Busque! GANHE E BUSQUE AQUI! TEMAS SOBRE SAÚDE E PREVENÇÃO.

Não há cura para o NASCER e o MORRER, a não ser SABOREAR o intervalo”.


ATENÇÃO!!!

IMPORTANTE: AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE SITE TEM CARÁTER INFORMATIVO
E NÃO SUBSTITUEM AS OPINIÕES, CONDUTAS E DISCUSSÕES ESTABELECIDAS ENTRE MÉDICO E PACIENTE.

OLÁ! SEJAM BEM VINDOS! VOLTEM SEMPRE!

Pesquisar este blog

quinta-feira, 10 de março de 2011

Quantos anos vive uma pessoa com sindrome epiletica.

IMPORTANTE: Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis possuem apenas caráter informativo.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
A epilepsia do ponto de vista ocidental é uma condição que tem em comum a presença de crises epilépticas ou convulsivas recorrentes na ausëncia de condição tóxico-metabólica ou febril. A crise epiléptica é causada por descargas elétricas cerebrais anormais excessivas e transitórias da células nervosas. O sintoma da crise depende da área cerebral envolvida. A crise tem inicio súbito e cessa espontaneamente ou quando muito prolongada com uso de medicação. 
A epilepsia é chamada pela MTC de DIAN XIAN, que significa: "vento interno". Vento simboliza perturbação, e refere-se grosseiramente ao desequilíbrio do elemento madeira. Existem os ventos internos, que podem ter origem no nascimento ou serem adquiridos ao longo da vida através de algum traumatismo ou tumor. Existem também os chamados ventos externos, que hoje são relacionados pelas técnicas ocidentais a vírus, bactérias e outros microorganismos presentes no ar.
Apesar de não possuir ainda uma evidência clínica consistente publicada na literatura médica especializada, acredita-se que a abordagem integrativa usando os conceitos tradicionais chineses pode contribuir no bem estar e melhora da qualidade de vida das pessoas com epilepsia.
Meu estudo iniciou-se com a anamnese detalhada dos pacientes para realização do diagnóstico energético e foram incluídos três pacientes com idades entre 10 meses e 11 anos, com diagnóstico ocidental de epilepsia refratária, todos utilizando mais de duas medicações ao dia e sem controle efetivo das crises epilépticas.
Os pacientes foram submetidos a oito sessões de acupuntura, sequenciais, semanais e não houve faltas ou desistências durante o estudo.
todos os pacientes experimentaram melhora significativa (20 a80% de redução) das suas crises epilépticas.
Obviatmente essa amostra é pequena para afirmar o emprego da técnica nesta condição, porém abre um precedente para novos estudos, com número maior de pacientes.
Conclui-se que a acupuntura pode ser um recurso no tratamento de quadros neurológicos, incluindo a epilepsia e, que mais estudos padronizados são necessários para demonstrar sua eficácia.
por Dra Alessandra Freitas – Médica.
O tratamento farmacológico
A base do tratamento da epilepsia é anticonvulsivantes. Muitas vezes, o tratamento medicamentoso anticonvulsivante será ao longo da vida e pode ter efeitos importantes na qualidade de vida. A escolha entre os anticonvulsivantes e sua eficácia varia de síndrome epiléptica. Mecanismos de efeitos, eficácia para síndromes epilépticas em particular, e lado, é claro, diferenças entre os medicamentos anticonvulsivantes individual. Algumas conclusões gerais sobre o uso de anticonvulsivantes são descritos abaixo.
A estimulação elétrica - métodos de tratamento anticonvulsivante com ambos, investigacionais e aprovados usa atualmente. Um dispositivo aprovado atualmente é a estimulação do nervo vago''(''VNS). dispositivos de investigação incluem a resposta do sistema de neuroestimulação''''e''''estimulação profunda do cérebro.
Estimulação do nervo vago (VNS) - A VNS (EUA fabricante = Cyberonics) consiste de um dispositivo elétrico informatizados semelhantes em tamanho, forma e localização do implante de um marcapasso cardíaco, que se conecta ao nervo vago do pescoço. O dispositivo estimula o nervo vago em intervalos pré-definidos e intensidades de corrente. A eficácia foi testada em pacientes com epilepsia localização-relacionada demonstrando que 50% dos pacientes apresentam uma melhora de 50% na taxa de apreensão. Série de casos têm demonstrado eficácias semelhantes em determinadas epilepsias generalizadas como síndrome de Lennox-Gastaut. Embora as taxas de sucesso não são normalmente igual ao da cirurgia de epilepsia, é uma alternativa razoável quando o paciente está relutante em prosseguir com eventual monitorização invasiva, quando a avaliação pré-cirúrgica adequada falha para descobrir a localização de focos epilépticos, ou quando há vários epilépticos focos.
A estimulação cerebral profunda (DBS) (fabricante dos EUA Medtronic) é constituído por dispositivo elétrico informatizado implantado no peito de uma forma semelhante ao VNS, mas a estimulação elétrica é fornecida às estruturas profundas do cérebro através de eletrodos de profundidade implantado através do crânio. Na epilepsia, o alvo do eletrodo é o núcleo anterior do tálamo. A eficácia do DBS no tratamento de epilepsia localização-relacionada está atualmente sob investigação.
Sistemas de alerta - Um cão de resposta apreensão é uma forma de cão-guia, que é treinado para pedir ajuda ou garantir a segurança pessoal quando uma convulsão. Estes não são apropriados para todos e não todos os cães podem ser treinados assim. Raramente, um cão pode desenvolver a capacidade de perceber um ataque antes que ela ocorra. Desenvolvimento de formulários eletrônicos de sistemas de detecção de apreensão estão atualmente sob investigação.
Medicina alternativa ou complementar - Um número de revisões sistemáticas da Colaboração Cochrane em tratamentos para a epilepsia olhou para a acupuntura, as intervenções psicológicas, vitaminas e ioga, e percebi que não há evidências confiáveis de apoio ao uso destes como tratamentos para a epilepsia.
Epilepsias curáveis na infância
 Na infância existem muitos formas de epilepsia capazes de serem curadas às vezes até com facilidade. Citamos como exemplo as epilepsias benignas da infância. Entre estas está a epilepsia parcial benigna da infância com espícula centro-temporal ou rolândica e a epilepsia benigna da infância com paroxismos occipitais.
 Apesar dos nomes não há motivo para se assustar, aliás, epilepsia não deveria assustar ninguém. Na primeira, a criança geralmente em torno dos 9 a 10 anos de idade pode apresentar espasmos ou contrações numa metade da face e se acontecer à noite, pode se tornar generalizada. O Eletrencefalograma (EEG) mostra uma alteração que pode impressionar o medico assistente sem experiência. Mas a regra é que ocorrem em crianças saudáveis sem evidencia de lesão cerebral. 

As crises podem desaparecer com o uso de antiepilépticos ou até curar sem eles. Portanto, o prognostico é excelente.Na segunda, a epilepsia benigna da infância com paroxismos occipitais, as crises são caracterizadas por sintomas visuais do tipo perda parcial ou completa da visão ou outros distúrbios visuais como aqueles que precedem a enxaqueca, seguidos de cefaléia, ocorrendo na criança em torno dos 7 a 8 anos de idade. O EEG também como o anterior pode assustar, mas nada mais que isso.
 Podemos citar mais dois tipos benignos: epilepsia mioclônica benigna, uma forma rara, que ocorre em crianças com um ou dois anos de idade e a ausência. Esta é mais conhecida do publico leigo. A crise consiste, como o nome já diz, numa ausência ou desligamento ou “numa parada”, durante alguns breves minutos.As crianças geralmente em idade escolar, entre 6, 7 anos (não existe ausência antes dos 3 anos de idade), ficam como se “estivessem no mundo da lua”, param o que estavam fazendo, seja escrevendo, alimentando-se, falando, etc. As crises tendem a desaparecer às vezes espontaneamente com ou sem tratamento.
A cura através da cirurgia
Tem muita gente tomando medicamento antiepiléptico (impropriamente chamado anticonvulsivante) desnecessariamente, porque não sofrem de epilepsia e sim de um tipo de sincope por exemplo, ou o contrario, sofre de epilepsia há muitos e muitos anos já tomou diferentes remédios, mas continua a ter crises e já deveria ter sido encaminhada para uma cirurgia.
 A epilepsia como já dissemos, tem cura desde que seja diagnosticada corretamente, seja tratada em tempo, com a medicação apropriada e se esta não der resultado, deverá ser avaliada a possibilidade de cirurgia. É bom que todos saibam disso: a cirurgia da epilepsia é uma realidade e esta minorando o sofrimento de muita gente por ai afora. Mas tem uma ressalva: não são todos os pacientes. Cada caso é um caso e tem que ser analisado individualmente.
Dr. Marco Aurelio Smith Filgueiras é neurologista - Estado da Paraíba.

terça-feira, 8 de março de 2011

DOR DE CABEÇA FRONTAL INTOLERANCIA A LUZ E FADIGA INTENSA.

A sinusite é uma inflamação dos seios da face causados por uma alergia ou por uma infecção viral, bacteriana ou fúngica.
A sinusite pode ocorrer em qualquer um dos quatro grupos de seios: maxilares, etmoidais, frontais ou esfenóides.
LOCALIZAÇÃO DOS SEIOS
Os seios são cavidades ocas localizadas nos ossos situados em torno do nariz. Os dois seios frontais estão localizados logo acima das sobrancelhas; os dois seios maxilares, nos maxilares; e os dois grupos de seios etmoidais, em ambos os lados da cavidade nasal. Os dois seios esfenoidais (não mostrados na ilustração) localizam-se atrás dos seios etmoidais.
CAUSAS
A sinusite pode ser aguda (de curta duração) ou crônica (de longa duração). A sinusite aguda pode ser causada por uma variedade de bactérias e ocorre freqüentemente após uma infecção viral das vias respiratórias superiores (p.ex., resfriado comum). Ocasionalmente, a sinusite crônica do seio maxilar é decorrente de uma infecção dentária.
Durante um resfriado, a membrana mucosa inflamada da cavidade nasal tende a obstruir as aberturas dos seios. Quando isto ocorre, o ar no interior dos seios é absorvido pela corrente sangüínea e a pressão em seu interior diminui, produzindo uma pressão negativa que é dolorosa, uma condição denominada sinusite por vácuo. Quando o vácuo permanece, ocorre a entrada de líquido no interior do seio, criando um ambiente propício para a proliferação bacteriana. Os leucócitos (glóbulos brancos) e uma maior quantidade de líquido entram nos seios para combater as bactérias e este fluxo aumenta a pressão e causa mais dor.
SINTOMAS E DIAGNÓSTICO
A sinusite aguda e a sinusite crônica causam sintomas similares como, por exemplo, dor e edema sobre o seio afetado, mas os sintomas precisos dependem de qual deles foi afetado. Por exemplo, a sinusite maxilar causa dor nas bochechas logo abaixo dos olhos, dor de dentes e cefaléia (dor de cabeça). A sinusite frontal causa cefaléia frontal. A sinusite etmoidal causa dor atrás dos olhos e entre os mesmos, além de uma cefaléia frontal freqüentemente descrita como aguda e de forte intensidade. A dor causada pela sinusite esfenoidal não se localiza em áreas bem definidas e pode ser sentida tanto na parte frontal quanto na parte posterior da cabeça.
O indivíduo também pode sentir um mal-estar geral. A febre e os calafrios sugerem que a infecção se disseminou além dos seios. A membrana mucosa nasal encontra-se hiperemiada (vermelha) e edemaciada e pode ocorrer uma secreção purulena amarelada ou esverdeada através do nariz.
Na sinusite, os seios aparecem opacos em uma radiografia e, por essa razão, uma tomografia computadorizada (TC) pode ser utilizada para se determinar a extensão e a gravidade da sinusite. Quando um indivíduo apresenta uma sinusite maxilar, os dentes são radiografados para se verificar a existência de abcessos dentários.
TRATAMENTO
O tratamento da sinusite aguda visa melhorar a drenagem do seio e curar a infecção. A inalação com vapor aquecido ajuda os vasos sangüíneos da membrana mucosa a contraírem e melhora a drenagem dos seios. Os medicamentos que provocam a constrição dos vasos sangüíneos (p.ex., fenilefrina) podem ser utilizados sob a forma de spray, mas apenas durante um tempo limitado. Os medicamentos similares (p.ex., pseudoefedrina) administrados pela via oral não são tão eficazes.
Para tratar tanto a sintusite aguda quanto a crônica, são administrados antibióticos (p.ex., amoxicilina), mas os indivíduos que apresentam sinusite crônica os utilizam por um tempo mais prolongado. Quando os antibióticos não são eficazes, a cirurgia pode ser realizada para melhorar a drenagem do seio e remover o material infectado.
SINUSITE E COMPROMETIMENTO DO SISTEMA IMUNE
Nos indivíduos com diabetes mal controlado ou com um sistema imune comprometido, os fungos podem causar uma sinusite grave e mesmo fatal.
A mucormicose (ficomicose) é uma infecção fúngica que pode ocorrer em indivíduos com diabetes mal controlado. Ela produz a morte do tecido da cavidade nasal, o qual torna-se preto e obstrui o fluxo sangüíneo ao cérebro, acarretando sintomas neurológicos (p.ex., cefaléia e cegueira). O médico estabelece o diagnóstico removendo o tecido infectado e examinando uma amostra ao microscópio. O tratamento consiste no controle do diabetes e na administração intravenosa de anfotericina B, uma droga antifúngica.
A aspergilose e a candidíase são infecções fúngicas freqüentemente fatais, as quais podem desenvolver-se nos seios de indivíduos com depressão dos sistema imune devido a um tratamento antineoplásico ou por doenças como a leucemia, o linfoma, o mieloma múltiplo ou a AIDS. Na aspergilose, ocorre a formação de pólipos no nariz e nos seios da face. O médico estabelece o diagnóstico removendo e analisando os pólipos. As tentativas para controlar essas infecções incluem a realização de uma cirurgia do seio e a administração intravenosa de anfotericina B.
Fonte: www.msd-brazil.com
CEFALÉIA
Cefaléia é um termo técnico que significa dor de cabeça. Trata-se de um sintoma bastante comum, que acomete a grande maioria das pessoas ao longo da vida. Diversas doenças podem levar à cefaléia, geralmente associada a outros sintomas. Entre elas estão infecções, tumores, desordens vasculares, desordens metabólicas, problemas oculares (glaucoma), entre outras.
Existem vários tipos de cefaléia, no entanto, que não são secundárias a nenhuma doença específica e, geralmente, são recorrentes. Os tipos mais comuns são a cefaléia tensional e a enxaqueca. Em qualquer caso, a avaliação médica é fundamental para esclarecer a origem da cefaléia e estabelecer o tratamento apropriado.
Cefaléia Tensional
A cefaléia tensional acomete indivíduos de todas as idades, mas principalmente adultos jovens, sendo mais comum em mulheres. Caracteriza-se por dor de intensidade variável, contínua, em aperto, pressão ou peso, envolvendo a cabeça como uma faixa. Pode acometer toda a cabeça, ou ser mais intensa na região posterior, próxima ao pescoço, ou frontal. Chega a durar vários dias seguidos, podendo ser exacerbada por estresse emocional, fadiga, barulho ou luz intensa. Em alguns casos, ansiedade ou depressão estão presentes.
O tratamento pode ser feito com analgésicos comuns, mas medicamentos utilizados para enxaqueca também costumam ser utilizados. Técnicas de relaxamento, como massagens e banhos quentes, geralmente são úteis. Assim como explorar as causas da tensão ou ansiedade.
Enxaqueca
A enxaqueca é um tipo de cefaléia caracterizada por crises de dor intensa, latejante, que geralmente acomete apenas um lado da cabeça (mas pode acometer os dois lados). Embora a enxaqueca possa surgir em qualquer idade, as crises comumente aparecem na adolescência ou início da idade adulta. Alguns sintomas como náuseas, vômitos, intolerância a luz e ao barulho estão frequentemente associados à enxaqueca.
Uma parcela dos indivíduos costuma apresentar sintomas neurológicos um pouco antes das crises chamados “aura”. Os sintomas mais comuns são as alterações visuais como falhas no campo visual, flashes de luz ou pontos luminosos em ziguezague. Outros sintomas como formigamento, fraqueza em uma parte do corpo, e até dificuldade para falar também podem ocorrer, mas são mais raros.
A enxaqueca é mais comum em mulheres e os indivíduos acometidos com freqüência tem familiares com quadros semelhantes. As crises podem durar de horas a dias e podem ser desencadeadas por estresse emocional ou físico, falta ou excesso de sono, jejum, comidas específicas (como chocolate, comidas gordurosas), bebidas alcoólicas (como vinho tinto), privação de cafeína (em indivíduos que costumam consumir grandes quantidades de cafeína), menstruação, exercício físico intenso, exposição a ruídos altos, odores fortes ou temperaturas elevadas.
Durante as crises, muitos pacientes se beneficiam de medidas simples como descansar em um local silencioso e escuro. Os analgésicos simples também podem ajudar se utilizados logo no início dos sintomas, mas com freqüência são necessários medicamentos com vasoconstritores.
Pessoas com crises freqüentes (ao menos duas a três vezes por mês) podem necessitar de um tratamento profilático, ou seja, um tratamento para prevenir novas crises. Existem diversas medicações efetivas para este tipo de tratamento que deve ser feito sempre seguindo orientação médica.
Cefaléia em Salvas
A cefaléia em salvas acomete predominantemente homens de meia-idade. Caracteriza-se por dor muito intensa na região ao redor de um dos olhos, frequentemente acompanhada por congestão nasal do mesmo lado da dor, secreção nasal, lacrimejamento e olho vermelho.
O início da crise geralmente é súbito e muitas vezes ocorre à noite, acordando o indivíduo. Costuma durar menos de 2 horas e melhorar espontaneamente. Os episódios podem ocorrer diariamente por semanas, depois desaparecem por períodos que variam de semanas a meses.
Muitos pacientes relatam que a ingestão de álcool pode desencadear uma crise. Outros relatam que estresse e a ingestão de alimentos específicos também podem precipitar crises.
A inalação de oxigênio (100%) por 15 minutos costuma ser efetiva para o alívio da dor durante a crise. Também pode ser realizado tratamento profilático com medicamentos específicos, sob orientação médica.
Os medicamentos de venda livre podem resolver a maioria dos casos de cefaléia, porém a automedicação é contra-indicada. Ela pode dificultar ou postergar o diagnóstico de alguma doença que pode estar causando a cefaléia e que necessite de tratamento específico.

segunda-feira, 7 de março de 2011

NERVO CIÁTICO.

A dor ciática corresponde a uma dor persistente percebida ao longo do nervo ciático, que se inicia na parte inferior das costas, passa abaixo das nádegas e vai até a parte mais baixa das pernas. Este é o nervo mais longo do corpo. A dor aparece quando este nervo está irritado através de uma inflamação, por uma compressão externa decorrente de uma artrite ou pelo deslocamento do disco intervertebral (hérnia de disco) na coluna lombar.
Quadro Clínico
A dor ciática causa um desconforto que começa na parte inferior das costas e se espalha pelas nádegas, pernas, tornozelos e, ocasionalmente, para o pé. A dor geralmente é sentida como um entorpecimento, uma pontada ou uma queimação. Às vezes, começa gradualmente, piora durante a noite, e é agravada pelos movimentos. A dor ciática também pode causar formigamento, parestesias (baixa sensibilidade) ou fraqueza nos músculos da perna afetada.
Diagnóstico
O médico irá revisar os sintomas e a história clínica completa, perguntando se você tem dor nas costas que se esparrama para a perna, e se você tem fraqueza muscular em suas pernas ou pés. Ele também irá querer saber se você teve qualquer trauma, febre, problemas para controlar seus intestinos ou a bexiga, se você teve câncer de qualquer tipo no passado e se você perdeu peso recentemente. Estas perguntas são importantes porque se estes sintomas estiverem presentes, a causa da dor ciática poderá ser um problema sério, como uma fratura óssea ou uma infecção.
O médico o examinará, prestando atenção especial à espinha e às pernas. Ele pode lhe pedir que execute umas séries de testes que irão checar sua força muscular, seus reflexos e sua flexibilidade, procurando problemas em sua coluna vertebral e nos nervos relacionados. Ele poderá solicitar Radiografias, uma Tomografia Computadorizada (a TC) ou um Exame de Imagem de Ressonância Magnética (IRM) para afastar problemas nas vértebras (coluna vertebral) - ela pode estar irritada ou pode estar comprimindo seu nervo ciático.
O diagnóstico é baseado principalmente em seus sintomas, embora um exame físico seja importante para procurar evidências de lesões do nervo ou outra explicação para os sintomas. Porém, um exame físico normal é comum em pessoas com dor ciática. Embora os testes possam ser importantes em alguns casos, o diagnóstico pode ser feito até mesmo quando os resultados forem normais.
Prevenção
Uma vez que a dor ciática tenha passado, existem exercícios, alongamentos e outras medidas que podem impedi-la de retornar. Um fisioterapeuta poderá desenvolver um programa completo e personalizado. Abaixo apresentamos alguns passos que você pode seguir:
· Pratique boa postura: Levante-se sempre com a cabeça alinhada com seus ombros, seus ombros alinhados com seus quadris e suas nádegas fazendo a curvatura. Seus joelhos devem ser ligeiramente dobrados.
· Faça abdominais: Estes exercícios fortalecem os músculos abdominais que ajudam a apoiar sua região lombar. Deite-se no chão com suas costas, mãos atrás de sua cabeça e joelhos dobrados. Firme sua região lombar ao chão, erga seus ombros para cima aproximadamente 30 cm. acima do chão, depois os abaixe. Repita o exercício 10 a 20 vezes, uma vez ao dia.
· Caminhe / Nade: Caminhar e nadar podem ajudar a fortalecer sua região lombar.
· Levante os objetos adequadamente: Levante sempre de uma posição se agachando primeiro, usando seus quadris e pernas para fazer o trabalho pesado. Nunca se agache e erga usando as costas (região lombar).
· Evite sentar ou ficar de pé por longos períodos: Se você sentar no trabalho, dê intervalos regulares para ficar de pé e caminhar um pouco.
· Use uma postura adequada para dormir: Tira a pressão de suas costas dormindo de lado ou colocando um travesseiro sob seus joelhos.
· Extensão: Sente-se em uma cadeira e faça movimentos de dobra com as mãos em direção ao solo. Pare quando você sentir um desconforto leve, segure durante 30 segundos, então relaxe. Repita seis a oito vezes.
· Evite usar sapatos de salto alto. Sapatos com saltos com mais de 2,5 centímetros alteram seu centro de gravidade, tirando o corpo de seu alinhamento.
Tratamento
A dor ciática normalmente pode ser tratada com sucesso por um período breve de descanso e diminuição da atividade, seguidos de exercícios para melhorar a mobilidade e fortalecer as costas. Se os sintomas persistirem, a fisioterapia pode ser útil. Para aliviar a inflamação ao redor do nervo, pode ser recomendável que você alterne o uso de compressas quentes e frias.
Você também pode precisar tomar um analgésico como o Acetaminofen (Tylenol) para a dor, ou remédios antiinflamatórios, como o Naproxeno (Naprosin), Diclofenado (Voltaren) ou a Aspirina para aliviar a dor e a inflamação. Medicamentos para tratar dores de origem nervosa crônica podem ser úteis. Eles incluem a Amitriptilina ou a Gabapentina (Neurontin). Em casos graves, uma injeção de um anestésico de longa duração com um medicamento corticóide pode dar alívio. Estas injeções são executadas tipicamente em centros que se especializam em tratamento de dor. Raramente, a cirurgia é necessária, como por exemplo, quando a dor ciática é causada por uma hérnia de disco.
Qual médico procurar? 
Marque uma consulta com um Ortopedista se a dor ciática piora após alguns dias, ou se ela começa a interferir significativamente com suas atividades diárias. Procure o pronto socorro imediatamente se você sofrer uma fraqueza súbita e extrema em suas pernas, um entorpecimento na virilha ou no reto, ou dificuldades em controlar a bexiga ou a função do intestino. Estes sintomas podem indicar que os nervos que vão para a bacia estão comprimidos. Esta condição pode causar dano permanente se não for tratada com prontidão.
Prognóstico
A vasta maioria dos casos de dor ciática pode ser controlada com cuidados simples em casa. Para a maioria das pessoas, as medidas preventivas básicas são bastantes para impedir que a dor ciática volte e se torne crônica ou periódica. Um sub-conjunto relativamente pequeno de pessoas com dor ciática requer cirurgia, eventualmente aqueles com sintomas severos ou persistentes causados por um disco herniado.

PRIMEIROS SOCORROS ACIDENTE AUTOMOBILISTICO.

Acidentes acontecem devido a imprudência. Os motoristas não respeitam uns aos outros o que acaba em acidentes violentos. Se todos dirigissem seguindo as leis de trânsito e o bom senso não teríamos tragédias todos os dias no asfalto, onde morrem centenas de pessoas em acidentes que por vezes poderiam ser evitados simplesmente se os motoristas não estivessem acima da velocidade permitida.
As fotos de acidentes que estão neste site são para conscientizar aqueles que pensam que “acidentes que não acontecem comigo”. Acontecem sim. Todos estão sujeitos. Infelizmente até quem respeita a lei pode acabar se envolvendo em um acidente por causa de outros motoristas irresponsáveis.
Direção Defensiva
Existe um tópico de trânsito que trata dos cuidados antecipados, que se pode prever, para evitar acidentes. Como foi dito, por mais que você siga as regras de trânsito e bom senso, está sujeito a encontrar alguém que não seja tão responsável pelo caminho.
O ato de prever atitudes de outros motoristas e as condições do ambiente é chamado de Direção Defensiva. Um motorista defensivo cuida de si e se previne de possíveis imprudências de outras pessoas. Dessa forma se podem evitar acidentes.
Como me prevenir?
Use Cintos de Segurança
Dirija sempre na velocidade que as condições da pista e do ambiente permitir. Lembre-se que o limite de velocidade nas vias do seu bairro é 30km/h. Nas ruas um pouco mais movimentadas é 60km/h e nas rodovias 110km/h. Mas se está chovendo forte, por exemplo, reduza a velocidade nas rodovias para 80km/h para evitar acidentes. Essa redução é necessária porque na chuva o carro demora muito mais para frear.
Outra atitude essencial para a direção defensiva é manter uma distância segura do veículo à sua frente. Talvez uma das maiores causas de acidentes venha deste fator. Se você grudar na traseira do carro da frente provavelmente não sobrará tempo para frenagem quando o outro frear.
Seu carro também atende às leis da física. NUNCA entre demasiadamente rápido em uma curva. Nas curvas o peso do seu carro é jogado para as rodas de fora da curva. Muitos acidentes acontecem porque os motoristas acham que o carro não vai escapar na curva. Mas contra as leis da física não se pode lutar. O correto em uma curva é reduzir a velocidade antes, e quando entrar na curva, vá acelerando aos poucos para manter a aderência dos pneus no solo.
O que fazer em caso de acidentes?
Sempre que você se deparar com uma situação de acidente na pista, pare para ajudar. Existe uma lei que obriga as pessoas a pararem para ajudar às outras. Mas atenção com a sua segurança: causar outro acidente só vai piorar a situação.
Sinalize
A sua primeira atitude deve ser a de sinalizar o local. Pare seu carro onde não haja perigo, e ANTES de checar se existem vítimas certifique-se de colocar triângulo de sinalização, ou na falta deste, galhos, pneus ou outros objetos numa distância em que os motoristas que estão vindo possam ver com antecedência que existe um acidente na pista.
Primeiros Socorros
Se você sabe prestar primeiros socorros deve fazer, caso não saiba é melhor nem mexer nas vítimas. Primeiro preste atenção e saiba se os sinais vitais existem (respiração e batimentos cardíacos). Caso sejam nulos, você deverá fazer a respiração boa-a-boca e/ou massagem cardíaca, respectivamente.
Animação Cardio-Respiratória
Chame por socorro
Ligue para a unidade de socorro de sua cidade, geralmente 193.
 Passe CALMAMENTE todas as informações sobre o acidente e siga as instruções da atendente.

FISIOPATOLOGIA DA COMPRESSÃO DAS RAÍZES DA CAUDA EQÜINA.

Foram feitos estudos para se descobrir as alterações provenientes da compressão na cauda eqüina. O experimento foi realizado em animais. Observando um modelo experimental de compressão da cauda eqüina no porco, Olmarker e Cols. Mostraram alterações na circulação venosa com pressões de 10mmHg. Alterações da condução neural foram obtidas com pressões de 50-74mmHg após 2 horas de compressão. Com pressões de 100-200mmHg havia bloqueio total da condução neural, com grau variado de recuperação quando se retirava a compressão. As alterações da propagação do impulso nervoso são dependentes da pressão sanguínea, sendo que o limiar de propagação do impulso diminui com a hipotensão. Freqüentemente a estenose central ocorre em mais de um nível, e existe a associação da estenose central com a lateral. Nestes casos pode haver um distúrbio maior da nutrição e função das raízes.
 FATORES QUE DESENCADEIAM A SÍNDROME DA CAUDA EQÜINA
A Síndrome da Cauda Eqüina ocorre por diversos fatores desencadeantes como a estenose lombar, a hérnia de disco, tumores, fraturas, infecções etc... 5.1. ESTENOSE LOMBAR Quando um tronco nervoso deve atravessar um canal ou orifício, ou é obrigado a passar por uma goteira do esqueleto, a sua integridade está exposta a freqüentes perigos. É uma falha que, mesmo na admirável construção do nosso corpo, a natureza não soube evitar. O delicado material do mais nobre tecido do organismo acomoda-se mal ao ambiente inelástico da parede óssea correndo sério risco de sofrer compressões como no caso de uma estenose. A estenose espinhal foi descrita em 1976, por um grupo de ortopedistas como sendo qualquer tipo de estreitamento do canal espinhal, canal radicular ou forame intervertebral. O estreitamento pode ser local, segmentar ou generalizado e pode ser ocasionado por uma estrutura óssea, partes moles ou ambos. A estenose lombar ocorre em segmentos móveis. O movimento anormal do segmento motor, em geral devido a doença degenerativa do disco intervertebral, provoca a formação de osteófitos, hipertrofia do ligamento amarelo e protusão discal com o conseqüente estreitamento do canal vertebral. No que diz respeito a localização a estenose lombar pode ser central ou lateral. Na estenose lateral existe a diminuição do canal radicular que pode ser dividido em 3 zonas. A zona 1 é a área situada sob a apófise articular superior, medial ao pedículo, chamada de zona sub-articular; a zona 2 é a zona foraminal; a zona 3 é a zona extra foraminal. O segmento anatômico pode ser dividido em 3 níveis: 1. Nível disco 2. Nível forame 3. Nível pedículo As alterações que provocam a estenose do canal lombar ocorrem no nível do disco. Neste nível as estruturas que contribuem para a estenose do canal são: o ligamento amarelo, suas porções laminar e articular, as articulações interapofisárias e o disco intervertebral. Ao nível do disco, os fatores que são importantes para a compreensão da anatomia patológica lombar são: a forma do canal, onde há 3 formas, a de trevo, a triangular e a ovóide. Cerca de 15% da população tem a forma em trevo, que a forma que mais pré-dispõe as alterações degenerativas; alterações degenrativas como a protusão discal, hipertrofia ou pregueamento do ligamento amarelo e formações osteofitárias; e a espondilolistese que provoca um efeito guilhotina do canal vertebral. Todos fatores ocasionam a estenose do canal lombar, diminuindo o espaço útil para a cauda eqüina. 5.2. A HÉRNIA DISCAL A hérnia de disco é uma das principais causas da Síndrome da cauda eqüina aguda. A hérnia ocorre devido a uma diminuição no conteúdo dos proteoglicanos no disco intervertebral, esses são os principais responsáveis pela hidratação do núcleo pulposo, dando a propriedade de gel do mesmo, fazendo com que as pressões no anel sejam distribuída de forma uniforme. Com diminuição da pressão de embebição do disco, maior pressão é transmitida as fibras do ânulo, o núcleo perde suas propriedades hidráulicas, de verdadeiro amortecedor das pressões, e as fibras do ânulo são mais susceptíveis a ruptura. Qualquer fator como excesso de peso ou má postura leva a estrusão desse núcleo, dando origem a hérnia discal. 5.3. FRATURA A fratura é considerada uma lesão traumática, esta pode ser de originada em acidentes automobilísticos, queda de altura, mergulhos, por ferimentos com armas brancas, com ferimento com arma de fogo (projétil). Ao ocorrer um trauma vertebral, ou seja, uma fratura, uma ou mais vértebras podem se deslocar, provocando uma compressão sobre a cauda eqüina. Normalmente ocorre com as fraturas abaixo do nível de L2. 5.4. TUMOR E INFECÇÕES Alguns tumores como ósseos, ou até mesmo tumor de vaso, podem comprimir a cauda eqüina causando lesão e comprometimento das funções dos órgãos e sistemas da pelve e movimentos e sensibilidade nos membros inferiores. Algumas infecções, causadas por vírus ou bactérias também podem acometer a cauda eqüina, desencadeando a Síndrome.
7. QUADRO CLÍNICO
O quadro clínico clássico é o da anestesia em sela, retenção urinária, obstipação, ciatalgia contínua e anestesia plantar. Nestes casos, existe anestesia na distribuição dos nervos sacrais (nádegas, períneo, escroto, lábios, pênis e clitóris) e dependendo do nível de compressão, também se pode observar diminuição da sensibilidade nas pernas e pés. O exame físico mostra ausência do reflexo anal e bulbocavernoso, com graus variados de hiporreflexia e de paresia dos membros inferiores. A paralisia da bexiga pode ocorrer sem dor no membro inferior e a ciatalgia pode ser unilateral. O sinal de Lasegue bilateral pode ser positivo. No exame do abdome pode haver distensão da bexiga. Na Síndrome da Cauda Eqüina crônica os achados clínicos são mais sutis. Pode haver diminuição do tônus retal e a sensibilidade perineal estar alterada. Os achados do exame neurológico podem ser normais em repouso e presentes com o caminhar ou com a manobra de extensão da coluna lombar. Pode ocorrer associação de dor na virilha perineal, vulvar ou testicular, incontinência urinária ou urgência miccional de início gradual durando meses ou nos. Esses sintomas podem não estar associados à claudicação neurogênica. É comum a lombociatalgia crônica. A dor pode ser causada pela compressão aguda ou dilaceramento das raízes nervosas. Freqüentemente a dor de raiz nervosa é descrita como aguda, lancinante, em queimação, ou penetrante, e tipicamente segue um padrão de dermátomos, ocorre muito nesta Síndrome pela elevada distribuição de raízes nervosas. O tratamento da dor de raiz nervosa é um problema clínico perturbador. Foram sugeridas abordagens múltiplas, com graus variáveis de êxito. O tratamento conservador envolve a terapia medicamentosa e a estimulação elétrica nervosa cutânea. Intervenções cirúrgicas para a dor mais grave e debilitante são: secções da raiz nervosa (neurectomias) e rizotomias posteriores.
8. DIAGNÓSTICO
A história e o exame físico fazem a suspeita diagnóstica da Síndrome da Cauda Eqüina. Existe uma série de exames subsidiários que nos permite confirmar o diagnóstico, bem como planejar o tratamento. Os exames são radiografia simples, a tomografia computadorizada axial, a ressonância magnética e os estudos eletrofisiológicos. No raio X, o médico poderá observar comprometimento das raízes nervosas, por alterações degenerativas, como formação osteofitárias, retrolistese, estenoses e outras. A mielografia seguida de uma tomografia computadorizada axial tem sido o exame mais usado para o diagnóstico, quando se trata da Síndrome da Cauda Eqüina proveniente de uma estenose lombar. A tomografia computadorizada é um bom método para avaliação das causas ósseas e partes moles. Detecta alterações como o canal em trevo, hipertrofia das alterações interapofisárias, algumas deformidades como a escoliose que pode estar promovendo uma compressão das raízes da cauda, fragmentos de fratura e fraturas pós-truma. Em geral a Tomografia computadoriza é realizada entre os níveis de L3 - S1 em cortes axiais de 5 mm. Nos casos de estenose o rastreamento tem que ser realizado de L1 - S1. A ressonância nuclear magnética é o único exame que permite a aquisição de imagens em vários planos, sendo os mais usados os planos sagitais e axiais. A eletroneuromiografia é muito importante e útil, pois através desse exame podemos observar o grau de comprometimento da raiz nervosa. No caso de possível hérnia discal, o diagnóstico é dado através da ressonância nuclear magnética ou a tomomielografia. 8.1 DETERMINAÇÃO DO NÍVEL NEUROLÓGICO A American Spinal Injury Association (ASIA), desenvolveu um protocolo padronizado. Os pontos chaves são testados com um alfinete e com um chumaço de algodão. * O alfinete - Determina o agudo e o rombo. * O algodão - localizar o tato ligeiro. São recomendados ainda testes de sensibilidade profunda e da posição. Os resultados dos testes são listados no protocolo. Existe uma classificação chamada Medida de Independência Funcional (MIF) foi adicionada recentemente no processo de avaliação do paciente. Este método é usado para monitorizar e avaliar o progresso com tratamento. Ele mede as atividades de vida diária nas áreas de cuidados pessoais, controle esfincteriano, mobilidade, locomoção e comunicação social. Atividades como o comer, higiene pessoal e o vestir são calculadas numa escala que mede o nível de dependência / independência. Realizar um exame neurológico acurado e completo e determinar o nível neurológico da lesão ajuda a estabelecer metas reais para um programa de reabilitação que vise proporcionar maior independência ao paciente e promover melhor reintegração do mesmo dentro de sua comunidade.
9. PROGNÓSTICO
O potencial para a recuperação da lesão esta diretamente relacionado a extensão da lesão. Nos casos de lesões incompletas, que é a mais comum na Síndrome, é observada alguma evidência de função sensitiva e/ou motora abaixo do nível da lesão medular, depois que o choque espinhal cedeu. Os sinais iniciais de uma lesão incompleta podem estar indicados por um "sacro preservado" (sensação perianal, tônus no esfíncter retal, ou flexão ativa dos dedos dos pés). As lesões incompletas também podem apresentar-se com pontos ou áreas disseminadas de função sensitiva e motora. É importante observar que na maioria dos casos de lesões incompletas a melhora começa que imediatamente após a cessação do choque espinhal. Muitos pacientes terão alguma melhora progressiva do retorno muscular. Pode ser mínima, ou, menos freqüentemente, dramática, usualmente se tornando aparente durante os primeiros (e diversos) meses após a lesão. Com uma consistente progressão do retorno da função (diária, semanal ou mensalmente), maior recuperação poderá ser esperada ao nível desta mesma velocidade, ou numa base ligeiramente mais lenta. Avaliações meticulosas e freqüentes das funções sensitivas e motoras que neste período propiciarão importantes informações para o progresso da recuperação. Com o tempo, a velocidade de recuperação cairá, sendo alcançado um platô. Quando este platô é atingido, e não é observada atividade muscular por diversas semanas ou meses, não deve esperar que no futuro ocorram recuperações adicionais.
10. TRATAMENTO
O tratamento dos pacientes com lesão na cauda eqüina necessita de consideração especial.
10.1 TRATAMENTO CONVENCIONAL
No tratamento convencional é realizada a manobra com a manipulação de Crede / Valsalva, para que os pacientes possam urinar, devido a presença de uma bexiga arreflexiva (não contrátil). Existem pacientes que através de uma avaliação urodinâmica mostraram esfíncter uretral externo intacto, e, portanto esses pacientes podem conseguir urinar gerando altas pressões intravesicais. A catetização intermitente é começada a cada quatro ou seis horas, e com restrição hídrica a cerca de 1,5 litro por dia, esses pacientes podem ser tratadas com três catetizações por dia. A catetização intermitente pode ocasionar uma infecção. Neste caso é indicado o uso de antibiótico adequado principalmente nos primeiros 3 dias, a fim de prevenir a disseminação da infecção uretral. A fim de reduzir a incontinência de esforço. A paciente é encorajada e treinada para esvaziar a bexiga pela manobra de Crede / Valsalva periodicamente. O fracasso do tratamento com catetização intermitente usualmente resulta em colocação em longo prazo de um cateter de demora. Procedimentos neurocirúrgicos tais como bloqueios seletivos de raízes nervosas sacras e rizotomias podem ser indicadas a fim de converter uma bexiga reflexa (contrátil) em bexiga arrefléxica, a qual, conforme mencionado acima, pode ser facilmente controlada pela manobra de Crede/Valsalva. Pode ser administrado anti-inflamatórios e analgésicos. Os anti-inflamatórios são de origem não hormonal. Todos os anti-inflamatórios podem ter efeitos colaterais sendo os mais comuns os gastrointestinais e renais. O uso de analgésico é importante tanto na fase aguda como crônica. Deve ser feito a descompressão dos elementos neurais através da cirurgia. No caso de uma hérnia de disco unilateral é realizada uma laminectomia unilateral. Quando existe uma estenose associada, a laminectomia é bilateral. Nos casos agudos a cirurgia deve ser de urgência, e os melhores resultados cirúrgicos ocorrem nos casos operados nos três primeiros dias do início do quadro. Não houve correlação entre a duração do quadro clínico e o resultado cirúrgico. Nos casos de Síndrome da Cauda Eqüina crônica a descompressão não deve ser feita de urgência e o Paciente deve ter uma avaliação clínica completa. Nos casos agudos raras vezes o paciente se recupera totalmente, independente do intervalo entre o início do quadro e a descompressão cirúrgica. A ciatalgia bilateral é considerada sinal de mau prognóstico. A persistência da anestesia em sela é sinal que a função esfincteriana persistirá alterada. Nos casos crônicos a recuperação é lenta e incompleta. Deve-se explicar ao paciente que a cirurgia tem como objetivo impedir a piora do quadro clínico. Fase Aguda O esvaziamento intestinal também deve ser realizado através da estimulação proveniente de massagens abdominais no sentido horário ou uso de estimulação elétrica transcutânea. Quando houver a volta da atividade intestinal deve-se introduzir o estímulo retal com supositórios neutros ou toque retal diariamente, após as grandes refeições. A dieta deve ser equilibrada é rica em fibras, acompanhada de uma ingestão líquida diária, em torno de 2 litros. Quando as manobras forem ineficazes, utiliza-se laxativos suaves por agentes ativos de superfície. Fase Crônica Iniciar precocemente a reeducação intestinal na posição sentada, que favorece o esvaziamento intestinal. Manter ingestão hídrica diária em torno de 2000 ml, de acordo com o programa de reeducação vesical e dieta hipercalórica, hiperprotéica e rica em fibras. O uso de supositórios de glicerina e estimulação digital deve ser mantido nesta fase para se estimular os reflexos de evacuação. Deve-se instituir horários regulares de refeições. No treinamento intestinal e regulação e regularidade dos movimentos intestinais são os objetivos mais importantes. Deve-se buscar a continência e a atividade intestinal socialmente aceitável e evacuações regulares com fezes de consistência adequada. O hábito intestinal pode ser diário, em dias alternados ou a cada três dias. A manobra de Crede para os homens é recomendável que seja feita sentado para o esvaziamento vesical e o intestinal simultaneamente. Esse programa deve ser mantido em períodos longos para se obter uma boa reeducação intestinal. No que diz respeito ao tratamento para as disfunções sexuais é feito injeções de papaverina ou implantes cirúrgicos, no caso dos homens. Com o intuito de promover uma melhor ereção. Nas mulheres pode-se fazer o uso de lubrificantes artificiais. As alternativas para se manter um ato sexual, como beijos, sexo orogenital, uso de estímulos manuais em áreas genitais e não genitais vibradores podem e devem ser largamente estimulados e usados para que se tenha satisfação sexual em ambos os sexos. Obs.: Na fase aguda o paciente deve fazer repouso de uma semana. Com a melhora do quadro e principalmente da dor orienta-se o paciente para controlar sua atividade física na medida de suas possibilidades.
10.1.1 Retreinamento Intestinal
Os pacientes que saíram da fase de choque, na Síndrome da Cauda Eqüina, tratam seu intestino com remoção manual em uma escala diária ou em dias alternados. Esses pacientes podem começar a ter evacuações intestinais acidentais quando começam a usar um aparelho tutor ou a caminhar nas paralelas. Aumentar a freqüência dos cuidados intestinais de dias alternados para diariamente, acompanhando por instruções para manter fezes firmes através do controle da dieta, pode eliminar os acidentes. Quando a tolerância a sentar-se permitir, o paciente deve receber tratamento intestinal em uma cadeira higiênica para permitir que a gravidade ajude na evacuação intestinal. A massagem do abdômen a partir da direita para a esquerda também pode facilitar a movimentação das fezes para o trato inferior. Nas ocasiões em que não são evacuadas fezes com os métodos convencionais, o paciente pode necessitar experimentar um laxante brando e repetir o programa intestinal 8 a 10 horas mais tarde.
10.1.2 Acompanhamento
Todos os pacientes necessitam seguimento urológico periódico pelo resto da vida. Durante o primeiro ano após a alta, revê-se o nitrogênio uréico sanguíneo, urucultura (e sensibilidades), e o bem estar geral do paciente. Catetizações desnecessárias para verificar a urina residual em alguém que não mostre nenhuma evidência clínica de retenção de urina, infecção ou litíase podem não ser justificadas. Em pacientes assintomáticos sob os demais aspectos cuja urodinâmica foi anteriormente estudada, em vez de pielografia intravenosa anual de rotina, a renografia por radioisótopos para função renal, sonografia e radiografia simples do abdômen podem ser suficientes para o acompanhamento. A sonografia transretal linear é considerada muito útil, como uma modalidade não invasiva, para o acompanhamento visando determinar a urina residual e qualquer obstrução vesical.
10.2 TRATAMENTO FISIOTERÁPICO
O tratamento mais utilizado é o conservador, que é um tratamento repetitivo e requer um alto grau de disciplina, perseverança e motivação, precisando muitas vezes da interferência do fisioterapeuta não só como especialista mais também como incentivador para que trabalho seja realizado com sucesso. Os tratamentos conservadores consistem em exercícios e eletroestimulação. As contrações simples do assoalho pélvico podem ser ensinadas e praticadas, desde que o paciente seja capaz de contrair voluntariamente a musculatura pélvica.Com prevenção pode ser usado um perineômetro (dispositivo usado para medir a pressão dentro da vagina) para evitar a resistência e melhora e o biofeedback motiva a prática dos exercícios.
10.2.1 Exercícios de Contração do Assoalho Pélvico
Antes de instruir o paciente sobre o modo de realizar as contrações é preciso determinar, além de qualquer dúvida se o paciente é capaz ou não de ativar voluntariamente os músculos corretos. As contrações dos músculos glúteos, adutor do quadril e abdominal, a retenção fôlego e até o abanamento do abdome tem sido confundido com contrações da musculatura do assoalho pélvico. A capacidade de contrair os músculos elevadores do ânus deve tecnicamente ser estabelecido de maneira objetiva pelo fisioterapeuta, como parte do exame inicial. Se após uma cuidadosa instrução houver incapacidade de contração voluntária, deve-se tomar providências para reeduca-la. Isso, usando os meios adicionais que mais se adequarem, por exemplo, estimulação elétrica. O ensino das contrações do assoalho pélvico, para o paciente praticar de modo regular sem auxílio é uma tarefa muito difícil exigida pelo fisioterapeuta já que os músculos não estão diretamente visíveis. Na posição inicial as contrações podem ser feitas em qualquer posição, porém, a mais adequada é estar sentada em uma cadeira dura e inclina-se para frente para apoiar os antebraços nos joelhos, com as coxas e pés afastados. O períneo fica contra o assento da cadeira, de modo que há um feedback do estímulo sensorial do períneo, e uma mudança de sensação é geralmente visível sobre a saída pélvica durante a contração. Na primeira sessão pede-se ao paciente para manter uma contração com força até que ele sinta a fraqueza muscular. A linguagem de estímulo deve ser escolhida de modo específico para cada paciente utilizando palavras e imagens de fácil entendimento * Comprima, solta, comprima, solta; * Comprima o assoalho para cima e para baixo, segure e solte; * Interromper a urina; * Tentar contrair toda vez que espirrar, tossir ou rir pode evitar vazamento, quando os músculos estiverem mais hipertônicos. Se sentir dificuldade estando sentado ou deitado realizar exercícios em pé com pernas ligeiramente afastadas. O paciente precisa de estímulos regulares para aumentar a extensão, intensidade e o número de contrações repetidas. Deve ser usado um certo número de posições, trabalhando mais as que costuma ocorrer vazamento.
10.2.1.1 Incontinência Fecal
Quando o paciente se queixa de incontinência amorretal ou de urgência para defecar é muito importante a intervenção de um tratamento adequado, por é um problema embaraçoso que leva o paciente a situações desagradáveis e até mesmo o afastamento do convívio social. Alguma recuperação pode ocorrer com exercícios regulares do assoalho pélvico a resistência do mesmo pode chegar a um nível razoável. Caso não haja capacidade de contração devem ser utilizados métodos interferenciais que são os mesmos utilizados na incontinência urinária, porém não apresentando tanto êxito. Já o estímulo com eletrodo anel tem mostrado ser benéfico (Scokier, 1989). Podendo ser um recurso útil no auxílio do tratamento tanto como dispositivo do biofeedback para ensinar o controle do esfíncter anel de início, como um método para fortalecer os músculos. A contração do músculo elevador do ânus inibe diretamente o centro de micção e a urgência de esvaziar a bexiga pode ser controlada.
10.2.1.2 Biofeedback
É um equipamento que é conectado no paciente por sensores onde se solicita ao paciente a contração da musculatura do assoalho pélvico e os sinais de atividade elétrica dos músculos são mostradas em um monitor em proporção a intensidade e duração da contração dando ao terapeuta e ao paciente o feedback do comportamento da musculatura permitindo a reeducação e obtenção de resultados satisfatórios, qualidade da musculatura, aumento do controle miccional e fecal e aumento do prazer sexual. É esperado que eu seria para motivar o paciente à prática e também agir no sentido de fazer contrações mais fortes e mais longos. É contra-indicado em hipertonia total do assoalho pélvico já que é necessário a contração da musculatura para que haja a transmissão da atividade elétrica para o monitor do aparelho.
10.2.1.3 Estímulo Muscular Elétrico
Em geral os fisioterapeutas têm utilizado a estimulação elétrica na reabilitação de pacientes que têm dificuldade em realizar a contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico. Afirma-se que pela aplicação de sinais de corrente elétrica é possível reassumir o controle normal entre nervo e músculo em uma unidade motora. A aplicação é feita por eletrodos nos métodos de quatro pólos e de dois pólos. 10.2.1.4 Tratamento Persistente Quando apesar de todo tratamento repetido e exaustivo o paciente continua com algum grau de incontinência os esforços devem ser dirigidos no sentido do tratamento e achar a melhor solução para cada caso específico. O terapeuta pode ser capaz de produzir um pouco mais de resistência ou limite de movimento para permitir ao paciente tornar-se mais independente. Dando a ele condições de sair de casa e aproveitar a vida, pois a incontinência leva a uma privação social que desencadeia a depressão.
11. CONCLUSÃO
Neste estudo, concluímos que apesar da Síndrome da Cauda Eqüina ser uma patologia não muito conhecida até mesmo pelos elementos da área da saúde, tem-se ocorrido de certa forma freqüente. Esta ocorre de forma secundária a alterações, como as degenerativas da coluna vertebral, precisamente a nível lombo-sacral, fraturas, hérnias discais, tumores e outras. A fisioterapia vem buscando meios de minimizar os efeitos decorrentes da Síndrome, bem como promover uma melhor qualidade de vida e o retorno precoce do paciente as suas atividades diárias. Fonte: escrito por: Ana Beatriz P. do Santos Cláudia Regina G. Ferreira Daniel M. Rojas Mônica P. Gomes Silvania Oliveira Orientado por: Blair José Rosa Filho.

sábado, 5 de março de 2011

Coluna dorsal em degeneração dói ao respirar fundo.

ANATOMIA DO DORSO
Coluna Vertebral
Curvaturas
 Na coluna vertebral podemos verificar a existência de quatro curvaturas a saber:
· Cervical;
· Torácica;
· Lombar
; e
· Sacral.
 As curvaturas torácica e sacral são côncavas anteriormente e as curvaturas cervical e lombar são côncavas posteriormente.
            As curvaturas torácica e sacral são denominadas curvaturas primárias por se formarem durante o período fetal. Já as curvaturas cervical e lombar só são evidentes após o nascimento sendo portanto denominadas curvaturas secundárias.
            A curvatura cervical é acentuada quando a cabeça está ereta;
            A curvatura torácica é permanente qualquer que seja a posição;
            A curvatura lombar geralmente é mais acentuada em mulheres;
            A curvatura sacral é permanente e diferente em homens e mulheres sendo menos curvo nas últimas aumentando o tamanho da abertura da pelve.
Diferença entre as vértebras
             A vértebra é tipicamente composta por um corpo vertebral, um arco vertebral contendo um forame vertebral por onde passa a medula espinhal e sete processos vertebrais (espinhosos, transversos e articulares).
As vértebras cervicais são menores formando o esqueleto ósseo do pescoço. Possui o forame transverso oval ou forame do processo transverso. Em C7 esses forames são menores ou inexistentes. Por eles passam as artérias vertebrais. As vértebras cervicais possuem as características de vértebras cervicais típicas com exceção e C1 e C2.
            C1 ou Atlas é um osso em forma de anel e sustenta o crânio. Seus processos articulares articulam-se com os côndilos occipitais. O atlas não possui processo espinhoso, nem corpo.
            C2 ou Axis é a mais forte vértebra cervical. Possui duas superfícies planas de articulação onde gira o Atlas. Sua principal característica é um dente projetado para cima a partir do corpo.
            As vértebras torácicas diferem das demais por possuir faces costais para articulação com as costelas. Há uma ou mais faces em cada lado do corpo. Nos processos transversos há faces para articulação com os tubérculos costais. Seus processos espinhosos são longos e delgados. As vértebras de T4 a T8 são típicas. De T1 a T4 existem algumas características de vértebras cervicais. E as vértebras de T9 a T12 possuem tubérculos semelhantes às vértebras lombares.
             As vértebras lombares têm processos espinhosos visíveis com a flexão da coluna. Possuem corpos maciços e ausência de fóveas costais. Seus corpos têm forma de rim e seus forames vertebrais variam de ovais a triangulares. A maior de todas as vértebras, L5 é a responsável pelo ângulo lombossacral.
 Articulações
Articulações dos corpos vertebrais (intercorpovertebral)
         As articulaçãos intercorpovertebral são articulações cartilaginosas secundárias (sínfises) para suportar o peso do corpo. As superfícies articulares das vértebras, recobertas por cartilagem, são conectadas por um disco intervertebral fibrocartilaginoso e por ligamentos. Discos intervertebrais proporcionam fixação mais forte entre os corpos das vértebras. Os corpos vertebrais são unidos também por ligamentos longitudinais. Na região torácica os discos são mais delgados enquanto nas regiões cervical e lombar são mais espessos na frente. Esse espessamento tem relação com a curvatura de cada região.  
Articulações entre os arcos vertebrais (zigoapofisárias)  
As articulações zigoapofisárias são articulações sinoviais que ocorrentes entre os processos articulares inferiores de uma vértebra superior e os articulares superiores de uma vértebra inferior. São articulações planas. São circundadas por uma cápsula articular frouxa que se fixa às bordas articulares dos processos. As cápsulas fibrosas são mais longas e frouxas na região cervical do que nas torácica e lombar, o que proporciona maior movimento de flexão na primeira região. Essas articulações permitem movimentos de deslizamento. Controlam extensão, flexão e rotação das vértebras cervicais e lombares adjacentes.
Articulações entre o Crânio e o Atlas (atlanto-occipitais
As articulações atlanto-occipitais são as articulações entre C1 e os côndilos occipitais que permitem movimento de flexão e extensão do pescoço. São articulações sinoviais do tipo condilóide, revestidas por cápsulas articulares frouxas. O crânio e C1 contactam-se também através dea membranas atlantooccipitais anteriores e posteriores (dos arcos de C1 até as bordas do forame magno). Essa membrana evita hiperflexão ou hiperextensão do pescoço.
            Articulações entre o Atlas e o Áxis (atlanto-axiais
As articulações atlantoaxiais são articulações sinoviais entre C1 e C2 sendo duas laterais e uma mediana. Permitem movimentos de rotação. Durante esse movimento o dente de C2 é mantido em um anel formado pelo arco anterior do atlas e o ligamento transverso. A articulação do dente de C2 com C1 é uma articulação trocóide.
Ligamentos:
 Ligamento longitudinal anterior
O ligamento longitudinal anterior é uma faixa fibrosa larga e forte que recobre as faces anteriores dos corpos vertebrais e discos intervertebrais. É mais espesso em nível dos discos intervertebrais e vai de C1 até o sacro. Mantém a estabilidade das articulações intercorpovertebrais e evita a hiperextensão da coluna vertebral.
 Ligamento longitudinal posterior  
O ligamento longitudinal posterior é uma faixa mais estreita e mais fraca que o ligamento longitudinal anterior. Está na face posterior dos corpos vertebrais, dentro do canal vertebral. É mais largo nas regiões torácica e lombar. Fixa-se aos discos intervertebrais e às bordas posteriores dos corpos vertebrais estendendo-se de C2 até o sacro. Evita a hiperflexão da coluna vertebral e a protrusão posterior do núcleo pulposo do disco.
Músculos
Os músculos superficiais do dorso (trapézio e grande dorsal) conectam os membros superiores ao tronco e estão relacionados com os movimentos desses membros. A tabela a seguir mostra suas funções principais.
O Músculo Trapézio:
Origem: Terço medial da linha nucal. Túber occipital e processos espinhosos de C7 a T12
Inserção: Terço lateral da clavícula, acrômio e espinha da escápula
Função: Eleva, retrai e roda a escápula. As fibras superiores elevam, as médias retraem e as inferiores deprimem a escápula. Roda a escápula
 Músculo Grande Dorsal:
Origem: Processo espinhosos de T6 a T12, crista ilíaca e 3 a 4 costelas inferiores
Inserção: Assoalho do sulco intertubercular do úmero
Função: Estende, aduz e roda medialmente o úmero; levanta o corpo durante a escalada
Músculo Levantador da Escápula:
Origem: Tubérculos post. dos processos transversos das vértebras C1 a C4
Inserção: Parte superior da borda medial da escápula
Função: Eleva a escápula e inclina sua cavidade glenóide para baixo através da rotação da escápula
 Músculos Rombóides Maior e Menor:
Origem: Menor: ligamento da nuca e processos espinhosos de C7 e T1 - é superior ao maior
Maior: processos espinhosos de T2 a T5
Inserção: Borda medial da escápula a partir do nível da espinha até o ângulo inferior
Função: Retrai a escápula e roda para abaixar a cavidade glenóide; fixa a escápula à parede torácica.

        Os músculos extrínsecos são compostos pelos músculos superficiais e intermediários do dorso.
        Os músculos intermediários do dorso (serrátil posterior e levantadores das costelas) são os músculos respiratórios superficiais.
        Existem dois músculos serráteis posteriores. Um superior que elevas as quatro costelas superiores e os inferior que abaixa as costelas inferiores evitando que sejam puxadas pelo diafragma.
        Os músculos levantadores das costelas têm forma de leque e são em número de doze. Elevam as costelas.
        Os músculos intrínsecos são os músculos profundos do dorso. São divididos em três camadas: superficial, intermédia e profunda.
Camada Superficial de Músculos Intrínsecos ou Profundos do Dorso:  Músculo Esplênio do Pescoço e da Cabeça:
Origem: Metade inferior do ligamento da nuca e processos espinhosos de T1 a T6
Inserção: Esplênio da cabeça: face lateral do processo mastóide.
Esplênio do pescoço: tubérculos posteriores dos proc. transversos de C1 a C4.
Função: Isoladamente: fletem e rodam a cabeça para o mesmo lado. Em conjunto: estendem a cabeça e o pescoço.
Camada Intermédia de Músculos Intrínsecos ou Profundos do Dorso - M. Eretor da Espinha
    Músculo Iliocostal (Porção lateral do m. eretor da espinha):
Divisões: parte lombar; parte torácica; parte cervical
Origem: Origem comum - parte posterior da crista ilíaca.
Inserção: Ângulos das costelas
Função: Unilateral: Flete lateralmente a cabeça ou a coluna. Bilateral: estendem a cabeça e parte ou toda a coluna.
    Músculo Longuíssimo (Porção intermédia do m. eretor da espinha):
Divisões: torácico; do pescoço; da cabeça
Origem: Origem comum
Inserção: Processos transversos das vértebras torácicas e cervicais além do processo mastóide
Função: Unilateral: Flete lateralmente a cabeça ou a coluna. Bilateral: estendem a cabeça e parte ou toda a coluna.
    Músculo Espinhal (Porção medial do m. eretor da espinha):
Divisões: do tórax; do pescoço; da cabeça
Origem: Origem comum
Inserção: Processos espinhosos da região lombar superior e torácica inferior
Função: Unilateral: Flete lateralmente a cabeça ou a coluna. Bilateral: estendem a cabeça e parte ou toda a coluna.
Camada Profunda de Músculos Intrínsecos ou profundos do Dorso
Músculo Semi-Espinhal
Divisões: do tórax; do pescoço; da cabeça
Origem: Processos trans-versos de T1 a T6
Inserção: Metade medial da área entre as linhas nucais superior e inferior do osso occipital
Função: Bilateralmente: estendem as regiões cervical e torácica da coluna. Unilateralmente rodam essas regiões para o lado oposto
Músculo Multífido
Origem: Arcos vertebrais
Inserção: Processos transversos
Função: Bilateralmente: estendem o tronco e estabilizam a coluna Unilateralmente: flete o tronco lateralmente rodando-o para o lado oposto.

O SONHO DAS CÉLULAS TRONCO.

Seis anos de pesquisas com células-tronco: necessidade de equilíbrio entre a cautela e a coragem nas pesquisas com seres humanos
Postado por Andréa Albuquerque em 1 março 2011 às 10:42
A proximidade da harmonia entre o sonho e o sensato vai além da nossa vontade, vai da vontade de um grupo que precisa ter humildade e coragem para colocar o Brasil num patamar melhor de ensaios clínicos.
 Caros,
 A gente sempre comenta que o tempo voa, não é mesmo?
Às vésperas do Carnaval minha mãe, diz: "Daqui a pouco já é Natal!". A gente se diverte com o exagero, mas em parte, ou melhor, na imensa maioria das vezes, ela tem razão.
Dia 02 de março de 2011 a Lei de Biossegurança, que permite que sejam feitas pesquisas com células-tronco embrionárias, completa 6 anos. Acho que o dia da aprovação foi um dos mais emocionantes na vida de muita gente, sabe quando a gente dá aquele suspiro de alivio? Aquele de levantar os ombros e de soltar o ar pela boca? Foi um pouco assim. Uma realização.
 Mas - e vale um “mas” bem longo - muita coisa ainda tem de ser feita.
 Vamos relembrar um pouco quais etapas são necessárias para se fazer uma pesquisa científica, no caso das células-tronco, por exemplo. Tradicionalmente primeiro acontece a pesquisa básica, rapidamente podemos lembrar de alguma aula de ciências do ensino fundamental, avental, bancada de mármore, placa de petri, pipeta e proveta, aqueles vidrinhos e compartimentos onde misturávamos substâncias coloridas; isso tudo numa complexidade inimaginável, ao menos para mim, uma não cientista.
Sabe-se que uma boa pesquisa deve ser passível de replicação, faz parte da validação de um estudo. O debruçar sobre este requer, portanto, muita dedicação. 
 Em outra etapa são utilizados animais como camundongos e animais maiores.
Houve uma época na minha vida na qual eu ia semanalmente ao Instituto Butantã buscar uma vacina que meu pai tinha de tomar, e passava em frente ao espaço onde ficam os macacos Rhesus - aqueles do fator sanguíneo -, foi uma época muito difícil, mas eu me sentia agradecida com eles, porque muito havia se descoberto deste modo, estudando animais de grande porte. Estas pesquisas são chamadas de pré-clínicas. 
 Bem, toda pessoa que está ou conhece alguém que tenha alguma doença, ou alguma deficiência, e lê o texto até aqui pode estar pensando: "Tá, tá, tá, tá, mas e aí, e as pesquisas com gente? E as pesquisas prá gente?".
 Paro um pouco de escrever, fico pensando que é mais fácil lembrar das aulas de ciências a refletir sobre a angústia da espera.
A angústia da espera é um amontoado de sentimentos, onde conflitam a esperança e a certeza. 
Toda doença tem um peso enorme, que só fica mais leve quando um sopro de esperança surge, e surgiu com as células-tronco. Acho que o levantar de ombros há seis anos não era alívio, era um sopro de esperança. 
Na onda deste sopro tão verdadeiro vieram possíveis aproveitadores, com clínicas espalhadas pelo mundo, dizendo tratar as mais diversas enfermidades com células-tronco. Primeiro que a regra de ouro é quebrada, certo ou não - e isso pode ficar para uma outra discussão -, as pesquisas não podem ser cobradas. E eles cobram; e muito.
 É difícil dizer "não vá", ou melhor, é fácil falar quando não se está nesta angústia da espera, com o sonho e o sensato duelando dentro de si. Quem tem ou conhece alguém que tenha uma doença grave pode, por desespero, por angústia, por falta de informação, ir em busca dessas clínicas. Infelizmente. Devemos, sem dúvida, coibir quem vende a idéia de cura cobrando fortunas e prometendo mundos e fundos. Coibir esta prática significa estar de acordo com a verdade*.
 É preciso que se discuta sobre 2 pontos fundamentais:
a importância da informação com transparência;
o incentivo à pesquisa clínica no Brasil.
Eu quero a diminuição do descompasso entre a doença e a cura!
Tenho certeza que você também quer, mas isso só vai acontecer se o Ministério da Saúde também quiser.
Os órgãos de ética em pesquisa também precisam querer!
 É preciso que haja agilidade, não podemos aceitar pouca atividade de pesquisas clínicas no Brasil por ineficiência política. 
A proximidade da harmonia entre o sonho e o sensato vai além da nossa vontade, vai da vontade de um grupo que precisa ter humildade e coragem para colocar o Brasil num patamar melhor de ensaios clínicos.
 Cautela técnica nós aplaudimos; burocracia, repudiamos.

Procura-se um Amigo.

Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração.
Precisa saber falar e saber calar; sobretudo, saber ouvir.
Tem que gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, do sol, da lua,
do canto dos ventos e do murmúrio das brisas.
~~~
Deve ter amor, um grande amor por alguém,
ou então sentir falta de não ter esse amor.
Deve amar ao próximo e respeitar a dor que todos os passantes levam.
~~~
Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem mesmo é imprescindível que seja de segunda mão;
pode já ter sido enganado (todos os amigos são enganados).
~~~
Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro,
mas, não deve ser vulgar.
Deve ter um ideal e medo de perde-lo; no caso de assim não ser,
deve sentir o grande vácuo que isso deixa.
~~~
Tem que ter ressonâncias humanas; seu principal objectivo deve ser de ser amigo;
deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.
Deve ser D. Quixote sem, contudo, desprezar Sancho Pança.
Deve gostar de crianças, lastimar as que não puderam nascer
e as que não puderam viver.
~~~
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos;
que se comova quando chamado de amigo;
que saiba conversar de coisas simples, de orvalho, de grandes chuvas
e de recordações da infância.
~~~
Precisa-se de um amigo para não enlouquecer,
para se contar o que se viu de belo ou de triste durante o dia,
dos anseios e das realizações,
dos sonhos e da realidade.
~~~
Deve gostar de ruas desertas, de poças de chuva,
de caminhos molhados, de beira de estrada,
do mato depois da chuva e de se deitar no capim.
~~~
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver,
não porque a vida é bela,
mas porque já se tem um amigo.
~~~
Precisa-se de um amigo para se parar de chorar,
para não se viver debruçado no passado
em busca de memórias queridas.
~~~
Precisa-se de um amigo que nos bata no ombro,
sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo.
Precisa-se de um amigo que creia em nós.
Precisa-se de um amigo
para se ter consciência de que ainda se vive.

Megacólon Congênito.

 Megacólon Congênito.A doença de Hirschsprung é uma anomalia congênita que tem como característica intrínseca a ausência dos neurônios intramurais dos plexos nervosos parassimpáticos (Meissner e Auerbach), afetando o intestino grosso, em geral, nos seus segmentos mais distais, como o reto e o cólon sigmóide. Os principais sinais e sintomas da doença são a distensão abdominal que ocorre logo após o nascimento, com presença de vômitos e retardo de mais de 48 horas na passagem do mecônio, sem que haja um fator mecânico obstrutivo reconhecido de imediato. A doença compromete quatro vezes mais os meninos que as meninas e é considerada como devido à falha de migração crânio-caudal da crista neural do vago, tratando-se, pois, de uma neurocristopatia, hoje considerada associada à "deleção" do braço longo do cromossomo 10. Um dos mais intrigantes fatores relativos ao megacólon congênito, além da incidência familiar, é sua alta associação com outras anomalias congênitas que chegam a estar presentes em 28% ou mais, dos casos. Deixada evoluir sem o tratamento precoce, em geral, ela provoca retardo do desenvolvimento que, não raramente, culmina com a morte, quase sempre associada a enterocolites graves. O tratamento é cirúrgico e se resume na retirada do segmento denervado, com reconstrução imediata do trânsito intestinal. O envolvimento do médico geneticista na avaliação desses pacientes é obrigatório já que, com a sua participação, o número total de anomalias adicionais reconhecidas triplica. Unitermos: megacólon, megacólon congênito, doença de Hirschsprung 
MEGACÓLON CONGÊNITO
A forma clássica e mais conhecida do megacólon congênito é a decorrente da aganglionose congênita, entidade conhecida desde o século XVI, mas apenas divulgada, como doença estudada, em 1887, por Hirschsprung1.
Hirschsprung relacionou os sintomas graves de constipação e o quadro clínico de obstrução, com a hipertrofia e a acentuada dilatação dos cólons, sem que houvesse a possibilidade da demonstração do agente causal. Em 1904, escrevendo sobre a dilatação congênita do cólon, ele relatou sua experiência com os 10 primeiros casos.
O termo megacólon, para esta situação, foi empregado às custas do aspecto radiológico do intestino grosso, em que o enema opaco é exame que deve ser feito sem preparo. O aspecto de cólon dilatado pode desaparecer com o esvaziamento prévio dos cólons, via anal. Contudo, ao longo dos anos, nas crianças não tratadas e que sobrevivem, o cólon realmente se alonga, dilata e hipertrofia. O desproporcionado crescimento do intestino grosso, principalmente do cólon esquerdo, nessas crianças, confere-lhes notável distensão abdominal, com acentuado alargamento da base do tórax. A constipação crônica e os repetidos episódios de enterocolites contribuem para com o retardo no desenvolvimento do peso e da estatura, o que realça o aspecto da distensão abdominal. 
Estarei postando mais informações em breve, estou em busca delas, abraços...
Por Carol Souto!

ANTENÇÃO!!!

IMPORTANTE: AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE SITE TEM CARÁTER INFORMATIVO E NÃO SUBSTITUEM AS OPINIÕES, CONDUTAS E DISCUSSÕES ESTABELECIDAS ENTRE MÉDICO E PACIENTE.

Como desenvolver a autoestima, ganhar confiança e viver com mais entusiasmo.

Paixão, entusiasmo, alegria, esperança e tantas outras emoções positivas são o combustível para uma vida plena de EROS, essa energia magnífica que pode destruir, mas que principalmente pode ampliar.

Mais do que nunca se sabe que as doenças físicas e mentais estão profundamente associadas a fatores biológicos e psicossociais. Portanto, é importante aprender, ou melhor, reaprender a se conectar com o novo, como uma maneira de se atualizar sempre no seu desejo e na maneira de sentir e absorver o mundo que nos cerca.

Posso destacar aqui uma maneira muito simples e quase óbvia, mas que raramente usamos em nosso proveito que são nossos órgãos dos sentidos, pois é através dos órgãos sensoriais que as mensagens de prazer entram em nossa vida,estimulando o desejo.

Por que falar de desejo quando eu quero falar de autoestima, felicidade, estar de bem consigo mesmo ou mesma? Por que reconhecer o seu próprio desejo e satisfazê-lo é o alimento que a alma precisa para dar estrutura ao Ego para suportar os reveses da vida sem ser derrubada por eles.

Usar a visão para olhar o que é belo,ouvir uma música com o coração e a memória, saborear a vida e o bolo de chocolate sem culpas, acariciar e abraçar para se arrepiar; e dessa maneira abrir seus próprios canais de conexão com o mundo e com seus próprios desejos.

É necessário assumir seus prazeres e necessidades, entendendo e aceitando a diversidade em todos os sentidos, com respeito pela própria natureza e pela dos outros. Ser inteiro e a cada dia se reconhecer e se validar, hoje o gozo, amanhã choro, acerto e erro, tendo coragem e medo.

Luz e sombra fazem o todo e aceitar-se assim e se permitir sentir e viver todos os seus desejos e se encontrar com seu próprio EU, aquele que a gente muitas vezes esconde da gente mesma por conta das obrigações e responsabilidades.

Fazer a cada dia um novo dia, em anseios e respostas, abdicando das fórmulas prontas que muitas das vezes está calcada não nos desejos e experiências, atuais, mas sim em dificuldades e medos ultrapassados e sem sentido no hoje, no aqui e agora.



Doação de Órgãos

Campanha Nacional de Doação de Órgãos. Participe e Divulgue. Para ser doador de órgãos, fale com sua família e deixe clara a sua vontade, não é preciso deixar nenhum Documento. Acesse www.doevida.com.br, saiba mais. Divulgação: comunicacao@saude.gov.br At.Ministério da saúde. Siga-nos: www.twitter.com/minsaude

DOE SANGUE

DOE SANGUE

VISITAS

Flag Counter

CONTATOS

CONTATOS, email:esterfeliz12@yahoo.com.br

Postagens populares

Widget de tempo


fornecido por tititudorancea.com.br

Os Imprescindíveis.

Há homens que lutam por um dia e são bons.

Há outros que lutam por um ano e são melhores.
Há outros, ainda, que lutam por muitos anos e são muito bons.
Há, porém, os que lutam por toda a vida,
Estes são os imprescindíveis.

Bertolt Brecht.