prescrição médica. Dúvidas sobre o tratamento, a dose atual para utilizar e outras dúvidas devem ser tiradas com o seu médico no momento da consulta.
Fibromialgia caracteriza-se por dor muscular e tendinosa difusa crônica em pontos dolorosos de localização anatômica específica.

Quais os principais sintomas?
Os sintomas são dor generalizada ("dói tudo") e um ou mais dos seguintes: 
 
fadiga
sono superficial e não reparador (desperta mais cansado do que quando deitou à noite)
depressão psíquica
ansiedade
dor de cabeça (pode ser enxaqueca)
dormência de mãos e pés
dor abdominal com períodos de prisão de ventre intercalados com diarréia
Em nenhum momento haverá inflamação ou deformidade nas articulações e os movimentos não estão limitados.
Caracteristicamente, os portadores de fibromialgia têm os sintomas por anos sem modificações importantes. Os problemas são dor e fadiga.

Como se desenvolve?
A causa e os mecanismos que provocam fibromialgia não estão perfeitamente esclarecidos. Não há nenhuma evidência concreta de que possa ser transmitida nem se verifica maior prevalência em familiares.
Diminuição de serotonina e outros neurotransmissores provocam maior sensibilidade aos estímulos dolorosos e podem estar implicados na diminuição do fluxo de sangue que ocorre nos músculos e tecidos superficiais encontrados na fibromialgia.
Fibromialgia é uma doença ainda misteriosa que causa dores por todo o corpo e só tem tratamento dos sintomas porque os médicos ainda não sabem qual é a causa da doença. Quando é identificado pelo menos 11 pontos com dor forte o diagnóstido é da doença.
O tratamento com medicamentos são acompanhados de fisioterapia para fortalecer a musculatura e os mais recomendados por especialistas no assunto, pois é considerada uma doença nova.
Os sintomas da fibromialgia são:
Dores quase que insuportáveis em várias partes do corpo
Sensação de cansaço já quando acorda e vai o dia todo
Formigamento nas mãos e pés
Dificuldade para fazer exercícios
Indícios de depressão acompanhado dos sintomas acima.

ANTENÇÃO!!!

IMPORTANTE: AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE SITE TEM CARÁTER INFORMATIVO E NÃO SUBSTITUEM AS OPINIÕES, CONDUTAS E DISCUSSÕES ESTABELECIDAS ENTRE MÉDICO E PACIENTE.

Como desenvolver a autoestima, ganhar confiança e viver com mais entusiasmo.

Paixão, entusiasmo, alegria, esperança e tantas outras emoções positivas são o combustível para uma vida plena de EROS, essa energia magnífica que pode destruir, mas que principalmente pode ampliar.

Mais do que nunca se sabe que as doenças físicas e mentais estão profundamente associadas a fatores biológicos e psicossociais. Portanto, é importante aprender, ou melhor, reaprender a se conectar com o novo, como uma maneira de se atualizar sempre no seu desejo e na maneira de sentir e absorver o mundo que nos cerca.

Posso destacar aqui uma maneira muito simples e quase óbvia, mas que raramente usamos em nosso proveito que são nossos órgãos dos sentidos, pois é através dos órgãos sensoriais que as mensagens de prazer entram em nossa vida,estimulando o desejo.

Por que falar de desejo quando eu quero falar de autoestima, felicidade, estar de bem consigo mesmo ou mesma? Por que reconhecer o seu próprio desejo e satisfazê-lo é o alimento que a alma precisa para dar estrutura ao Ego para suportar os reveses da vida sem ser derrubada por eles.

Usar a visão para olhar o que é belo,ouvir uma música com o coração e a memória, saborear a vida e o bolo de chocolate sem culpas, acariciar e abraçar para se arrepiar; e dessa maneira abrir seus próprios canais de conexão com o mundo e com seus próprios desejos.

É necessário assumir seus prazeres e necessidades, entendendo e aceitando a diversidade em todos os sentidos, com respeito pela própria natureza e pela dos outros. Ser inteiro e a cada dia se reconhecer e se validar, hoje o gozo, amanhã choro, acerto e erro, tendo coragem e medo.

Luz e sombra fazem o todo e aceitar-se assim e se permitir sentir e viver todos os seus desejos e se encontrar com seu próprio EU, aquele que a gente muitas vezes esconde da gente mesma por conta das obrigações e responsabilidades.

Fazer a cada dia um novo dia, em anseios e respostas, abdicando das fórmulas prontas que muitas das vezes está calcada não nos desejos e experiências, atuais, mas sim em dificuldades e medos ultrapassados e sem sentido no hoje, no aqui e agora.



Doação de Órgãos

Campanha Nacional de Doação de Órgãos. Participe e Divulgue. Para ser doador de órgãos, fale com sua família e deixe clara a sua vontade, não é preciso deixar nenhum Documento. Acesse www.doevida.com.br, saiba mais. Divulgação: comunicacao@saude.gov.br At.Ministério da saúde. Siga-nos: www.twitter.com/minsaude

DOE SANGUE

DOE SANGUE

VISITAS

Flag Counter

CONTATOS

CONTATOS, email:esterfeliz12@yahoo.com.br

Postagens populares

Widget de tempo


fornecido por tititudorancea.com.br

Os Imprescindíveis.

Há homens que lutam por um dia e são bons.

Há outros que lutam por um ano e são melhores.
Há outros, ainda, que lutam por muitos anos e são muito bons.
Há, porém, os que lutam por toda a vida,
Estes são os imprescindíveis.

Bertolt Brecht.