Busque! GANHE E BUSQUE AQUI! TEMAS SOBRE SAÚDE E PREVENÇÃO.

Não há cura para o NASCER e o MORRER, a não ser SABOREAR o intervalo”.


ATENÇÃO!!!

IMPORTANTE: AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE SITE TEM CARÁTER INFORMATIVO
E NÃO SUBSTITUEM AS OPINIÕES, CONDUTAS E DISCUSSÕES ESTABELECIDAS ENTRE MÉDICO E PACIENTE.

OLÁ! SEJAM BEM VINDOS! VOLTEM SEMPRE!

Pesquisar este blog

sábado, 30 de julho de 2011

INSÔNIA, SUAS CAUSAS E TRATAMENTO.



A insônia é um dos problemas relacionados ao sono mais freqüentes na população geral, sendo caracterizada como a falta de sono ou dificuldade prolongada ou anormal para adormecer. Não existem dados precisos sobre prevalência da insônia na população geral, mas estudos populacionais indicam uma prevalência anual de 30 a 40% para as queixas de insônia em adultos (DSM-IV). A insônia é pouco vista entre crianças e adolescentes, sendo mais observada entre adultos jovens (20 a 30 anos), começando de forma simples (como algumas noites mal dormidas) e se intensificando gradualmente (Monti, 2000). A insônia tem sido mais observada em mulheres do que em homens, porém ambos têm sido acometidos de forma significativa.
A insônia tem sido classificada em dois grupos:
1) Insônia situacional: atingem pessoas que passam por dificuldades ocasionais, como seqüestro ou assalto, ou algum evento estressor forte.
2) Insônias devido a transtornos relacionados: a insônia aparecer como um dos comportamentos de outros transtornos como ansiedade, depressão, estresse pós traumático.
Alguns critérios devem ser observados para diagnosticar a insônia, como a dificuldade para iniciar ou manter o sono do modo que esse seja reparador, ou seja, produza descanso. Esta dificuldade deve durar, no mínimo, um mês e causar sofrimento clinicamente significativo, ou seja, nota-se um prejuízo no funcionamento social (casamento, amizades) ou ocupacional (trabalho, estudo) ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. A insônia não ocorre exclusivamente durante o curso de outro transtorno do sono, como sonambulismo, ou de outro transtorno psicológico (ansiedade, depressão), nem se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância psicoativa (cafeína, anfetaminas) ou de uma condição médica geral, como por exemplo, problemas orgânicos como febre, labirintite dentre outros. Todavia, estes podem aparecer concomitantemente.
A insônia pode ser vista como mais de um comportamento, ou seja, a dificuldade para dormir, tem sido observada como comportamento chave para o diagnóstico. Porém outros comportamentos podem ser observados, como ansiedade do indivíduo na tentativa de controlar o sono, se engaja em atividades dificultadoras do sono, como exercício pesado antes de dormir e ate a ingestão de substâncias psicoativas.
A insônia pode ser vista como uma cadeia de comportamentos que envolvem antes da dificuldade para dormir, o engajamento em atividades dificultadoras do sono, como exercícios físicos pesados antes de dormir, o ato de assistir filmes na TV ou a ingestão de substâncias psicoativas. Como produto das ações acima mencionadas haveria, também, ansiedade do indivíduo na tentativa de controlar o sono, cansaço no dia seguinte, prejuízos ocupacionais e outros. É importante que aquele que sofre de insônia seja capaz de observar os eventos que a determinam.
Tratamento
Muitas pessoas têm recorrido aos medicamentos para solucionar o problema da insônia, sendo este um dos recursos mais usados por pessoas que apresentam esse quadro. Todavia, este recurso é o menos indicado, sendo sua eficácia pouco observada na resolver do problema, o uso de fármacos só mascara o real problema (Buela-Casal e Sierra, 1996). A Terapia Comportamental, muito indicada nos casos de insônia, propõe analisar, todos os comportamentos que estão presentes na vida da pessoa, principalmente os relacionados com o problema da insônia. Entender as conseqüências desses comportamentos será fundamental, além de se trabalhar com eventos que antecedem o dormir das pessoas acometidas de insônia. O Terapeuta Comportamental pode propor algumas técnicas para trabalhar a insônia (Buela-Casal e Sánchez, 2002), como:
1) Construção de um diário de sono: registros realizados pelas próprias pessoas, trazendo assim, tanto os eventos que antecedem o dormir como as conseqüências deste.
2) Técnica do relaxamento progressivo de Jacbson: consiste em ensinar a pessoa a relaxar por meio de uma série de exercícios no qual ele tenciona e relaxa de forma alternada diferentes grupos musculares.
3) Dessenssibilização Sistemática: visa reduzir as respostas de ansiedade, além de eliminar os comportamentos de evitação, como por exemplo, a evitação de dormir. Dentro dessa técnica três passos devem ser seguidos, como um treino de relaxamento, construção de uma hierarquia de itens ou estímulos geradores de ansiedade, avaliação e prática de imaginação.
Vale ressaltar que as utilizações dessas técnicas só terão o efeito desejado se uma análise funcional tiver sido realizada, ou seja, deve-se compreender as situações e os contextos nos quais os comportamentos ocorrem, tantos os eventos que os antecedem como suas conseqüentes.
A insônia é um problema que possui solução. Todavia, a demora por procura de tratamento especializado acaba por agravar o quadro. Dentre as complicações da insônia, pode-se destacar dificuldade de concentração, irritabilidade, tristeza, fadiga, prejuízos significativos na vida profissional e a dependência de medicamentos para dormir, os hipnóticos. O tratamento adequado pode rapidamente solucionar este problema, principalmente se não for constatado algum quadro neurológico envolvido na insônia.
Por Adriana de Oliveira.

HEPATITE A, B, C.

HEPATITES
O QUE É?
É qualquer inflamação do fígado. Pode ser causada por infecções (vírus, bactérias), álcool, medicamentos, drogas, doenças hereditárias (depósitos anormais de ferro, cobre) e doenças autoimunes.
COMO SE ADQUIRE?
Existem vários tipos de hepatite e a causa difere conforme o tipo. 
 
Hepatite Viral A:

via fecal-oral, ou seja, fezes de pacientes contaminam a água de consumo e os alimentos quando há condições sanitárias insatisfatórias
Hepatite Viral B:

as relações sexuais e a injeção de drogas ilícitas são as principais preocupações atuais. A aquisição pela transfusão sanguínea e derivados deixou de ser o principal motivo, desde a implantação dos rigorosos cuidados vigentes nos bancos de sangue e a extinção de pagamento a doadores. O bebê pode adquirir hepatite na hora do parto quando a mãe tiver o vírus
Hepatite Viral C:

a transfusão de sangue e derivados, a injeção de drogas ilícitas, o contato desprotegido com sangue ou secreções contaminadas são as principais vias.

Ocorrem casos de transmissão mãe-bebê na hora do parto.

Suspeita-se da via sexual e da aspiração nasal de drogas para explicar uma parte dos 20 a 30% de casos nos quais não se conhece a forma de contaminação.
Hepatite Viral D:

é um vírus que só causa doença na presença do vírus da hepatite B. Sua forma de transmissão é a mesma do vírus B
Hepatite Viral E:

fecal-oral, igual à hepatite A. É mais descrita em locais subdesenvolvidos após temporadas de enchentes
Álcool:

uso abusivo de qualquer tipo de bebida alcoólica. A quantidade que causa doença hepática é variável de pessoa para pessoa, sendo necessário, em média, menor dose para causar doença em mulheres do que em homens.

A dose de alto risco é de 80g de álcool por dia, o que equivale a 5-8 doses de uísque (240 ml), pouco menos de 1 garrafa e meia de vinho (800 ml) ou 2 litros de cerveja.

Quanto maior o tempo de ingestão (anos), maior é o risco de hepatite alcoólica e cirrose. Certas pessoas podem adoecer mesmo com doses e tempo bem menores do que a média acima mencionada
Medicamentosa:

vários remédios de uso clínico podem causar hepatite em indivíduos suscetíveis. Não se pode prever quem terá hepatite por determinada droga, porém, indivíduos que já têm outras formas de doença do fígado correm maior risco.

Alguns medicamentos relacionados com hepatite são: paracetamol (Tylenol®, Dôrico®); antibióticos e antifúngicos como a eritromicina, tetraciclina, sulfas, cetoconazol e nitrofurantoína; anabolizantes (hormônios usados para melhorar o desempenho físico - dopping); drogas antipsicóticas e calmantes, como por exemplo, a clorpromazina (Amplictil®), amiodarona (antiarrítmico), metildopa (Aldomet® - anti-hipertensivo) e antituberculosos. Anticoncepcionais orais (pílula) também são ocasionalmente mencionados
Autoimune:

algumas doenças fazem com que as substâncias de defesa do próprio indivíduo (anticorpos) causem inflamação e dano ao fígado. Não se sabe porque isso acontece
Hepatites por causas hereditárias:

doenças como a hemocromatose e a doença de Wilson levam ao acúmulo de ferro e cobre, respectivamente, no fígado, causando hepatite
Esteatohepatite não alcoólica (esteatose hepática, fígado gorduroso):

é o acúmulo de gordura no fígado. Ocorre em diversas situações independentes do consumo de álcool, como obesidade, desnutrição, nutrição endovenosa prolongada, diabete melito, alterações das gorduras sanguíneas (colesterol ou triglicerídeos altos) e alguns remédios.
O QUE SE SENTE E COMO SE DESENVOLVE?
No caso das hepatites infecciosas, há um período sem sintomas, chamado de incubação. A duração dessa fase depende do agente causador. Depois, aparecem sintomas semelhantes, por exemplo, a uma gripe, com febre, dores articulares (nas juntas) e de cabeça, náuseas (enjôo), vômitos, falta de apetite e de forças. É comum que a melhora dessas queixas gerais dê lugar ao aparecimento dos sintomas típicos da doença, que são a coloração amarelada da pele e mucosas (icterícia), urina escura (cor de Coca-Cola) e fezes claras. Pode-se notar o aumento do tamanho do fígado, com dor quando se palpa a região abaixo das costelas do lado direito. A duração dessa fase varia de 1 até 4 meses.
De forma geral, a hepatite A costuma ter evolução benigna, não deixando seqüelas.
A hepatite B torna-se crônica em até 5% dos casos e a hepatite C em mais de 80%.
Dos indivíduos com hepatite B crônica, 25 a 40% evoluem para cirrose e/ou câncer de fígado, enquanto que na hepatite crônica C, isso ocorre em cerca de 20%.
A hepatite D piora a evolução da hepatite B por estar associado a formas fatais.
A hepatite E é geralmente benigna, exceto nas gestantes, nas quais há maior risco de formas graves levando a óbito materno e fetal.
A hepatite alcoólica, assim como as medicamentosas e autoimunes, pode evoluir para cronicidade e cirrose se a exposição ao agente causador persistir.
A hemocromatose pode evoluir, com o passar dos anos, para a cirrose e o câncer de fígado. A doença de Wilson quando não tratada, pode evoluir para cirrose, degeneração cerebral e óbito.
COMO O MÉDICO FAZ O DIAGNÓSTICO?
O médico, além da história e do exame clínico, pode testar sua hipótese diagnóstica de hepatite, principalmente, através de exames de sangue. Entre esses, há os chamados marcadores de hepatites virais e autoimunes.
Outros testes mostram a fase e gravidade da doença. Em alguns casos, poderá ser necessária uma biópsia hepática (retirada de um pequeno fragmento do fígado com uma agulha) para que, ao microscópio, se possa descobrir a causa.
COMO SE TRATA?
Para as hepatites agudas causadas por vírus não há tratamento específico, à exceção dos poucos casos de hepatite C descobertos na fase aguda, na qual o tratamento específico pode prevenir a evolução para a doença crônica.
O repouso total prolongado e a restrição de certos tipos de alimentos, nas hepatites, não ajudam na recuperação do doente e também não diminuem a gravidade da doença.
De forma geral, recomenda-se repouso relativo conforme a capacidade e bem-estar do paciente, bem como alimentação de acordo com a tolerância.
Excepcionalmente, é necessária a administração de líquidos endovenosos.
Bebidas alcoólicas são proibidas até algum tempo após a normalização dos exames de sangue.
Remédios só devem ser usados com específica liberação do médico para evitar o uso daqueles que possam piorar a hepatite.
Na hepatite autoimune, quando diagnosticada pelo médico, o uso de corticóides (assemelhados da cortisona) estão indicados e modificam favoravelmente o curso da doença.
As hepatites por álcool e por drogas são tratadas basicamente com o afastamento das substâncias lesivas. Além disso, com medidas de suporte, como hidratação, nutrição e combate aos sintomas da abstinência ao álcool ou drogas.
Quando a doença é por acúmulo de ferro ou cobre, faz-se uma dieta pobre nesses minerais. Sangrias programadas na hemocromatose e a penicilamina, na doença de Wilson, são os tratamentos principais.
COMO SE PREVINE?
As hepatites A e B podem ser prevenidas pelo uso de vacina.
Para prevenção da hepatite A é importante o uso de água tratada ou fervida, além de seguir recomendações quanto à proibição de banhos em locais com água contaminada e o uso de desinfetantes em piscinas.
A hepatite B também é prevenida da mesma forma que a AIDS, ou seja, usando preservativo nas relações sexuais e não tendo contato com sangue ou secreções de pessoas contaminadas (transfusões de sangue, uso de agulhas e seringas descartáveis não reutilizadas).
A hepatite C é prevenida da mesma forma, porém o risco de contágio sexual não está bem estabelecido.
Trabalhadores da área da saúde (médicos, enfermeiros) devem usar luvas, óculos de proteção e máscara sempre que houver possibilidade de contato (ou respingos) de sangue ou secreções contaminadas com vírus da hepatite B ou C com mucosas ou com lesões de pele.
A hepatite alcoólica ocorre pela ingestão repetitiva de grandes quantidades de bebida, sendo o consumo moderado a melhor forma de evitá-la. As quantidades lesivas são as mencionadas acima, cabendo destacar que para certas pessoas doses bem menores podem deixá-las doentes. Pessoas que "agüentam" maiores quantidades de álcool antes de ficarem bêbadas, estão igualmente arriscadas à doença grave. Indivíduos com outras doenças hepáticas sofrem mais facilmente de hepatite alcoólica.
Não se conhecem até hoje formas de prevenção da hepatite autoimune.
Tampouco sabe-se prever os indivíduos que terão hepatite com uso de certos remédios que não fazem mal para a maioria das pessoas.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

CALCIFICAÇÃO CEREBRAL OSTEOPETROSE E DORES ÓSSEAS.

A osteopetrose inclui várias doenças ósseas caracterizadas por uma densificação esquelética generalizada devido a um defeito da reabsorção osteoclástica.
A Osteopetrose autossômica recessiva Suave é um dos quatro tipos de osteopetrose em humanos que foi claramente identificada.
Este tipo de osteoporose é uma doença extremamente rara, com apenas 50 casos relatados na literatura até o momento.
Esta doença é marcada pela tríade clássica: esclerose esquelética difusa, acidose tubular renal e calcificações cerebrais, mas às vezes podem incluir fraturas após traumas mínimos, falta de crescimento e / ou retardo mental, e deformação dos membros (valgum especialmente).
O transtorno é devido a uma mutação do gene que codifica para a anidrase carbônica tipo II (CA II).
A ausência herdada do CA II explica a esclerose esquelética (papel do CA II em células de reabsorção óssea) e também acidose tubular renal (atividade tubular).
O tratamento é limitado à alcalinização geral.
"DORES ÓSSEAS",
O título pode parecer estranho, "dores ósseas", mas ocorre que no consultório atendo com muita frequência pessoas relatando sofrer de dores nos ossos, buscando uma medicação para aliviar estas dores. No entanto, osso não dói, pois não existem terminações nervosas na estrutura óssea. Quando fraturamos um osso, rompe-se uma membrana de revestimento do osso chamada de periósteo, rica em terminações nervosas, daí a dor. É claro que a dor também ocorre nas outras estruturas que cobrem o osso, como músculo e pele.
Quando uma pessoa relata dor no joelho, por exemplo, pode tratar-se de uma artrite (desgaste na cartilagem), uma sinovite (processo inflamatório na cápsula de revestimento da articulação), mas não é o osso que dói. Numa queixa de dor no ombro, pensamos primeiramente em tendinite, bursite, artrite, que são as causas mais comuns de dor nessa região.
E quando atendemos alguém com dor em toda a coluna achando que suas vértebras estão comprometidas e ao vermos a radiografia, o aspecto dos ossos está normal para a faixa etária desta pessoa, como é difícil explicar que a dor na coluna não é óssea. Ela ocorre mais nas articulações entre as vértebras, nos discos eventualmente com processo degenerativo, nos ligamentos que unem as vértebras, e mais comumente nos músculos. Os pacientes ficam com um ar de desconfiança quando digo que com as atividades diárias (varrer, limpar, levantar peso, como exemplos) sobrecarregamos principalmente a musculatura da coluna, que é muito exigida em atividades com postura incorreta.
Recebo muitas pessoas achando que suas dores podem ser decorrentes de osteoporose, e como explicado nos textos sobre osteoporose, aqui nesta página, esta não provoca sintomas, exceto em fraturas, e naqueles casos muito avançados, geralmente em pessoas de idade bastante avançada, em que ocorrem as "microfraturas" nas vértebras, causando uma deformidade na coluna.
Concluindo, quando você achar que está com problemas nos ossos, procure seu ortopedista que irá investigar e tratar o problema base, mas você poderá prevenir os problemas ortopédicos com 3 atitudes muito simples:
- Manter seu peso adequado à sua altura;
- Ter cuidados com sua postura;
- Praticar exercícios físicos regularmente.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

NEUROCIENCIAS EFEITOS DA GRATIDÃO NA SAÚDE.

Todas as vezes que converso com alguém, que está a procura de uma orientação para melhorar sua vida na família, no casamento e no trabalho, eu pergunto: “ Você costuma agradecer a todos e a tudo? Normalmente respondem: “Sim”, mas quando vou mais além, pergunto: “Quantas vezes, por dia, você consegue realizar esta prática?”. Normalmente respondem: “ Não sei”. Assim concluo que algumas pessoas não dão valor à prática da gratidão.
Para mudar a sua vida comece a agradecer a todas as coisas, todas as pessoas que o auxiliam no dia a dia e aos acontecimentos.
Um autor norte americano, através de pesquisas concluiu que o simples ato de agradecer produz 10 efeitos importantes:
EFEITOS DO FALAR OBRIGADO:
- A gratidão é a mãe da alegria
- A gratidão nos torna mais felizes
- A gratidão nos faz sentir bem
- A gratidão faz bem à saúde
- A gratidão nos aproxima das pessoas
- A gratidão elimina as preocupações
- A gratidão é um antídoto para a amargura e o ressentimento
- A gratidão cura o perfeccionismo
- A gratidão nos liberta do consumismo
- A gratidão nos mantém no agora
Portanto vamos experimentar falar 10 obrigados diariamente durante um mês, assim pelo menos 300 pessoas receberão o seu obrigado. Você perceberá algumas mudanças que ocorrerão em sua vida, pois estará gerando felicidade e alegria à estas pessoas.

HIPNOSE PARA QUEM TEM DOR NAS COSTA.

Existem várias terapias alternativas que ajudam a reduzir a dor, acupuntura, sendo um dos mais famosos deles. Obviamente, o componente de repouso em diversas terapias alternativas é essencial neste aspecto, e algumas terapias que trabalham com ele, como a hipnose pode fazer a diferença.
É que a hipnose é uma terapia alternativa com excelente capacidade de reduzir a dor, a dor crônica não apenas como dor nas costas ou dores de cabeça, mas a dor causada por ações específicas, como cirurgia ou lesão do osso e tipo de músculo.
Os dados são a favor deste, pois vários estudos têm destacado a capacidade desta técnica para reduzir a dor dos pacientes. No caso de cirurgia, por exemplo, a dor do pós-operatório pode ser reduzida, enquanto o estresse pré-operatório, o que leva o corpo a reagir negativamente a isso.
A sugestão através da hipnose também pode fazer maravilhas com o uso de anestesia. Os procedimentos cirúrgicos são menores, alguns médicos procuram ajuda de terapeutas para não injetar anestésico no corpo do paciente.
Além disso, uma evolução significativa, os pacientes que têm medo de agulhas pode reduzir o medo para eles através de indução hipinótica.

CONDROMALÁCIA PATELAR DORES NO JOELHO PODEM.

Muitas pessoas costumam reclamar de dores nos joelhos independentemente se estão ou não praticando esportes.
 Dúvidas sobre as causas das dores, sobre os exercícios indicados para o problema, sobre o rangido que se ouve ou sente no joelho são comuns.
A causa de tantos desconfortos pode ser inúmera, mas uma causa comum é a condromalácia patelar conhecida mais popularmente como "joelho de corredor". Devido a tantas perguntas sobre o assunto resolvemos colocar aqui uma explicação rápida, com orientações de como proceder com relação ao problema.
A condromálacia patelar é uma doença que se caracteriza basicamente pela fraqueza ou sensação de fricção durante a flexão ou extensão dos joelhos e também pela presença de dor, sintomas esses que podem ser ou não intensos conforme o estágio em que se encontra a doença.
O que ocorre é uma inflamação seguida de amolecimento da cartilagem articular, e que se não tratada logo poderá evoluir e tornar-se grave com incapacidade do joelho. Ela pode ocorrer devido a trauma direto (pancadas) com conseqüente dano condral ou resultado de qualquer condição que interfira com os movimentos patelofemurais normais tais como variações anatômicas anormais. 
Tais variações podem ocorrer por desequilíbrio bioquímico do líquido sinovial (líquido que fica dentro da articulação), contato excessivo da patela com o fêmur (osso da coxa), sendo sua maior incidência em mulheres (joelhos desalinhados devido a quadris largos) e jovens adultos.
O encurtamento do quadríceps (músculo da coxa) tanto o posterior quanto na lateral e na panturrilha, um quadril rodado, pé chato ou desalinhamentos patelares (alto, baixo ou rodado), pioram o quadro da condromalácia. Esta lesão é mais comum em mulheres devido ao ângulo do quadril e ocorre prioritariamente devido a aulas de balé, corridas, ciclismo, voleibol, etc.
A dor é descrita como profunda e localizada e pode ser sentida ao subir e descer escadas, atividades prolongadas como o uso de saltos, após ficar um tempo excessivo com os joelhos flexionados como o ato de manter as pernas cruzadas, e ainda nos movimentos de flexão ou extensão dos joelhos há um barulho como um rangido audível ou sentido com a mão por cima da patela.
O tratamento é simples, o repouso deve ser estimulado, evitando os movimentos que provocam dor como pular, correr e exercícios que provocam a flexão dos joelhos (ciclismo, subir escadas).
O alongamento e fortalecimento dos músculos da região da coxa devem ser realizados de maneira isométrica, pois forçam a patela (osso do joelho) de maneira suave e gradativa e o fortalecimento também dos isquiotibiais, flexores do quadril e abdutores são necessários, estes músculos ficam na coxa e são responsáveis pelo movimento de extensão da perna, do chute, abertura da perna e flexão do quadril.
A crioterapia (tratamento feito com compressas geladas - gelo) também é bastante indicada por ser um tratamento bastante utilizado por médicos e especialistas do esporte com resultados bastante significativos nas reabilitações de lesões, inclusive utilizada na prevenção de lesões.
Os principais efeitos fisiológicos deste tratamento são: redução da dor, diminuição do espasmo muscular estimulando o relaxamento, redução da inflamação, do metabolismo local, da circulação com posterior estimulação, diminuição do edema e do ciclo dor-espasmo-dor.
O tratamento deve ser feito por 30 minutos sendo que, em muitas lesões, 20 minutos são suficientes. O ideal é que nas primeiras 24 horas sejam aplicadas compressas de gelo por meia hora a cada duas horas.
O ideal é que seja feita uma avaliação física precisa baseada em uma anamnese completa para que o profissional possa identificar o grau desta doença para então seguir com os tratamentos. Entretanto a pessoa que for diagnosticada com condromalacia patelar não deve desistir de sua atividade física, pois quando bem empregado o exercício físico pode ser muito importante para contribuir com a melhoria da função muscular.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

TRATAMENTO DA ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL.

O tratamento da Atrofia Muscular Espinhal engloba diversas especialidades, sendo fundamental o acompanhamento clínico que irá gerenciar as outras áreas.
Uma vez diagnosticada a Atrofia Muscular Espinhal, o acompanhamento clínico objetiva:
1. A manutenção da função muscular
Objetivando a manutenção da função muscular, a fisioterapia é fundamental. Pode-se optar pelo uso de medicamentos que aumentem a performance do músculo e estimulem a hipertrofia das fibras musculares ativas. Em determinadas situações o uso de órteses estará indicado.
Alguns medicamentos ou vitaminas podem ter ação na lentificação do processo da degeneração das células nervosas.
Ao evitar a obesidade se favorece a melhor atuação do músculo enfraquecido pela doença. O ganho podero-estatural deve ser monitorado. Em função da atrofia da massa muscular própria desta doença o peso tende a estar em percentil abaixo daquele em que se encontra a estatura, sendo esta adequada para a idade cronológica. Caso o peso e a altura estejam em percentil igual isto denota o excesso de tecido adiposo, o que é ruim para a função motora dada a fraqueza muscular. Caso haja parada de ganho ponderal, sinaliza maior perda de massa muscular por desnutrição, sendo indicativo de gastrostomia.
2. Evitar complicações
A prevenção de infecções respiratórias, através do uso de determinadas vacinas e da fisioterapia respiratória ao longo do curso da doença é indispensável. O calendário de vacinações deve ser seguido e imunizações especiais que possam diminuir a freqüência de infecções do trato respiratório estão indicadas.
Diagnosticar precocemente infecções respiratórias e tratá-las de forma mais agressiva que em outras pessoas contribui para prevenção da insuficiência respiratória, complicação das mais temidas nesta doença. Os familiares devem ser ensinados a reconhecer infecções respiratórias no seu início e devem ser orientados a procurar auxílio, no momento da sua instalação e no seu decorrer. As complicações respiratórias são demasiadamente graves, e casos que não necessitariam de acompanhamento intra-hospitalar em outras crianças obrigam a internação daquelas com AME. A gastrostomia está indicada nos casos em que se observa engasgos no ato alimentar, pelo risco de pneumonia de aspiração.
O tratamento de anemias deve ser também mais agressivo do que nas demais pessoas.
A escoliose é uma complicação que prejudica a função motora e a função respiratória, e por este motivo merece uma atenção especial.

CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS.

As células-tronco embrionárias são estudadas desde o século 19, mas só há 20 anos dois grupos independentes de pesquisadores conseguiram imortalizá-las, ou seja, cultivá-las indefinidamente em laboratório. Para isso, utilizaram células retiradas da massa celular interna de blastocistos (um dos estágios iniciais dos embriões de mamíferos) de camundongos. Essas células são conhecidas pela sigla ES, do inglês embryonic stem cells (células-tronco embrionárias), e são denominadas pluripotentes, pois podem proliferar indefinidamente in vitro sem se diferenciar, mas também podem se diferenciar se forem modificadas as condições de cultivo (figura abaixo) . De fato, é preciso cultivar as células ES sob condições muito especiais para que proliferem e continuem indiferenciadas, e encontrar essas condições foi o grande desafio vencido pelos cientistas. 
As células-tronco embrionárias são denominadas pluripotentes, porque podem proliferar indefinidamente in vitro sem se diferenciar, mas se diferenciam se forem alteradas as condições de cultivo. 
Aqui, os tratamentos com células-tronco são feitos apenas em grandes centros de pesquisa, como os grandes hospitais e somente para pacientes que assinam um termo de consentimento e concordam em participar desses estudos clínicos. 
O Ministério da Saúde aprovou um orçamento de R$ 13 milhões em três anos para a pesquisa das células-tronco da qual participam alguns grandes hospitais brasileiros como o Instituto do Coração - SP, Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras - RJ, entre outros. Serão estudadas as cardiopatias chagásicas (decorrente da doença da Chagas), o infarto agudo do miocárdio, a cardiomiopatia dilatada e a doença isquêmica crônica do coração. 
Como a terapia utiliza células-tronco autólogas, o estudo não sofre influência da Lei de Biossegurança. Além dessa grande pesquisa, o Brasil está investindo em terapia com células-tronco voltada a outras doenças, como é o caso da distrofia muscular, esclerose múltipla, câncer, traumatismo de medula espinhal, diabetes etc.

domingo, 26 de junho de 2011

CÉLULA-TRONCO PROVOCA REFLEXOS EM CÉREBRO DE LESADO MEDULAR.

Células-tronco
Um estudo com células-tronco em andamento no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo vem apresentando resultados que, no futuro, poderão significar uma esperança para quem sofreu lesão na medula espinhal. 
Trata-se da injeção de células-tronco, retiradas da medula óssea da própria pessoa, no local onde houve a lesão.
Em 15 dos 32 pacientes (tetraplégicos e paraplégicos) cuja evolução vem sendo acompanhada há dois anos pelos médicos do HC, verificou-se uma reação inesperada: ao receberem estímulos elétricos nas pernas, eles tiveram reflexos no cérebro. Ou seja, o impulso passou pelo ponto onde ocorreu a ruptura e conseguiu chegar até o órgão. Os 15 também relataram uma melhora na sensibilidade dos membros afetados pela paralisia - disseram que passaram a "senti-los melhor."
 
Os estudiosos ainda não sabem se as células-tronco provocaram a regeneração do ponto lesionado e continuam a investigação. O fato de o impulso ter atingido o cérebro foi considerado animador.
Evolução
 
Um dos integrantes da equipe, o ortopedista Raphael Marcon, especializado em coluna vertebral, apresentou os resultados parciais do trabalho na quinta-feira, durante o seminário Células-tronco e terapia celular, promovido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Marcon alerta: é preciso ter cautela. "O leigo acha que a pessoa vai sair andando, mas não é assim", avisa."O estudo nos dá esperança para o futuro. É preciso começar de algum jeito."
 
Marcon lembra que ainda é preciso refinar a técnica utilizada e entender como as células-tronco agem exatamente. O estudo, coordenado pelo ortopedista Tarcísio Barros Filho, envolve pesquisadores do Hemocentro e do Instituto de Radiologia do HC, além do Instituto de Ortopedia e Traumatologia.
As lesões medulares, que podem ser provocados por tiros, golpes de faca, traumas no trânsito, mergulhos ou outros acidentes, são gravíssimas e levam à morte instantânea na maior parte dos casos. Entre 4% e 16% das pessoas morrem depois de serem hospitalizadas.
As pessoas que participam da pesquisa ficaram paraplégicos ou tetraplégicos entre dois e doze anos antes (em até dois anos, é possível que haja uma melhora espontânea do quadro).
 
Raphael Marcon  especialista em coluna.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A VIDA APÓS MUDANÇA DA VÁLVULA MITRAL.

O coração também possui 4 válvulas ou valvas: Aórtica, mitral, tricúspide e pulmonar. As válvulas são estruturas localizadas na saída de cada uma das 4 câmaras cardíacas e impedem que o sangue bombeado retorne para a câmara que o expulsou.

A válvula mitral, objeto de explicação deste texto, fica localizada entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo. Quando o átrio esquerdo se contrai, a válvula mitral se abre, permitindo a passagem do sangue para o ventrículo esquerdo. Quando este se enche, é sua vez de contrair, empurrando o sangue em direção a artéria aorta. Neste momento a válvula aórtica se abre e a mitral se fecha, impedindo que o sangue volte para o átrio esquerdo. Deste modo, o sangue segue sempre em uma direção apenas.
Reparem na figura abaixo que a válvula mitral é composta por 2 folhetos e a aórtica por 3. Estes folhetos se abrem como aquelas portas de saloon em filmes de Velho Oeste. Quando o sangue termina de passar, se fecham, encostando firmemente um folheto no outro.
Quando há algum problema no fechamento de uma das válvulas, permitindo retorno de sangue para uma das câmaras, chamamos de regurgitação ou insuficiência. Quando o problema é na abertura da válvula, que não é suficiente para permitir a passagem de sangue, chamamos de estenose. Portanto se o problema for na mitral, teremos uma insuficiência mitral ou uma estenose mitral. O mesmo raciocínio vale para as outras 3 válvulas.
E o que é o prolapso da válvula mitral (PVM) ?
O PVM é um defeito congênito no tamanho dos folhetos fazendo com que a válvula não consiga se fechar corretamente. Um folheto empurra o outro, fazendo a válvula assumir a forma de um para-quedas, causando o prolapso da mesma em direção ao átrio esquerdo. Veja a figura abaixo.
O prolapso da válvula mitral é uma das causas de regurgitação mitral.
Até há pouco tempo, achava-se que o prolapso mitral era uma alteração muito comum, que acometia de 5% a 10% da população. Como desenvolvimento de ecocardiogramas mais sensíveis, notou-se que boa parte das pessoas que recebiam este diagnóstico, na verdade não tinham PVM, mas sim discretas alteração na anatomia normal da mitral. Estima-se que a prevalência correta esteja abaixo de 2,5% de população.
O prolapso mitral é considerado primário quando não está associado a nenhuma outra doença; familiar quando associado a alterações cromossomais que passam de pais para filhos; ou secundário quando associado a outras patologias como síndrome de Marfan, Síndrome de Ehlers-Danlos, osteogenesis imperfecta ou doença renal policística
INSUFICIENCIA MITRAL CAUSAS E CARACTERISTICAS DO DIAGNOSTICO
. As causas incluem cardiopatia reumática, endocardite infecciosa, prolapso da valva mitral, disfunção isquêmica dos músculos papilares, ruptura das cordas tendíneas
. Aguda: início imediato dos sintomas de edema pulmonar
. Crônica: assintomática durante anos, causando dispnéia de esforço e fadiga
. B1 habitualmente hipofonética; é típico um sopro holossistólico de alta intensidade, aumentado por compressão dos dedos sobre o ápice; B3 comum nos casos crônicos; o sopro não é holossistólico, sendo menos audível na insuficiência aguda
. Anormalidade atrial esquerda e, com frequência, hipertrofia ventricular esquerda no ECG; fibrilação atrialtípica nos casos
crônicos
. O ecocardiograma com Doppler confirma o diagnóstico e estima a gravidade do distúrbio
DIAGNOSTICO DIFERENCIAL
. Estenose ou esclerose aórtica
. Insuficiência tricúspide
. Miocardiopatia obstrutiva hipertrófica
. Comunicação interatrial
. Comunicação interventricular
INSUFICIENCIA MITRAL TRATAMENTO
. A insuficiência mitral aguda decorrente de endocardite ou ruptura das cordas tendíneas pode exigir cirurgia imediata
. Profilaxia da endocardite infecciosa nos casos crônicos; reparo ciúrgico nos sintomas graves, para disfunção ventricular esquerda (p. ex., fração de ejeção < 55%) ou para cardiomegalia ao ecocardiograma
OS SINTOMAS LEVES A MODERADOS podem ser tratados com diuréticos, restrição de sódio e redução da pós-carga (p. ex., inibidores da ECA); a digoxina, os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio controlam a resposta ventricular na fibrilação atrial, devendo-se administrar anticoagulação com varfarina
Dica
Um sinal Físico menosprezado na insuficiência mitral é o pulso carotídeo, que sobe e desce rapidamente; é bastante útil para distingui-la da estenose aórtica.
Referência
Borer JS, Bonow RO.

domingo, 19 de junho de 2011

INTOLERÂNCIA À LACTOSE.

O QUE É INTOLERÂNCIA À LACTOSE?
Quando vou a um restaurante ou à casa de amigos e pergunto se determinado prato leva leite ou algum derivado, as pessoas geralmente me olham com surpresa. “Por que ela quer saber?” devem se perguntar.
Intolerância à Lactose é o termo utilizado para pessoas que não conseguem digerir produtos lácteos (leite e seus derivados). Esta impossibilidade de digestão geralmente ocorre em pessoas que não produzem a enzima lactase ou produzem-na em quantidade insuficiente para realizar a digestão da lactose. A maioria das populações têm uma perda progressiva da capacidade de absorção da lactose que inicia-se após os primeiros anos de vida.
O QUE É LACTOSE E LACTASE?
A Lactose é o açucar do leite, um dissacarídeo que com a ação da enzima lactase, tranforma-se em dois monosacarídeos: glucose e galactose. Estes carbohidratos simples, após formados, são facilmente absorvidos pelo corpo. No entanto, a falta ou deficiência na produção da lactase faz com que a lactose chegue até o intestino grosso sem ser absorvida pelo organismo. Ela é fermentada por bactérias causando gases e sintomas típicos de indigestão.
COMO SE DESENVOLVE?
Na superfície mucosa do intestino delgado há células que produzem, estocam e liberam uma enzima digestiva (fermento) chamada lactase, responsável pela digestão da lactose. Quando esta é mal absorvida passa a ser fermentada pela flora intestinal, produzindo gás e ácidos orgânicos, o que resulta na assim chamada diarréia osmótica, com grande perda intestinal dos líquidos orgânicos.
Existem pessoas que nascem sem a capacidade de produzir lactase e, enquanto bebês, sequer podem ser amamentados, pois surge implacável diarréia.
Por outro lado, em qualquer época da vida pode aparecer esta incapacidade de produção ou uma inibição temporária, por exemplo, na seqüência de uma toxinfecção alimentar que trouxe dano à mucosa intestinal. Igualmente, a dificuldade pode advir de lesões intestinais crônicas como nas doenças de Crohn e de Whipple, doença celíaca, giardíase, AIDS, desnutrição e também pelas retiradas cirúrgicas de longos trechos do intestino (síndrome do intestino curto).
A deficiência congênita é comum em prematuros nascidos com menos de trinta semanas de gravidez.
Nos recém-nascidos de gestações completas, os casos são raros e de caráter hereditário.
A concentração da lactase nas células intestinais é farta ao nascermos e vai decrescendo com a idade.
Nos EUA, um a cada quatro ou cinco adultos pode sofrer de algum grau de intolerância ao leite. Os descendentes brancos de europeus têm uma incidência menor de 25%, enquanto que na população de origem asiática o problema alcança 90%. Nos afro-americanos, nos índios e nos judeus, bem como nos mexicanos, a intolerância à lactose alcança níveis maiores que 50% dos indivíduos.
QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA INTOLERÂNCIA À LACTOSE?
Os sintomas mais comuns são a diarréia (ou à vezes constipação), distensão abdominal, gases, náusea e sintomas de má digestão. A severidade dos sintomas dependerá da quantidade de lactose ingerida assim como da quantidade de lactose que seu organismo tolera.
COMO SABER SE VOCÊ TEM INTOLERÂNCIA À LACTOSE?
Em primeiro lugar é muito importante ressaltar que existem níveis de intolerância, pois a quantidade de enzima lactase produzida pelo corpo varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas possuem uma deficiência mínima na produção da enzima, ao passo que outras não a produzem. Isto irá afetar o seu nível de intolerância.
QUAIS SÃO OS TIPOS DE EXAMES EXISTENTES?
1. Tolerância à lactose: a lactose depois de digerida produz duas moléculas: a glicose e a galactose. Para fazer este teste o paciente ingere em jejum um líquido com dose concentrada de lactose e durante duas horas obtém-se várias amostras de sangue para medir o nível de glicose, que reflete a digestão do açúcar do leite. Se a lactose não é quebrada, o nível de glicose no sangue não aumentará e, conseqüentemente, o diagnóstico de intolerância à lactose será confirmado. Este exame não é indicado para crianças pequenas.
2. Inalação de hidrogênio: este exame mede a quantidade de hidrogênio expirado, que em situações normais é bem pequena. O quadro é diferente quando as bactérias do intestino grosso fermentam a lactose (que não foi digerida) e produzem vários gases, incluindo o hidrogênio, que por sua vez é absorvido e chegando aos pulmões e é exalado. Para fazer o exame, o paciente ingere uma bebida com dose concentrada de lactose e o hidrogênio expirado é medido em intervalos regulares. Níveis elevados de hidrogênio indicam uma digestão inadequada da lactose. Este exame não é indicado para crianças pequenas. Se um bebê ou criança muito pequena manifesta sintomas de intolerância à lactose aconselha-se trocar o leite de vaca pelo de soja e observar os sintomas.
3. Deposição de ácidos : trata-se de um exame indicado tanto para crianças pequenas como para crianças maiores. A lactose não digerida é fermentada pelas bactérias do intestino grosso e produzem ácido láctico e ácidos graxos de cadeias curtas e ambos podem ser detectados em uma amostra de deposição.
4. Exame Genético: este é um exame novo, que promete ser a melhor forma de diagnosticar a intolerância à lactose pois é rápido e não produz sintomas desagradáveis como no caso do exame de ingestão de lactose. Neste exame o paciente retira uma pequena amostra de sangue e seu DNA é estudado para verificar se há mutação em relação à produção da enzima lactase. O resultado sai em 5 dias. 
COMO TRATAR A INTOLERÂNCIA À LACTOSE
Não existe cura para a intolerância à lactose, mas é possível tratar os sintomas limitando, ou em alguns casos, evitando produtos com leite ou derivados. Muitas pessoas com IL conseguem ingerir leites deslactosados e outros produtos com baixo teor de lactose sem sentir os sintomas da intolerância à lactose. Com o passar do tempo e uma adaptação aos hábitos alimentares, cada pessoa pessoa aprenderá sobre quais alimentos lácteos poderá ingerir sem sentir sintomas.
Uma outra opção bastante comum é o uso de cápsulas de lactase, um suplemento alimentar que auxilia na digestão da lactose. 
REPOSIÇÃO DE CÁLCIO
Uma das maiores preocupações para pessoas com intolerância à lactose é adotar uma dieta que suplemente os nutrientes encontrados no leite, principalmente o cálcio. Cerca de 70% do cálcio da alimentação humana vêm do leite e seus derivados. Por esta razão, é importante, na medida do possível, manter uma dieta com ingestão de pelo menos alguns produtos lácteos, mantendo uma quantidade que seja bem tolerada pelo seu organismo. Além disso, é importante a orientação de um nutricionista para auxiliá-lo na readequação de seus hábitos alimentares.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ANEMIA FALCIFORME PODE TER TRATAMENTO ALTERNATIVO.

5 de maio de 2011
Um projeto desenvolvido pelo engenheiro Rafael Vieira de Souza tende a colaborar com o tratamento de pacientes com anemia falciforme. Souza desenvolveu um novo modelo de bomba de infusão (aparelho usado para aplicar medicamentos na medida certa) cujo custo de produção e distribuição reduz drasticamente, colaborando, assim, com o tratamento da doença a nível internacional.
Anemia falciforme é uma doença hereditária (passa dos pais para os filhos) caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, tornando-os parecidos com uma foice, daí o nome falciforme. Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente, causando anemia. A hemoglobina, que transporta o oxigênio e dá a cor aos glóbulos vermelhos, é essencial para a saúde de todos os órgãos do corpo. Essa condição é mais comum em indivíduos da raça negra, mas devido à intensa miscigenação historicamente ocorrida no país, pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda.
Após testes realizados fora do corpo humano, o equipamento apresentou excelentes resultados, com variação no regime de funcionamento abaixo de 10% na vazão média, o que é considerado aceitável
Hoje, pessoas com anemia falciforme, cerca de 60 mil só no Brasil, precisam usar um aparelho que custa aproximadamente R$ 2.500. Esse equipamento injeta o fluído medicinal de forma contínua em um período entre quatro e oito horas diárias. A ‘bomba’ é presa à cintura do paciente que pressiona uma seringa que contém o medicamento. O uso deste equipamento é feito, geralmente, durante o período noturno para não prejudicar a rotina do paciente. O procedimento implica em certos incômodos como: peso do equipamento, dificuldade de manuseio, incompatibilidade com seringas comerciais padrão, alto risco de infecção por contaminação do aparelho, troca constante de baterias, dificuldade de constatar que o equipamento está avariado, ruído de funcionamento elevado e o alto custo de aquisição.
O novo projeto vem com uma inovação que fará com que a vida do paciente seja muito mais prática. “Para resolver estes problemas, é proposta uma alternativa nacional que não utiliza baterias elétricas ou outros componentes eletrônicos, o que torna o equipamento mais leve, silencioso, simples, barato e descartável”, informa o criador do sistema, Rafael Souza. Nesta alternativa, a bomba de infusão utiliza um reservatório à baixa pressão. Esse reservatório pode ser uma outra seringa com o bico bloqueado. Assim, quando o embolo é puxado, forma-se uma região de baixa pressão capaz de gerar a força necessária para a infusão.
A produção dessa nova seringa injetora’, em larga escala, pode produzir um produto com preço final ao consumidor de apenas R$ 2,50. “O próximo passo, para que o produto esteja disponível no mercado, é necessário fazer uma associação com um fabricante de seringas ou obter apoio governamental para fabricar seringas adaptadas às necessidades deste produto”, explica Rafael, que ainda aguarda o apoio de entidades privadas ou do governo para iniciar a produção efetiva do produto.
No caso de parceria, em apenas três meses e com investimento inicial de R$ 500.000,00 já é possível fabricar 1.200.000 unidades mensais, capazes de abastecer todo o país.
Dados recolhidos e organizados junto à OMS (Organização Mundial de Saúde) revelam que existem cerca de 400 mil pacientes com anemia falciforme em todo o mundo e menos de 10% conseguem ter acesso aos atuais equipamentos, o que torna a produção desse projeto viável e necessário.
A qualidade da pesquisa e da apresentação resultou ao engenheiro destaques nacionais e internacionais ao ser elogiado na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Portugal e receber a nota máxima na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP) em dezembro de 2007.
Interessados em apoiar o projeto poderão entrar em contato com o próprio Rafael nos telefones 11 2592-6253 e 11 94353682. Ou por e-mail rafaeldesouza@gmail.com.

ANTENÇÃO!!!

IMPORTANTE: AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE SITE TEM CARÁTER INFORMATIVO E NÃO SUBSTITUEM AS OPINIÕES, CONDUTAS E DISCUSSÕES ESTABELECIDAS ENTRE MÉDICO E PACIENTE.

Como desenvolver a autoestima, ganhar confiança e viver com mais entusiasmo.

Paixão, entusiasmo, alegria, esperança e tantas outras emoções positivas são o combustível para uma vida plena de EROS, essa energia magnífica que pode destruir, mas que principalmente pode ampliar.

Mais do que nunca se sabe que as doenças físicas e mentais estão profundamente associadas a fatores biológicos e psicossociais. Portanto, é importante aprender, ou melhor, reaprender a se conectar com o novo, como uma maneira de se atualizar sempre no seu desejo e na maneira de sentir e absorver o mundo que nos cerca.

Posso destacar aqui uma maneira muito simples e quase óbvia, mas que raramente usamos em nosso proveito que são nossos órgãos dos sentidos, pois é através dos órgãos sensoriais que as mensagens de prazer entram em nossa vida,estimulando o desejo.

Por que falar de desejo quando eu quero falar de autoestima, felicidade, estar de bem consigo mesmo ou mesma? Por que reconhecer o seu próprio desejo e satisfazê-lo é o alimento que a alma precisa para dar estrutura ao Ego para suportar os reveses da vida sem ser derrubada por eles.

Usar a visão para olhar o que é belo,ouvir uma música com o coração e a memória, saborear a vida e o bolo de chocolate sem culpas, acariciar e abraçar para se arrepiar; e dessa maneira abrir seus próprios canais de conexão com o mundo e com seus próprios desejos.

É necessário assumir seus prazeres e necessidades, entendendo e aceitando a diversidade em todos os sentidos, com respeito pela própria natureza e pela dos outros. Ser inteiro e a cada dia se reconhecer e se validar, hoje o gozo, amanhã choro, acerto e erro, tendo coragem e medo.

Luz e sombra fazem o todo e aceitar-se assim e se permitir sentir e viver todos os seus desejos e se encontrar com seu próprio EU, aquele que a gente muitas vezes esconde da gente mesma por conta das obrigações e responsabilidades.

Fazer a cada dia um novo dia, em anseios e respostas, abdicando das fórmulas prontas que muitas das vezes está calcada não nos desejos e experiências, atuais, mas sim em dificuldades e medos ultrapassados e sem sentido no hoje, no aqui e agora.



Doação de Órgãos

Campanha Nacional de Doação de Órgãos. Participe e Divulgue. Para ser doador de órgãos, fale com sua família e deixe clara a sua vontade, não é preciso deixar nenhum Documento. Acesse www.doevida.com.br, saiba mais. Divulgação: comunicacao@saude.gov.br At.Ministério da saúde. Siga-nos: www.twitter.com/minsaude

DOE SANGUE

DOE SANGUE

VISITAS

Flag Counter

CONTATOS

CONTATOS, email:esterfeliz12@yahoo.com.br

Postagens populares

Widget de tempo


fornecido por tititudorancea.com.br

Os Imprescindíveis.

Há homens que lutam por um dia e são bons.

Há outros que lutam por um ano e são melhores.
Há outros, ainda, que lutam por muitos anos e são muito bons.
Há, porém, os que lutam por toda a vida,
Estes são os imprescindíveis.

Bertolt Brecht.